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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

"Poema de Natal"





Paris, Janeiro 2003



"Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados

Para chorar e fazer chorar

Para enterrar os nossos mortos —

Por isso temos braços longos para os adeuses

Mãos para colher o que foi dado

Dedos para cavar a terra.


Assim será nossa vida:

Uma tarde sempre a esquecer

Uma estrela a se apagar na treva

Um caminho entre dois túmulos —

Por isso precisamos velar

Falar baixo, pisar leve, ver

A noite dormir em silêncio.


Não há muito o que dizer:

Uma canção sobre um berço

Um verso, talvez de amor

Uma prece por quem se vai —

Mas que essa hora não esqueça

E por ela os nossos corações

Se deixem, graves e simples.


Pois para isso fomos feitos:

Para a esperança no milagre

Para a participação da poesia

Para ver a face da morte —

De repente nunca mais esperaremos...

Hoje a noite é jovem; da morte, apenas

Nascemos, imensamente."




Vinícius de Moraes




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Iluminações de Natal









Já se tornou um hábito, todos os anos, ir ver as iluminações de Natal, em particular na Baixa de Lisboa.

E, de há 3 anos para cá, as iluminações têm vindo a ser, cada vez mais, tristes e insipientes (ora veja-se aqui... 2006... 2007... 2008...).

Em Benfica, as iluminações ainda são só virtuais, como diz um amigo meu (dado que a mega-gigante árvore de Natal que foi colocada numa das principais artérias continua desligada, bem como as restantes iluminações das principais ruas).

E por isso mesmo, foi numa histeria quase infantil que, esta noite, ao sair para tomar café com um amigo, me maravilhei com as iluminações do Largo do Carmo (2 primeiras fotos em cima).






domingo, 6 de dezembro de 2009

Corners of my Home - 37







O Natal a chegar cá a casa... apesar do espírito de festa, este ano, ser muito fraquito.






quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Notas Soltas - 139




- Na Casa Nova -






No domingo passado, de manhã, instalámo-la.

Nesse final de tarde, elas vieram comer por debaixo da janela do quarto como vem sendo hábito... olharam e re-olharam para a casota de plástico e nada... depois de saciadas, resolveram afastar-se para o pequeno terraço que fora de Dª. Luísa (o que, afinal de contas, até é bem normal, dado que a Luana foi apanhada um pouco "à traição", para ser esterilizada, através de uma transportadora semelhante a esta casota).

Na 2ª feira seguinte, ao fim da tarde, depois de terem comido, qual não foi o meu espanto quando vejo a Luana entrar ligeira para dentro da casota, logo seguida pela Misha.
O entardecer trouxera já consigo a escuridão. E eu debruçava-me na janela, para tentar perceber se as gatinhas estavam mesmo lá dentro... quando me deparo com 2 pares de olhos a mirarem-me de dentro da casota.

No dia seguinte, de manhã, aí ficaram, com olhinhos piscos de sono, até quase à 9h30; rumando, em seguida para o terraço que fora de Dª. Luísa, para apanharem sol.
Às 17h desse mesmo dia, voltaram à sua nova casa e aí ficaram à espera que lhes descesse a comida.
Mais tarde apercebi-me, através da janela da cozinha, que andava uma outra gata a rondar a comida de Misha e Luana, tendo sido furiosamente perseguida por Luana, convencida que aquele novo espaço é o seu próprio território.

E não mais se ouviram nos quintais os miados tristes e dolorosos de Luana, como sucedia nas últimas semanas.

Misha e Luana passaram a ter um abrigo este Natal frio. E eu fico muito mais tranquila de as saber ali tão perto de mim.







- O Natal do Gato G. -


A noite de consoada fora passada em família, como todos os anos. E o gato G. estava contente, contentíssimo.
Desde que ouvira a sua voz, quando ela chegara, que não parava de a seguir pela casa toda com aquele seu ar pachorrento, brincando exaustivamente com os bonecos que ela lhe atirava, voltando depois até ela.
Mais tarde juntaram-se à pequena família os últimos convivas, os avós. E o gato G. delirou quando os viu chegar.
Acompanhou os seus passos ligeiros até à mesa da consoada, e ficou a admirá-los entre as cadeiras de ambos. Dava a cabeça para festinhas e ainda se tentou sentar ao colo do avô.
Depois, cansado de tantas emoções, aninhou-se por debaixo da cadeira da avó, onde permaneceu durante praticamente toda a noite.

A noite de consoada fora uma noite mágica para o gato G., que, através dos avós, se recordou, certamente, do outro casal de idade que lhe dera um lar durante cerca de 2 anos, antes de falecerem; recordou-se também da voz de quem o retirou do Canil/Gatil naquele fatídico dia, que o viria, também, 3 meses mais tarde a resgatar de novo.

E dava gosto ver como o gato G. estava contente nessa noite, contentíssimo!








quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL!!!






"Rudolph The Red-Nosed Reindeer", série de TV (1964).

- Filme já mencionado
aqui -






Votos de um feliz Natal a todos os amigos que por aqui continuam a passar, assim como aos restantes leitores deste blog.











segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

As Iluminações já não são o que eram!...






Final deste fim-de-semana prolongado com uma incursão pela Baixa lisboeta para ver in loco (e, bem entendido, fotografar) as famosas iluminações de Natal.

Se no ano passado já me haviam sabido a pouco, este ano então, fiquei mesmo sem palavras!...

Resta dizer que, apesar dos meus 32 anos, eu sou um pouco como as crianças com esta coisa das iluminações de Natal: vibro imenso com a magia que das mesmas ainda sinto emanar, chego ao ponto de acelerar o passo e quase correr para ser a primeira a fotografar determinada iluminação que mais me encantou, ajoelho-me e tudo para conseguir o melhor ângulo para a foto... enfim, uma verdadeira vergonha para quem me costuma acompanhar nestas andanças.

Por isso mesmo me senti tão desencantada hoje quando vi as iluminações de 2008!...
O Chiado parece uma imitação muito baratinha de há 2 anos atrás. Na Praça do Comércio, tal como no Marquês de Pombal, a TMN conseguiu comprar o Natal (e os monumentos também!), e nem a luz azulada que enaltece os edifícios consegue esconder o facto de ser essa a cor da referida marca. E nem sequer o Conto de Luz e o de Natal (oferecidos pelos Jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa) no Rossio me conseguiram serenar a desilusão... já para não falar da Av. da Liberdade, onde até as iluminações parecem jorrar lágrimas de tristeza, perante a figura ridícula que ali fazem.

Uma única e merecida nota de relevo para as iluminações em estilo filigrana que encimam o cruzamento com as perpendiculares da Rua Augusta e as da Rua de Santa Justa.

Pelo andar da carruagem, meus senhores, se esta crise continua, no próximo ano, nem iluminações teremos!...







terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Vestígios de Natal - II



Naquele ano, a árvore de Natal era minimalista e, apenas, fora colocada a escassos dias da Consoada.
Mais um ano passara a correr e o espírito natalício era escasso. Mas o jantar fora preparado com muito carinho e todos se divertiram por estarem juntos.

Na véspera de Natal, conseguira, finalmente, aproximar-se mais um pouco, em busca de uma boa fotografia e de alguma confiança...



sábado, 22 de dezembro de 2007

"Cortes" - XVI






Cena final de "Rudolph The Red-Nosed Reindeer", série de TV (1964).




Com votos de boas festas a tod@s @s leitores deste blog!



sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Notas Soltas - XCVII



- Iluminações -


Subindo mais um pouco, as ruas ganham outros contornos, deixando de parecer tão despidas.







Neste final de 6ª feira, o turbilhão de gente que passa, apressada, em busca das últimas oferendas natalícias, causa-me alguma perturbação...
E tento abstrair-me olhando para as iluminações... tão perplexa como uma miúda de 5 anos!...





- Conquista de Território -



Esta manhã, quando abri a janela do quarto, deparei-me com estes 2, a passearem-se pelo território que outrora fora da Ninushka.




quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Suplício



Para contribuir (ainda mais) para a "grande causa perdida", este ano só recebi o subsídio de Natal no dia 15 deste mês...
O que fez com que tivesse passado as manhãs destes dois últimos dias encafuada dentro de um centro comercial (apinhado de gente em transe pré-Natal, o que equivale a dizer que perderam ainda mais o respeito pelos outros), para conseguir comprar todas as prendas de Natal...

Não poderia ter existido maior suplício!...




domingo, 16 de dezembro de 2007

O Verdadeiro Espírito de Natal - I



Um pouco desmotivada, parti em busca do verdadeiro espírito de Natal...





- Festa de Fim de Ano/07 -


"Natal é quando o Homem quer", como se costuma dizer...




Natal é podermos misturar os símbolos da festa, num anacronismo colorido...





Natal são os cheiros e as cores exóticas de iguarias vindas dos quatro cantos do mundo...




Natal são as danças e as músicas... e o simples à vontade de subirmos ao palco e partilharmos com os outros um pouco das nossas raízes...





Natal é estarmos juntos, sem olhar a raças, religiões ou nacionalidades.
É sabermos apreciar o Outro pelo que ele é!


À semelhança do ano passado, também hoje o Natal chegou um pouco mais cedo... mas com nome de "Fim de Ano".






Fotografias nº 2, 4 e 5 gentilmente cedidas por José Antônio de Oliveira.





sábado, 15 de dezembro de 2007

"Timmy, the Mouse"






Primeira prenda de Natal, comprada especialmente para fazer companhia ao girl-power cá de casa!...





quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Notas Soltas - XCV

Paisagem de Natal: Cão adormecido no presépio, enquanto 2 Pais-Natais-anões tentam subir à varanda e um Pai Natal anda de balouço.







- As Maravilhas de um Mundo Novo - II -



"A Luta Continua"...


Uns amigos já me tinham falado dos Homens da Luta, mas nunca pensei que fossem tão brilhantes... tão políticamente incorrectos e contundentes!!!
Adorei e recomendo vivamente!!!




Na SIC Radical, 4ª às 23h00.

Do melhor, esta cena de irem oferecer chocolatinhos aos polícias, que tinham acabado de lhes criar uma linha imaginária, para impedir o seu acesso às viaturas dos ditadores!!!

Quiriquiri quiriquiri!!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Como a tradição já não é o que era...



... e o meu espírito tem andado fraco para entrar na onda da quadra, também a redacção dos postais-papel que tinha preparado enviar por uma boa causa ficou atrasada (apesar de, antes deste ano, eu até ser daquelas pessoas que adorava enviar postais)...




Sendo assim, e enquanto eles não seguem para os amigos "mais chegados", aqui ficam os meus votos de boas festas super-animados (quem me deu conhecimento deste site foi a Cacao, que ganha o prémio para o postal mais engraçado da quadra... por ter conseguido superar todos os que recebi até agora).


domingo, 9 de dezembro de 2007

Depois de muitas reclamações...



... já entrou em funcionamento a máquina de fazer Natal do meu bairro.








sábado, 8 de dezembro de 2007

Soube-me a pouco!...



A Mir já me tinha avisado. Mas hoje quis verificar pelos meus próprios olhos.




A Baixa lisboeta este ano parece ter acompanhado a crise económica que se faz sentir no nosso país e as iluminações, para além de serem escassas, não primam pela criatividade!

E é pena... porque, assim, se vai, também, contribuindo para a perda da magia do Natal...




Os governantes de Lisboa limitaram-se à iluminação (sem imaginação) das principais artérias consumistas, para demonstrar ao povo que não há dinheiro...

Mas, entretanto, às 23h de hoje, no Campo Pequeno e Av. de Berna litros e litros de água iam sendo "desperdiçados" na lavagem de ruas e nos regadores automáticos dos jardins públicos (que a jorravam ininterruptamente e a elevado caudal).




Este ano, a grande árvore foi para o Porto (talvez, por ter sido mais próspero financeiramente do que Lisboa) e o Rossio e a Av. da Liberdade, segundo a C.M. Lx. iriam ser iluminados com o patrocínio de uma instituição bancária.
Mas a ver pela amostra da exposição que assentou arraiais no Rossio, nem no Ano Novo deveremos ter iluminações por lá!





quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Notas Soltas - XCIV



- Espírito (pouco) Natalício - II -


Se o e-mail que por aí anda a circular, desde o final de Novembro, como sendo o “1º postal de boas festas que vais receber” já era suficientemente mau (tentando aliciar os leitores para a visualização do “pirilau” do Pai Natal, explicando depois jocosamente que esta figura não existe)…

O cartão de boas festas que recebi hoje, no endereço de e-mail do emprego, por parte de alguém que nem sequer conheço (deve ter sido spam generalizado aqui aos nossos colegas), muito pior ainda consegue ser!…

Quem é que se lembraria de juntar a uma imagem scannerizada de um cartão de boas festas a seguinte frase da Bíblia: - “E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. Ezequiel 36:26”?
Por mais que me digam que a Bíblia é um livro sagrado e contém inúmeras metáforas, a verdade é que um postal de Natal com este tipo de frase a mim (e a alguns colegas) pareceu algo sórdido!

Provavelmente, como já aqui disse, o meu parco espírito natalício deste ano muito terá contribuído para a criação de um cantinho "Os Cartões de Boas Festas + Horríveis" no meu wall of fame aqui do escritório, depois de ter recebido este postal.

Mas ainda não perdi o espírito positivo e continuo a aguardar por algo que me consiga fazer acordar desta moléstia de escassez de espírito-natalício!

Aceitam-se sugestões...





- "Curtas" - V -


"Laços", de Adriana Falcão (2007).









terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Espírito (pouco) Natalício



Provavelmente será, apenas, devido ao tempo primaveril se ter prolongado consideravelmente este ano (não nos deixando sequer apreciar o Outono e fazendo com que perdessemos a noção das épocas e festividades)...
Ou então, talvez, seja devido ao excesso de trabalho, que pouco tempo livre me deixa para pensar no que quer que seja...
Ou, porventura, poderá, também, ter sido por ter ficado com as pilhas da minha máquina fotográfica completamente KO's (apesar de serem recarregáveis já lá vão 2 anos e parecem estar viciadas), o que me retirou alguma alegria à forma como contemplava (através da objectiva) o mundo (e, consequentemente, as iluminações desta época)...

O facto é que, contrariamente ao ano passado e ao ano anterior, desta vez, ando com um espírito muito pouco (ou quase nada) natalício!...
No mundo actual, vivemos tão intensa e rapidamente os nossos dias que, conforme os anos se vão sucedendo, parece que as festividades vão perdendo a importância ou o significado que para nós tinham.

Por isso, para ver se a coisa muda de figura, aqui deixo um teledisco lindíssimo e mágico, que não fala sobre o Natal, mas nos explica que nada impede que mantenhamos os olhos brilhantes, como os das crianças...




"Les Jours de Neige en Ville", de Amélie les Crayons (2006).





domingo, 26 de novembro de 2006

Notas Soltas – VI

- Banda Sonora para uma Semana –

No meu grupo de amigos, quando temos “serão para cafézinho” em casa uns dos outros (sim, sim, esta é mais uma prova de que estamos a ficar velhotes e já não aguentamos, como outrora, a pedalada das noitadas no Bairro Alto e afins!), instituiu-se, há já algum tempo (se a memória não me falha, fruto de mais uma invenção do Tiago), o agradável hábito de, ao longo da noite, cada convidado ir escolhendo um CD, que vai acompanhando as nossas conversas e divagações.

Um pouco à semelhança desse hábito, cá em casa, quando chego extenuada, depois de um dia de trabalho, gosto de colocar logo alguma música a tocar, para me ir “embalando” o espírito durante as habituais/rotineiras tarefas domésticas, bem como no jantar (sim, porque não tenho por hábito ver o telejornal enquanto como, que é para o meu débil estômago não sofrer nenhuma indigestão!).

Aqui deixo a sugestão da minha banda sonora da semana que passou:

(2ª feira) – Tom canta Vinicius (ao vivo)
(3ª feira) – Seu Jorge – “The Life Aquatic”
(4ª feira) – Bach – “Violin Concertos – Orquestral Suite nº 3”
(5ª feira) – Yann Tiersen – “Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain (original soundtrack)”
(6ª feira) – La Rue Kétanou – “En attendant les Caravanes”
(Sábado) – Goran Bregovic – “Arizona Dream (original soundtrack)”



- Pequenas Coisas Simples da Vida –

(25/11/06)

Uma tarde (muito) bem passada a pôr a conversa em dia com a minha amiga A.
A. é, talvez, das únicas amigas com quem consigo ter conversas sérias sobre a vida e os nossos problemas, tentando sempre enfatizar o aspecto positivo de tudo e brincando mesmo com as situações mais graves… quando, normalmente, eu própria não sou lá muito optimista!
Comparativamente, A. consegue ser ainda mais pessimista do que eu e para piorar a situação, há algum tempo atrás, foi-lhe diagnosticada a doença bipolar.
Se, normalmente, nunca é fácil aguentarmos as nossas próprias neuras, aguentarmos as neuras dos outros quando não nos sentimos bem torna-se ainda pior (daí que aqui faça o mea culpa por, nem sempre, dar a atenção que a minha amiga A. necessita)...
A verdade é que, quando somos Amigos de alguém, temos sempre que tentar fazer um “esforço” redobrado neste tipo de casos, porque, pura e simplesmente, a Amizade assim o impõe.

“Tentar saborear as pequenas coisas simples da vida, para podermos conseguir esquecer as mais desagradáveis”… é sempre um bom conselho a dar!
Alegrarmo-nos com os raios de sol que nos entram pela janela de manhã, depois de um dia de temporal…
Prolongarmos o nosso caminho diário para o emprego, fazendo uma breve incursão por um qualquer jardim, para dar mais ânimo ao dia que se inicia…

Passear de carro, sem rumo certo, junto à Marginal, simplesmente para ver o anoitecer, o mar e apanhar ar fresco!...



Rirmo-nos infantilmente e sem qualquer sentido, enquanto (os outros esperam que a GRANDE árvore se ilumine e) fotografamos as iluminações de Natal da cidade (mesmo que as consideremos o ponto alto do consumismo, não há dúvida que as suas formas são cada vez mais belas!) e não paramos de repetir incessantemente: - “Tão lindooooo!”…
Como fizémos hoje!


É tão bom saborear as pequenas coisas simples desta vida… que tudo o resto parece perder qualquer sentido!...




- Ele já voltou… -





… pelo menos aqui ao meu prédio, outra vez.
Elas já por aí andam, a alastrar como uma praga maldita!