Junto à Azinhaga, entramos por fim na casa...

As salas amplas e encontram-se repletas de detritos. E temos de ter cuidado por onde avançamos, já que o soalho de madeira se encontra completamente danificado.
O sol ilumina as divisões com a sua luz diáfana, entrando pelos escombros partidos dos tijolos.
Não consigo deixar de pensar nos que por aquela casa passaram, como teriam sido as suas vidas, o conforto que deveriam sentir, o que ali fariam...
A sua presença parece ainda inundar aquele imenso espaço agora ocupado por toxicodependentes (como que numa estranha metáfora com tudo o que é decrépito, são sempre estes os últimos habitantes das outrora casas senhoriais - nunca recuperadas pelos seus proprietários ou outros).
E saio dali com inúmeras ideias já a fervilharem-me na cabeça, imaginando como aquele magnífico espaço antigo será brevemente ocupado por uma nova utilização.
O projecto de que se falava há alguns meses atrás, vai, brevemente, iniciar-se aqui (mais um)!...
2 comentários:
depois quero saber mais!
Rutinha: ... isso agora, só para quando combinarmos o nosso cházinho com a Elsa ;)
Bj gd
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