quarta-feira, 22 de julho de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
3ª feira de manhã
E o pardalito que (não foi adoptado, mas sim) "adoptou" a minha vizinha do R/c.
Ia sendo comido pela sua gata, foi salvo e enclausurado numa gaiola para recuperar, e liberto na manhã seguinte.
Passado um dia regressou ao seu quintal para aí se alimentar - hábito que tem mantido desde então, para gáudio e felicidade da minha vizinha de baixo (pessoa a quem as agruras da vida já muito devem ter tecido).
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segunda-feira, 20 de julho de 2009
Notas Soltas - 143
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domingo, 19 de julho de 2009
MIMI - Gatinha para adopção responsável

Caso esteja interessado em adoptar esta linda gatinha, clique na fotografia acima e contacte a Maria.
Ver mais informações aqui.
Lembre-se que adoptar um animal é um acto que implica responsabilidades, na medida em que a vida desse ser vivo passa a depender de si... seja responsável!
Ver mais informações aqui.
Lembre-se que adoptar um animal é um acto que implica responsabilidades, na medida em que a vida desse ser vivo passa a depender de si... seja responsável!
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sábado, 18 de julho de 2009
Há coisas que não mudam...
... Mais um ano, mais 2 (infindáveis) auditorias e a nossa presença nas Festas de Loures (felizmente, a inovação deste ano foi mesmo estarmos bem longe deste Festival!), a antecederem as tão ansiadas e merecidas férias (que começaram hoje a ser gozadas).
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domingo, 12 de julho de 2009
Mikado... o Trio

Afinal, contrariamente ao que pensava, o gato Mikado não era protegido pelo casal de idade, que falecera há um ano atrás naquela vizinhança (esse casal protegia estes outros gatos, que se viriam a transformar nos "7 Gatos dos Quintais").
Mikado, pai dos bebés da Luana, apesar de deambular assiduamente por aqueles quintais, vinha de longe, de parte incerta... Por vezes, passava as tardes espraiado ao sol, junto a Misha e Luana, outras vezes, aparecia só à noitinha, perto das 22h, e, depois de comer, voltava a desaparecer.
Só há muito pouco tempo tive conhecimento que, afinal, Mikado era um dos felinos-habitantes da casa que fora recentemente demolida (sem que ninguém se preocupasse com os seres vivos que aí se encontravam).
Na semana seguinte à demolição do seu habitat, que, curiosamente, coincidiu com as capturas levadas a cabo pelos funcionários do Canil/Gatil Municipal de Lisboa dos animais que aí se encontravam; Mikado passou a pernoitar nos quintais e a deitar-se todas as tardes por debaixo da minha janela do quarto.
Estranhei tal facto... que só viria a compreender mais tarde, quando me contaram o que se passara com a captura dos animais da casa demolida.
Mikado conseguira escapar...
Mikado, pai dos bebés da Luana, apesar de deambular assiduamente por aqueles quintais, vinha de longe, de parte incerta... Por vezes, passava as tardes espraiado ao sol, junto a Misha e Luana, outras vezes, aparecia só à noitinha, perto das 22h, e, depois de comer, voltava a desaparecer.
Só há muito pouco tempo tive conhecimento que, afinal, Mikado era um dos felinos-habitantes da casa que fora recentemente demolida (sem que ninguém se preocupasse com os seres vivos que aí se encontravam).
Na semana seguinte à demolição do seu habitat, que, curiosamente, coincidiu com as capturas levadas a cabo pelos funcionários do Canil/Gatil Municipal de Lisboa dos animais que aí se encontravam; Mikado passou a pernoitar nos quintais e a deitar-se todas as tardes por debaixo da minha janela do quarto.
Estranhei tal facto... que só viria a compreender mais tarde, quando me contaram o que se passara com a captura dos animais da casa demolida.
Mikado conseguira escapar...
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sábado, 11 de julho de 2009
Os Amigos não se alugam!
Digam o que disserem, nem mesmo o individualismo exacerbado dos nossos dias ou a solidão crescente podem justificar que os amigos se aluguem, ou sejam sequer pagos pela amizade que "oferecem" a outrém!...
O conceito da verdadeira Amizade é o de algo que não se pede (e da qual nada se espera em troca), mas que se vai encontrando ao longo da nossa vida, crescendo e sendo fomentada ao longo dos tempos.
Quando nascemos, não escolhemos a família em que crescemos. Mas com os Amigos verdadeiros podemos criar a família que idealizamos.
Os verdadeiros Amigos são aqueles que duram para sempre, que estão sempre lá quando deles precisamos... e que sabemos conscientemente que, devido ao ritmo acelerado das nossas vidas diárias, podemos estar longos períodos sem com eles falar que, quando o voltamos a fazer, a conversa flui como se não nos víssemos desde a véspera.
Digam o que disserem, choca-me muito saber que, neste mundo consumista, até já os amigos se podem alugar e ser pagos por isso!...
"Abençoados os que possuem amigos,
os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede,
não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!"
Machado de Assis
os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede,
não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!"
Machado de Assis
Falando de Amizade...
Hoje foi noite da prometida cachupa de regresso da Sónia, à qual juntámos a comemoração do aniversário do Hugo e a colaboração artesanal na elaboração dos últimos convites de casamento da Raquel & João...
Uma verdadeira noite entre amigos, para colocar a conversa em dia e estarmos apenas juntos!
Depois de 2 meses no Canadá, houve ainda tempo para os habituais souvenirs...
Hoje foi noite da prometida cachupa de regresso da Sónia, à qual juntámos a comemoração do aniversário do Hugo e a colaboração artesanal na elaboração dos últimos convites de casamento da Raquel & João...
Uma verdadeira noite entre amigos, para colocar a conversa em dia e estarmos apenas juntos!
Depois de 2 meses no Canadá, houve ainda tempo para os habituais souvenirs...

Alguns dos quais, vieram por intermédia pessoa, da parte de uma grande Amiga, que já não vejo há alguns anos.
Finalmente, fiquei a conhecer na prática o projecto "Merci Paris 1946", sobre o qual já aqui tinha falado, e fiquei mesmo fã...
Finalmente, fiquei a conhecer na prática o projecto "Merci Paris 1946", sobre o qual já aqui tinha falado, e fiquei mesmo fã...

Muito obrigada, querida Rute!
Adorei a prendinha que enviaste pela Sónia. Desejo-te tudo de bom para este teu novo projecto, e que o mesmo se transforme num sucesso internacional! :)
Adorei a prendinha que enviaste pela Sónia. Desejo-te tudo de bom para este teu novo projecto, e que o mesmo se transforme num sucesso internacional! :)
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
"À ton Étoile"
Bertrand Cantat - "À ton Étoile"
Sous la lumière en plein
et dans l'ombre en silence
si tu cherches un abri
Inaccessible
Dis toi qu'il n'est pas loin et qu'on y brille
À ton étoile
Petite soeur de mes nuits
ça m'a manqué tout ça
quand tu sauvais la face
à bien d'autre que moi
sache que je n'oublie rien mais qu'on efface
À ton étoile
Toujours à l'horizon
Des soleils qui s'inclinent
comme on a pas le choix il nous reste le coeur
tu peux cracher même rire, et tu le dois
À ton étoile
A Marcos
A la joie
A la beauté des rêves
A la mélancolie
A l'éspoir qui nous tient
A la santé du feu
Et de la flamme
À ton étoile
terça-feira, 7 de julho de 2009
domingo, 5 de julho de 2009
"Le Vrai Sens de la Vie"
Dead Can Dance - "The Host of Seraphim"
"Nous sommes des visiteurs sur cette planéte.
Nous sommes ici pour quatre-vingt dix ou cent ans, tout au plus.
Pendant cette période, nous devons essayer de faire quelque chose de bon, d'utile.
Si vous contribuez au bonheur d'autrui, vous trouverez le vrai but,
Le vrai sens de la vie."
S.S. Dalai Lama
sábado, 4 de julho de 2009
FIA'09
Devido à crise que se instalou, acho que já não comprava um vestido (ou outros acessórios de indumentária) há um bom par de anos!...
Esta tarde, no penúltimo dia da Feira Internacional de Artesanato de Lisboa, perdi completamente a cabeça e trouxe logo 2 vestidos (pela promoção: 1 vestido 8€, 2 vestidos 10€, que um stand da Índia fazia), assim como uma série de outros artigos fantásticos.
Ao contrário de outros anos, a FIA'09 esteve não só hiper-concorrida, como repleta de novidades em todos os stands.
Ir à FIA já se tornou uma tradição cá em casa e sempre deu para desanuviar um pouco a cabeça de outros assuntos (mas ficar bastante moída nos pés e com um grande rombo no carteira).
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
A razão da minha ausência
Depois do sucedâneo de eventos do mês passado, quando esperávamos que o trabalho começasse a acalmar mais, somos brindados com uma auditoria (que nos deixa uma semana inteira - e mais alguns dias da semana que findou - a trabalhar sempre no mesmo e sem cabeça para mais nada).
Quando esperava que as coisas começassem a acalmar mais, com a proximidade das férias de Verão, acabo por passar uma das piores semanas, também, a nível pessoal (devido a alguns casos com animais): uma casa antiga onde habitava uma colónia de gatinhos foi demolida na zona onde moro e os animais acabaram por ser todos apanhados pelo Canil/Gatil Municipal de Lisboa; na véspera desse fatídico acontecimento, à noite, um cão (que tinha donos, mas o traziam à rua sem trela e muito poucas vezes) foi atropelado na minha rua... e foi horrível, porque o animal morreu logo ali e ainda estive a ajudar os donos, que não sabiam onde o deviam levar.
Tenho a perfeita noção que, com o passar dos tempos, me tenho vindo a tornar muito chatinha (para quem me rodeia) e um pouco obcecada com tudo isto a propósito dos animais...
A verdade é que também eu anseio por voltar a ter uma vida normal (como tinha dantes!), longe destas confusões, sem estar sempre a receber milhentos apelos de adopções ou pedidos de ajuda por dia, sem me estarem sempre a aparecer cães atropelados à frente ou gatos a precisarem de apoio...
Nas últimas semanas, começo a sentir-me muito esgotada (física e emocionalmente), como se estivesse sempre a lutar contra ventos e marés, pela promoção dos direitos do Homem (a nível profissional) e pelos Direitos dos Animais (fora do emprego)... e eu sou apenas uma, e não consigo mudar o mundo, se as próprias instituições não estiverem predispostas a mudar de mentalidade.
domingo, 21 de junho de 2009
sábado, 20 de junho de 2009
Dia Mundial do Refugiado
"Où donc est ma patrie ?
Ma patrie est là où je suis,
où personne ne me dérange,
où personne ne me demande qui je suis,
d’où je viens et ce que je fais."
B. Traven, in "Le Vaisseau des morts"
Ma patrie est là où je suis,
où personne ne me dérange,
où personne ne me demande qui je suis,
d’où je viens et ce que je fais."
B. Traven, in "Le Vaisseau des morts"

Arraial Popular para diversificar um pouco as comemorações deste ano do Dia Mundial do Refugiado.
Os agradecimentos aos amigos que estiveram presentes (e nos ajudaram) nunca são suficientes para exprimir toda a nossa gratidão *!...
* Incluindo a devida menção à Priminha, pela venda dos (imprescindíveis) manjericos!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
42º à sombra... e um dia repleto de História

42º à sombra em Barrancos, onde nos deslocámos bem cedo esta manhã, juntamente com mais de 50 requerentes de asilo e refugiados, para participar na conferência "Refugiados de Ontem, Refugiados de Hoje".
"Em Setembro de 1936 são ocupadas, pelas forças do General Franco, as ultimas povoações republicanas que confinam com a fronteira portuguesa de Barrancos. Tal como na Andaluzia, a violência e o terror invade a Estremadura espanhola. Em Portugal, o apoio de Salazar ao golpe militar marcou desde o primeiro momento a sua política, fundamental à consolidação do regime. As ordens emitidas sobre o destino dos refugiados republicanos são dúbias, por isso compete aos homens no terreno interpretá-las e cumpri-las segundo os seus princípios, profissionais e humanos.
Encurralados entre o fogo das forças nacionalistas e a fronteira portuguesa de Barrancos centenas de republicanos decidem passar linha de fronteira, sem a garantia de serem recebidos como refugiados políticos. Para o efeito foi improvisado um “campo de concentração” na herdade da Coitadinha, com conhecimento de Salazar. Quando até então o procedimento das autoridades portuguesas tinha sido a entrega aos golpistas, marcando para sempre a memória colectiva sobre os fuzilamentos sumários.
A intervenção dos militares portugueses em Barrancos marcou a diferença entre a vida e a morte de 1.020 refugiados, repatriados pelo Governo português para a zona republicana de Tarragona. Resultando num acontecimento singular, que assinala a acção humanitária de homens como o tenente Seixas, posteriormente penalizado por ter ocultado a existência do campo da herdade das Russianas, onde concentrou três centenas de refugiados à revelia do poder central.
Por outro lado, a guerra civil de Espanha também reactivou as relações entre os barranquenhos e os vizinhos espanhóis, escondendo e protegendo refugiados até ao final do conflito. Hoje, ainda aqui permanecem os descendentes e as memórias desse tempo silenciado."
In "Noudar: Los Refugiados de Barrancos".
Mais informações sobre o excelente documentário "Los Refugiados de Barrancos", a ler aqui.
"Em Setembro de 1936 são ocupadas, pelas forças do General Franco, as ultimas povoações republicanas que confinam com a fronteira portuguesa de Barrancos. Tal como na Andaluzia, a violência e o terror invade a Estremadura espanhola. Em Portugal, o apoio de Salazar ao golpe militar marcou desde o primeiro momento a sua política, fundamental à consolidação do regime. As ordens emitidas sobre o destino dos refugiados republicanos são dúbias, por isso compete aos homens no terreno interpretá-las e cumpri-las segundo os seus princípios, profissionais e humanos.
Encurralados entre o fogo das forças nacionalistas e a fronteira portuguesa de Barrancos centenas de republicanos decidem passar linha de fronteira, sem a garantia de serem recebidos como refugiados políticos. Para o efeito foi improvisado um “campo de concentração” na herdade da Coitadinha, com conhecimento de Salazar. Quando até então o procedimento das autoridades portuguesas tinha sido a entrega aos golpistas, marcando para sempre a memória colectiva sobre os fuzilamentos sumários.
A intervenção dos militares portugueses em Barrancos marcou a diferença entre a vida e a morte de 1.020 refugiados, repatriados pelo Governo português para a zona republicana de Tarragona. Resultando num acontecimento singular, que assinala a acção humanitária de homens como o tenente Seixas, posteriormente penalizado por ter ocultado a existência do campo da herdade das Russianas, onde concentrou três centenas de refugiados à revelia do poder central.
Por outro lado, a guerra civil de Espanha também reactivou as relações entre os barranquenhos e os vizinhos espanhóis, escondendo e protegendo refugiados até ao final do conflito. Hoje, ainda aqui permanecem os descendentes e as memórias desse tempo silenciado."
In "Noudar: Los Refugiados de Barrancos".
Mais informações sobre o excelente documentário "Los Refugiados de Barrancos", a ler aqui.
Os "refugiados de hoje", que continuam a chegar a Portugal, não são muito diferentes desses refugiados do Passado. Também eles, ao lutarem pela sua sobrevivência, se viram obrigados a abandonar o seu país, os seus bens e, em muitos casos, as suas famílias.
Aqui chegam, na maioria das vezes, sem saberem sequer o destino para onde iam. Não falam a nossa língua, os seus hábitos e cultura são muito diferentes dos nossos. E sentem-se completamente perdidos, como se fizessem parte de uma terra de ninguém!
Mas o que os move é um desejo imenso de segurança, num país ao qual possam voltar a chamar a sua Casa.
Os refugiados experimentaram a dor física e psicológica e, durante a fuga, perderam as suas raízes e a própria identidade.
É nessa reestruturação e reafirmação da sua identidade no novo país de acolhimento, através de um constante processo de troca e aprendizagem comum, num local onde as fronteiras físicas deixaram de fazer sentido, que se encontra, precisamente, a riqueza dos dias do nosso trabalho!
Na viagem de regresso, já ao final do dia, houve canções multi-étnicas de saudade e de esperança, à semelhança do que costumamos fazer.
E não foram as minhas persistentes arritmias e quebras de tensão (provocadas por este meu mau-estar com o calor - no Alentejo profundo e interior este clima pode tornar-se um verdadeiro inferno, para quem a ele não está habituado!), assim como a questão dos "touros de morte" (com a qual não posso, de modo algum, concordar sequer!), esta viagem foi um sucesso!
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terça-feira, 16 de junho de 2009
Entrevista ao "Bazar dos Ronrons"
O Projecto "Esterilização Obrigatória" entrevistou-nos recentemente, a propósito do "Bazar dos Ronrons" e de uma série de outros assuntos importantes relacionados com os animais.
A ler aqui.
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sexta-feira, 12 de junho de 2009
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Corners of my Home - 35
Porque a vida nem sempre é tão cor-de-rosa como, por vezes, gostamos de a mostrar...
Porque os nossos jardins nem sempre são bonitos e, algumas vezes, podem transformar-se em verdadeiras selvas...
Porque o meu lado maníaco-organizado só funciona mesmo no trabalho, apesar de alguns colegas continuarem a acreditar que em casa não posso ser tão desorganizada quanto digo...
Hoje deixo-vos aqui fotos do estado a que chegou a minha varanda, depois de durante um ano ter sido completamente votada ao abandono.

A minha linda varanda, que costumava ser muito gabada pelos vizinhos, onde eu tinha flores de Inverno e outras diferentes no Verão, passou a ser completamente ignorada.
Como costumo explicar, tinha que fazer uma opção entre salvar 2 ninhadas de gatos e 3 gatas adultas, ou fazer com que as plantas da minha varanda sobrevivessem... e, como o tempo é cada vez mais curto para se conseguir fazer tudo aquilo que pretendemos, uma das duas situações teria que ser protelada.
Penso que, nessa altura, fiz a melhor escolha!
Mas o facto é que a minha Tamarix morreu, assim como toda a réstia de vida que ainda ali houvesse na varanda.
Esta tarde vi os primeiros sinais de vida regressarem à varanda. E continuei o trabalho de re-plantação.
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