sábado, 2 de maio de 2009

Corners of my Home - 33





Depois de 3 dias e meio longe de casa, ao chegar, encontrei-a completamente de pantanas.
As gatas decidiram colocar tudo revirado, segundo a minha mãe, a menos de um dia de eu chegar... como se se tratasse de uma pequena vingança.







Esta tarde, passei-a a arrumar e limpar tudo o que se encontrava fora de ordem.
E, felizmente, esta mega-caixa de arrumação, encontrada numa das lojas dos chineses locais, veio mesmo a calhar.












quarta-feira, 29 de abril de 2009

Praga - Dia 4 (Fim)





3 horas e meia de viagem de regresso a Lisboa, ainda com muitas imagens de Praga na cabeça.

Sem dúvida alguma, uma cidade à qual terei um dia que regressar com mais calma e tempo, para aproveitar bem todo o seu esplendor!



terça-feira, 28 de abril de 2009

Praga - Dia 3





Depois de um dia inteiro fechados dentro da sala de reuniões do hotel, nada melhor do que dividirmo-nos em grupos e terminarmos a noite no centro de Praga, para jantar.







No nosso pequeno grupo de 6 mulheres (Finlândia, Portugal, Noruega, Irlanda, Holanda e Itália), a conversa fluiu bem animada durante todo o jantar.







E terminamos a noite um pouco perdidas pelas ruas de Praga, em busca de paragem de eléctrico. Aproveitando, sobretudo, para uma nova perspectiva sobre a magnífica cidade.

Amanhã, partirei para Portugal.












segunda-feira, 27 de abril de 2009

Praga - Dia 2






Ontem não consegui mesmo evitar permanecer num estranho misto de estranheza/irritação pelo facto de me sentir quase como que uma refugiada num país estrangeiro (agora, finalmente, consegui compreender na pele, o público-alvo com quem trabalho diariamente!), onde, para além de ninguém falar a minha língua, tão pouco falam o Inglês.

A visita à cidade também não foi a ideal, pelo tempo acinzentado e triste, assim como devido à presença claustrofóbica de centenas e centenas de turistas no centro de Praga.
Consequentemente, nem a vontade de fotografar (que, para quem me conhece, sabe que me está entranhada nos dedos e na alma!) era muita e temo, sinceramente, que o resultado final tenha sido catastrófico.

Por isso mesmo, ontem à noite, enquanto bebia um balde de uma espécie de café (não há como o nosso em Portugal!) no MacDonald's por debaixo da janela do meu quarto de hotel (servido por um teenager checo, que, curiosamente, também, não falava inglês), prometera a mim própria partir numa nova investida pela descoberta dos encantos daquela que me parecera uma belissíma cidade.

Depois de um bom pequeno-almoço, tomado na companhia dos turistas idosos italianos que, entretanto, inundaram o hotel; às 8h30 já estava na rua, à espera do eléctrico para o centro da cidade (nem o facto da diferença horária ser de uma hora a mais, comparativamente com Lisboa, me deixou minimamente afectada).

Enquanto aguardo pelo eléctrico, apercebo-me que, de facto, Praga é mesmo a cidade dos cães, tal é a profusão destes animais que abundam pelas ruas, acompanhados pelos seus zelosos donos (por breves momentos, começo a lembrar-me da situação divergente que existe em Portugal... e acabo por preferir não pensar em coisas tristes!).







Chegada ao centro de Praga, inicio a minha caminhada pelo lado esquerdo do rio, no bairro de Malá Strana, no sopé da colina do Castelo de Praga.

Malostranské Náměstí, a pequena praça em obras; a rua Nerudova e as magníficas fachadas dos seus restaurantes, cafés e galerias de arte; os edifícios antigos perto da entrada para a Charles Bridge.








Depois de passar bem perto pelo Museu de Franz Kafka (onde acabo por já não ter tempo de ir!), dirijo-me para a Ilha de Kampa, o meu destino primordial nesta manhã.

Esta pequena Veneza de Leste, à entrada de Charles Bridge, deixa-me completamente estonteada com a sua beleza.







Nova investida pela Charles Bridge (onde, na véspera, me sentira bem apertada!)...

Por ser tão cedo, ainda apanho os "seguranças" da ponte, que colocam os stands de cada vendedor de souvenirs no seu local pré-estabelecido e, paralelamente, "desimpedem"-na de todos os mendigos que por ali dormiram.







Atravessada a ponte, dirigo-me a Josefov, o bairro judaico de Praga, repleto de antigas sinagogas, mercados temáticos dirigidos a turistas e as suas pequenas lojas e comércios tradicionais.

Em Staromestske Namesti (uma das mais bonitas praças que já vi!), aproveito para me sentar e descansar durante um bom bocado desta longa caminhada matinal.
Vou, também, observando os turistas que passam, os infindáveis guias que "oferecem" os seus serviços, o famoso relógio astronómico (onde, ao bater de cada hora, ali assomam milhares de pessoas, para verem as suas figuras rodarem)...

Curiosamente, o que acaba por mais me surpreender, nesta manhã solarenga, numa cidade onde tudo parece girar em torno do negócio turístico, é, sem dúvida alguma, aquele rapaz que trabalha bem de perto com os animais que servem os turistas.
À primeira vista, pela forma como se movimenta e age, dir-se-ia possuir algum atraso cognitivo; mas o carinho que sente pelos cavalos que alimenta é notório, quando o vejo debruçar-se sobre uma das parelhas e colocar a sua cabeça junto às dos animais, como se com eles estivesse a conversar, afagando-as de uma forma tão inocente e despudorada.







Concluído o passeio matinal, regresso ao hotel, onde a reunião de trabalho se iniciou no período da tarde.

À noite, juntamente com os colegas de mais de 20 nacionalidades, jantamos neste restaurante, deliciosos pratos de carne.












domingo, 26 de abril de 2009

Praga - Dia 1





Acordar bem cedinho, para consegui estar no aeroporto às 7h da manhã (para um voo às 9h10) a um domingo tem muito que se lhe diga (em particular para quem, tal como eu, tem o síndrome dos aeroportos e fica logo com stress e nervoso miudinho face aos preliminares que antecedem as viagens)!...

Mas, como a última vez que viajara para fora de Portugal, fora há dois anos atrás, os stresses até correram melhor do que esperava (em parte pelo aliciante de ir a uma reunião de trabalho deste programa na famosa capital checa).








3 horas e 20 minutos depois aterro no Aeroporto de Ruzyně, onde fico estonteada com a pontualidade dos transportes públicos para o centro da cidade (já para não falar do módico preço dos bilhetes... apenas 1€ por um bilhete de 1 hora de viagem, que dá para metro, autocarro ou eléctrico).

Com o guia da cidade nas mãos (onde prendera, também, as guidelines e indicações geográficas sobre como me dirigir para o hotel - fornecidas previamente pela responsável da reunião), consigo apanhar o metro, mais um eléctrico e dirigir-me até à estação indicada.

Aí, começa então o busílis da questão, dado que não me consigo orientar de modo algum com o mapa fornecido, as indicações dadas e as ruas onde me encontro!...

Pergunto a uma rapariga na paragem de eléctrico, e ela não fala inglês. Atravesso a rua, pergunto a um jovem e nada, também, não fala inglês. Mais à frente, uma senhora de idade, responde-me em checo quando lhe mostro a morada do hotel... e fico na mesma. Tento a sorte com um casal jovem, aparentemente, de origem estrangeira, que me tentam ajudar articulando uma linguagem gestual, já que também não falavam inglês.

Por fim, lá consigo chegar ao hotel, construído dentro de um complexo desportivo, a 30 minutos do centro de Praga, numa zona residencial algo cinzenta e triste (a fazer lembrar em muito os tempos do Comunismo que ali se viveram).
Instalo-me num quarto por cima do MacDonald's, com vista para um grande centro comercial e para o supermercado inglês Tesco. E, depois de um breve repouso, parto para o centro da cidade (já que os dias de reunião deixam-nos muito pouco tempo livre para visitas turísticas, pelo que há que aproveitar todos os pequenos momentos).







Praga é uma cidade relativamente pequena, cujo centro histórico e principais atracções se visitam muito bem caminhando, uma vez que ficam todas muito perto.

O Rio Vltava divide a cidade em duas partes, ligadas pela famosa Charles Bridge (uma ponte cheia de animação onde, esta tarde, mal se conseguia calcorrear, devido ao excesso de turistas sobre a mesma).







Uma tarde muito bem passada no centro histórico de Praga, considerado pela UNESCO como património da humanidade, a apreciar os maravilhosos murais destes edifícios antigos tão bem preservados.









Apesar do tempo estar meio cinzento e a cidade estar apilhada de turistas nesta tarde de domingo, o primeiro embate com esta cidade deixou-me mesmo boquiaberta.

Amanhã há mais (se as bolhas que hoje ganhei nos pés me permitirem), porque a reunião só começa às 14h00!...










sábado, 25 de abril de 2009

Liberdade









"(...) Em cada esquina um amigo,
Em cada rosto igualdade (...)"








sexta-feira, 24 de abril de 2009

ENCONTROU-SE








Este gato entrou-nos hoje, a meio da manhã, pelo escritório dentro, miando muito e parecendo andar perdido.

Não o conseguimos deixar na rua, com medo que lhe sucedesse algo de mau e recolhemo-lo.

Estava muito sujo de óleo de carro, o que indicava andar na rua já há alguns dias. Foi levado ao veterinário e encontra-se bem de saúde, apesar de não estar castrado.






Se reconhece este gato ou sabem quem é o seu dono, contacte-nos, pff., para 91. 42 30 669.

Este gato apenas será devolvido a quem comprovar com fidedignidade ser o seu dono.

Muito obrigada!








quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tillandsia







Este fim de tarde, ofereceram-me uma planta que vive do ar, da humidade e das poeiras, segundo me informaram, vinda directamente dos Açores.

Mais tarde, viria a saber, através da priminha, que se trata de uma Tillandsia.








sexta-feira, 17 de abril de 2009

Os Gatos dos Quintais








A minha vida dava um verdadeiro filme... e com (muitos) gatos à mistura!

Depois da saga da busca pela Luana, desta feita, apareceu-nos nos quintais das traseiras um gato preto enorme, o qual não parava de perseguir desalmadamente Luana e de bater em todos os restantes machos.

Mais tarde, veio a descobrir tratar-se do velhote Pelé, um dos gatos que vive neste jardim comunitário, e daí tinha fugido com o cio.