Acordar bem cedinho, para consegui estar no aeroporto às 7h da manhã (para um voo às 9h10) a um domingo tem muito que se lhe diga (em particular para quem, tal como eu, tem o síndrome dos aeroportos e fica logo com stress e nervoso miudinho face aos preliminares que antecedem as viagens)!...
Mas, como a última vez que viajara para fora de Portugal, fora há dois anos atrás, os stresses até correram melhor do que esperava (em parte pelo aliciante de ir a uma reunião de trabalho deste programa na famosa capital checa).
Mas, como a última vez que viajara para fora de Portugal, fora há dois anos atrás, os stresses até correram melhor do que esperava (em parte pelo aliciante de ir a uma reunião de trabalho deste programa na famosa capital checa).

3 horas e 20 minutos depois aterro no Aeroporto de Ruzyně, onde fico estonteada com a pontualidade dos transportes públicos para o centro da cidade (já para não falar do módico preço dos bilhetes... apenas 1€ por um bilhete de 1 hora de viagem, que dá para metro, autocarro ou eléctrico).
Com o guia da cidade nas mãos (onde prendera, também, as guidelines e indicações geográficas sobre como me dirigir para o hotel - fornecidas previamente pela responsável da reunião), consigo apanhar o metro, mais um eléctrico e dirigir-me até à estação indicada.
Aí, começa então o busílis da questão, dado que não me consigo orientar de modo algum com o mapa fornecido, as indicações dadas e as ruas onde me encontro!...
Pergunto a uma rapariga na paragem de eléctrico, e ela não fala inglês. Atravesso a rua, pergunto a um jovem e nada, também, não fala inglês. Mais à frente, uma senhora de idade, responde-me em checo quando lhe mostro a morada do hotel... e fico na mesma. Tento a sorte com um casal jovem, aparentemente, de origem estrangeira, que me tentam ajudar articulando uma linguagem gestual, já que também não falavam inglês.
Por fim, lá consigo chegar ao hotel, construído dentro de um complexo desportivo, a 30 minutos do centro de Praga, numa zona residencial algo cinzenta e triste (a fazer lembrar em muito os tempos do Comunismo que ali se viveram).
Instalo-me num quarto por cima do MacDonald's, com vista para um grande centro comercial e para o supermercado inglês Tesco. E, depois de um breve repouso, parto para o centro da cidade (já que os dias de reunião deixam-nos muito pouco tempo livre para visitas turísticas, pelo que há que aproveitar todos os pequenos momentos).
Com o guia da cidade nas mãos (onde prendera, também, as guidelines e indicações geográficas sobre como me dirigir para o hotel - fornecidas previamente pela responsável da reunião), consigo apanhar o metro, mais um eléctrico e dirigir-me até à estação indicada.
Aí, começa então o busílis da questão, dado que não me consigo orientar de modo algum com o mapa fornecido, as indicações dadas e as ruas onde me encontro!...
Pergunto a uma rapariga na paragem de eléctrico, e ela não fala inglês. Atravesso a rua, pergunto a um jovem e nada, também, não fala inglês. Mais à frente, uma senhora de idade, responde-me em checo quando lhe mostro a morada do hotel... e fico na mesma. Tento a sorte com um casal jovem, aparentemente, de origem estrangeira, que me tentam ajudar articulando uma linguagem gestual, já que também não falavam inglês.
Por fim, lá consigo chegar ao hotel, construído dentro de um complexo desportivo, a 30 minutos do centro de Praga, numa zona residencial algo cinzenta e triste (a fazer lembrar em muito os tempos do Comunismo que ali se viveram).
Instalo-me num quarto por cima do MacDonald's, com vista para um grande centro comercial e para o supermercado inglês Tesco. E, depois de um breve repouso, parto para o centro da cidade (já que os dias de reunião deixam-nos muito pouco tempo livre para visitas turísticas, pelo que há que aproveitar todos os pequenos momentos).

Praga é uma cidade relativamente pequena, cujo centro histórico e principais atracções se visitam muito bem caminhando, uma vez que ficam todas muito perto.
O Rio Vltava divide a cidade em duas partes, ligadas pela famosa Charles Bridge (uma ponte cheia de animação onde, esta tarde, mal se conseguia calcorrear, devido ao excesso de turistas sobre a mesma).

Uma tarde muito bem passada no centro histórico de Praga, considerado pela UNESCO como património da humanidade, a apreciar os maravilhosos murais destes edifícios antigos tão bem preservados.
Apesar do tempo estar meio cinzento e a cidade estar apilhada de turistas nesta tarde de domingo, o primeiro embate com esta cidade deixou-me mesmo boquiaberta.
Amanhã há mais (se as bolhas que hoje ganhei nos pés me permitirem), porque a reunião só começa às 14h00!...
Apesar do tempo estar meio cinzento e a cidade estar apilhada de turistas nesta tarde de domingo, o primeiro embate com esta cidade deixou-me mesmo boquiaberta.
Amanhã há mais (se as bolhas que hoje ganhei nos pés me permitirem), porque a reunião só começa às 14h00!...

