sexta-feira, 13 de março de 2009

Em busca da Luana... - 4





Fez ontem uma semana que a Luana caíu aos quintais mais baixos e desapareceu!...

Ontem fui acordada, às 6h da manhã, com o PB a miar furiosamente ao Mikado (gato que não está castrado, pai dos filhotes que a Luana teve), enquanto a Misha esperava por debaixo da minha janela do quarto para comer.
Cai, assim, por terra a teoria de quem outro dia me fez uma cena do arco-da-velha na clínica veterinária, apenas, porque eu ia mandar castrar um gato macho.

O dia de ontem foi-me muito difícil de suportar... sobretudo, porque fazia uma semana desde que Luana caíra aos quintais mais baixos e, desde então, não havia sinal dela (apenas o seu miado)... os meus nervos têm andado completamente alterados.

Ao fim da tarde de ontem, deixei no quintal do Sr. Zé, junto à armadilha, do lado de fora, uma das mantas da casota da Misha e da Luana, que tem o cheiro delas (a ver se Luana se sente atraída pelo mesmo e entra dentro da armadilha).

Esta manhã, quando lá fui ao quintal espreitar, antes de ir para o emprego, a manta que deixara junto à armadilha parecia estar remexida e tinha algumas folhas e ervas por cima. Aparentemente, não poderiam ter sido os patinhos bebés, que nunca vão para aquela zona do quintal. Mas a Luana não estava dentro da armadilha e a comida por lá continuava imaculada.
Uma familiar do Sr. Zé, que ali estava alimentar os patinhos, disse-me que a Luana devia andar por ali, dado que a sua cunhada no 3º andar a costuma ouvir às 6h da manhã (hora a que eu a costumava alimentar por debaixo da minha janela).

À noite, quando regressei, a armadilha continuava na mesma. Ainda andei a chamar pela Luana e a espreitar num dos quintais abandonados... e nada.






quarta-feira, 11 de março de 2009

Em busca da Luana... - 3




Esta manhã voltei a ouvir a Luana miar ao longe, mas começo a ficar preocupada, pois, apesar do miado dela não me parece ser aflitivo (é mais de chamamento, como ela costumava fazer para chamar a Misha - sua mãe -, ou quando eu lhe dava comida de manhã), começo a pensar se ela não estará presa em algum sítio de onde não consegue sair, se já se estará a habituar ao sítio onde está ou se é um miado por já não aguentar mais...

O quintal onde tenho colocado a armadilha é um quintal que fica nas traseiras do meu prédio, mas do lado contrário... cerca de 3 ou 4 prédios depois do meu. No entanto, fica apenas a um prédio depois do terraço onde morava a ex-dona da Luana (só que pelo meio tem um prédio muito alto).
Foi neste quintal que, quando andei lá perto nuns outros quintais abandonados (nos quais viviam os "7 Gatos dos Quintais"), a ouvi miar pela primeira vez, depois de a ter chamado.
Mais tarde, uma senhora desse prédio confirmou-me que ela andava por ali (talvez lá vá comer, porque no quintal vivem dois patos bebés a quem deixam alimentos).

O problema é que, quando a chamo desse quintal (onde coloco a armadilha) ouço-a do lado contrário, nos quintais abandonados e vice versa.
De início, ainda pensei que andasse a vaguear pelos 2 quintais, mas agora já não sei. Aos quintais abandonados só consigo voltar para procurar este sábado de manhã, porque os vizinhos pelos quais se tem acesso aos quintais só estão em casa depois das 19h e já é noite.

Esta tarde, fui até aos quintais abandonados ainda com luz do dia, subindo através do muro do quintal da retrosaria (onde coloquei a armadilha). E andei a inspeccionar num barracão imundo repleto de longas faixas de madeira e por entre as ervas.
A minha mãe, que me tinha acompanhado, ouviu a Luana miar quando a chamei, depois de já ter saído desses quintais abandonados. E, passado um pouco, ouvi uma coisa nas ervas a mexer... mas também podia ser uma ratazana (pois ali abundam bastantes).

Continuo a achar que, se Luana está bem e me mia quando a chamo, a algum sítio tem que se ir alimentar... e o único sítio onde ali há comida é neste quintal onde tenho deixado a armadilha, por causa da comida dos patinhos que lá estão.
Esta manhã, perguntei ao Sr. Zé (o senhor da retrosaria, que tem as chaves desse quintal), se, por acaso, tinha reparado se a comida dos patos andava a desaparecer mais depressa do que o normal, ao que ele me respondeu que não (mas, também, não quer dizer nada, porque este senhor nem sequer sabia de que cor é que era o gato que estava dentro da armadilha, quando apanhámos o gato preto/branco... ou seja, quem não liga muito aos animais, também não liga a estes pequenos pormenores).

A Luana é uma gata muito medrosa e que apenas se aproximava da sua dona.
Este Verão, quando a fui apanhar com a transportadora, para a mandar esterilizar, ela só entrou mesmo ao engano e estando eu escondida.
Acho que ela me reconhece a voz e, possivelmente, no sítio por onde anda, até me vê à sua procura e vê a minha janela... só que deve continuar muito assustada com tudo isto (para além de que no quintal da vivenda existe a tal cadela que mata todos os gatos que para ali vão, pelo que a Luana também poderá estar muito assustada).
Mas é sempre diferente ela ver-me a 2 metros de altura, como via quando eu lhe dava comida e ela não fugia, e ver-me bem mais perto...

Em relação ao gato preto/branco, o "Papalagui" (que assim havia nomeado por ser estrangeiro àqueles quintais, mas que agora se passou a chamar apenas "PB")...
Quando cheguei a casa ao fim do dia, tinha-o a ele e à Misha (mãe da Luana) debaixo da minha janela do quarto para comerem.
Parece que o "PB" se habituou a uma vidinha mais caseira e recatada, nos quintais protegidos.









terça-feira, 10 de março de 2009

Em busca da Luana... - 2





Infelizmente, esta manhã, a Luana não estava na armadilha!...
Quando lá fui ao quintal retrosaria, esta manhã, antes das 9h, a armadilha estava vazia e a comida intacta.
Ontem à noite, quando montara pela primeira vez a armadilha, estava muito esperançada que a Luana lá entrasse... por isso, fiquei a sentir-me mesmo destroçada.

O veterinário já me tinha ontem alertado para que, sendo a gata medrosa, pudesse não entrar logo à primeira vez na armadilha.
Mas estou mesmo a desesperar com tudo isto!

Ontem ao fim da tarde, quando lá fomos e a chamei, ainda a ouvi miar.
Mas esta manhã, quando acordei e olhei para esse quintal ao longe só lá vi o gato preto/branco em cima do muro a espreitar. Pareceu-me ouvir miar (e a cadela da vivenda do lado também andava agitada) mas não sei se seria a Luana.
Começo a ficar muito preocupada!

Mas penso que, como a senhora do 2º andar desse prédio me disse que a viu por ali algumas vezes, será ali que a Luana vai comer (porque no quintal estão 2 patinhos pequenos, que têm lá pão e água)...
Só queria mesmo era que ela lá entrasse dentro e se deixasse apanhar!

Por outro lado, passam-me as mais diversas situações pela cabeça, e o meu receio actualmente é que ela se desoriente ainda mais e vá para a rua pelo lado da vivenda (onde há uma cadela que mata todos os gatos que ali caiêm - e onde também já andei no domingo à procura).
Para além de estar completamente destabilizada com toda esta situação, também, não ajuda muito o facto de quem me rodeia ainda alimentar mais esses meus receios, dizendo-me que a gata podia já estar doente, ter sido mordida por uma ratazana ou pior ainda (eu bem sei que as pessoas não o fazem por mal, mas há que ter alguma ponderação a medir as palavras!).

A meio da tarde de hoje, ligou-me uma amiga, a dizer que o Sr. Zé a tinha avisado que estava um gato na armadilha, mas não sabia dizer se era a Luana.
O gato preto/branco ("Papalagui") de quem a Luana, supostamente, andava a fugir, fora apanhado na armadilha.
Como já era minha intenção, caso tal viesse a suceder, mandei-o castrar, para que a situação futura nos quintais ficasse mais controlada.

Como tudo nesta vida, somos sempre julgados por aquilo que fazemos, mesmo quando pensamos estar a agir bem.
E o facto é que esta tarde, na clínica veterinária, enquanto aguardávamos para que "Papalagui" adormecesse com a anestesia, tive que ouvir as maiores barbaridades de uma senhora do bairro, cuja mãe alimenta os gatos de rua (e nada mais faz por eles, continuando os mesmos a procriar desalmadamente e a sofrer todas as vicissitudes derivadas de uma vida na rua). Esta senhora ficou muito incomodada pelo facto de eu ir castrar um gato de rua (que, segundo ela, perderia todas as suas defesas perante os outros machos) e por o ir libertar nos quintais das traseiras do meu prédio (onde o gato costuma andar, mas que, segundo ela, ele deveria ser libertado no local onde vivia, o Bairro das Pedralvas, do outro lado da movimentada Estrada de Benfica). A cena foi tão grave que esta pessoa chegou a desdizer a opinião médica do próprio veterinário, tendo-me insultado bastante (logicamente que, da maneira que eu estava - que tenho andado carregada a anti-hístaminicos e ansiolíticos -, nem sequer fui capaz de lhe responder à letra, como ela merecia).
Enfim...

Depois deste "incidente" e da castração do "Papalagui", voltei ao quintal da retrosaria, para deixar a armadilha montada.

Quanto ao gato "Papalagui", foi libertado já perto da meia-noite, no terraço onde se encontra a casota da Misha e da Luana.
O pobre animal até fazia dó, pois estava com o ar mais infeliz deste mundo, por ter ficado preso na armadilha e, mais tarde, ter tido que ficar dentro de uma transportadora (a aguardar que o efeito da anestesia passasse e que o antibiótico injectável de 15 dias lhe fizesse efeito).
Pareceu-me ficar mesmo muito feliz quando foi libertado, uma vez que ainda ficou meio parado em cima do telhado da minha vizinha da cave e depois começou a andar todo lampeiro até um quintal vizinho.







segunda-feira, 9 de março de 2009

Em busca da Luana...





A minha vida e cabeça têm estado, verdadeiramente, de pantanas desde que a Luana desapareceu!...

Começo a ficar muito doente com tanta preocupação com a gatinha e com o facto de apenas a ouvir miar muito ao longe e não a ver.

Esta tarde emprestaram-me uma armadilha para gatos (muito obrigada Sara N.!) e às 19h fui com a minha mãe e uma amiga montar a armadilha no quintal do prédio da retrosaria, onde a tenho ouvido miar.
Ainda a chamei e ouvi-a miar vindo dos quintais do lado da minha rua, uns quintais abandonados cheios de madeiras. Eventualmente ela poderá andar entre estes dois quintais, não só porque me tem ouvido chamá-la em ambos, mas também porque no da retrosaria estão lá uns patinhos bebés e há comida e água.
O grande problema é que o quintal da retrosaria fica mesmo colado com uma vivenda onde também andei no domingo à procura... e nessa vivenda, para além de haver saída para a Estrada de Benfica, há uma cadela que mata todos os gatos que ali caiêm.

Ao fim da tarde, depois de montada a armadilha, uma rapariga desse prédio disse-nos que já tinha visto a Luana por ali, e que até tinha enxotado a cadela para não a assustar. Mas disse, também, que já não a via há dois dias (ou seja, desde que comecei as buscas)... mas já nem sei, as pessoas também perdem um bocado a noção do tempo, quando são casos que não lhes dizem respeito... e o facto é que a Luana tem tido que se alimentar em algum lado, e por ali só mesmo no quintal da retrosaria o conseguiria fazer.

Por um lado, acho que ela não iria para a rua, porque é medrosa demais... mas como me parece que ela tem estado a fugir do gato preto/branco que ali anda nos quintais, nunca se sabe.
Tenho-a ouvido miar todos os dias de manhã e à tarde, à hora que lhes dava comida... mas esta manhã já não ouvi, ou melhor, pareceu-me ouvir, mas como não ando nada bem, já nem sei.
Vi foi o gato preto/branco empoleirado em cima do prédio alto, mesmo ao lado do quintal da retrosaria, a olhar lá para baixo, para o quintal onde penso que a Luana poderá andar.





Ao fim do dia, na clínica veterinária, sou surpreendida com esta ternurenta cena, demonstrando que os animais são, muitas vezes, mais "humanos/sensíveis" em termos de sentimentos do que o próprio Homem.




Cadela adulta aconchegando dois gatinhos recém-nascidos (cuja mãe faleceu com septicémia).









domingo, 8 de março de 2009

A "minha" gata Luana




- Desaparecida desde 5ª feira (05/03/09) -







Na passada 5ª feira (05/03/09), tinha chegado a casa mais cedo e estava, por volta das 18h, a estender roupa, quando ouço no quintal do prédio do lado um miado muito aflito...

A Luana tinha caído, provavelmente da ligação que vem do terraço da sua antiga dona, para os quintais mais baixos.

Tentei chamá-la com a comida que costumo sempre descer para ela e para a sua mãe Misha, pela minha janela do quarto.
Misha veio logo a correr do terraço que fora da sua dona. E, ao ver a filha Luana no quintal em baixo, começou a miar-lhe, como que a chamá-la. Mas Luana parecia estar muito desorientada e assustada e não conseguia sequer saltar para cima do muro mais baixo.

Fui ao quintal da minha vizinha de baixo, com comida e comecei a chamá-la, mas ela escondeu-se e só a vi nesse mesmo dia mais tarde, por volta das 21h30.
Nesse altura ainda lhe atirei ração seca, que comeu, mas comecei a ficar preocupada por ela não ter água para beber.

No dia seguinte, pedi à minha vizinha de baixo que colocasse um escadote encostado à parede, com comida e água por perto, de modo a que fosse mais fácil para a Luana subir por ali.
Infelizmente, quando cheguei a casa na 6ª feira ao fim da tarde, informaram-me que a Luana se tinha assustado e fugira para os quintais abandonados (onde outros malogrados gatos haviam já sofrido muito).

No quintal da vizinha do prédio ao lado, chamei pela Luana, tendo ouvido os seus miados aflitos ali bem perto... infelizmente, o vizinho do R/c por onde se pode passar para os quintais abandonados ainda não se encontrava em casa, para que lá pudesse ir espreitar.
Nessa mesma noite, os cães das vivendas desataram num pranto a berrar, ouvindo-se depois um estrondo de coisas a caírem. E eu fiquei completamente desesperada ao pensar que a Luana tivesse sido apanhada por eles.
Mas, mais tarde, ainda a ouvi a bufar ao gato preto e branco ("Papalagui"), que tem andado atrás dela nestas últimas semanas e de quem ela parece ter muito medo.

No sábado de manhã, começou a minha investida...

Fui primeiro à loja de roupa de homem, perto de uma das vivendas da Estrada de Benfica, perguntar se poderia espreitar para o quintal das traseiras. O senhor da retrosaria lá me abriu a porta do antigo porteiro, mas, para além de muito matagal e dois pequenos patos, nada mais por ali vi.
Em seguida, fui tocar a todos os prédios da minha rua, para o lado onde me haviam dito que Luana fugira, pedindo se poderia espreitar nos quintais e deixar afixado na escada de cada prédio um apelo com o meu contacto, caso algum vizinho por ali visse a Luana.
Tudo em vão, nem sinal da Luana!...

Esta manhã, antes de almoço, acompanhada por uma vizinha, recomecei a investida, nos quintais abandonados do meu lado da rua.
Quando a chamei, ouvi novamente o seu miado, vindo do lado do quintal do prédio da retrosaria. Dirigi-me para lá, andei nos quintais das duas vivendas da Estrada de Benfica ali mesmo ao lado, estive empoleirada em cima de muros minutos a fio, desci para o quintal da retrosaria... e nem vivalma da Luana, apenas por ali se encontrando o gato preto e branco.

Às 18h, voltei a ouvi-la miar baixinho, muito ao longe.

Não há palavras que descrevam o estado de desespero em que me encontro!...
A estória desta gata e da sua mãe, assim como da sua antiga dona, tocaram-me bem de perto e acabei por me sentir tão ligada a elas como se se tratassem das minhas próprias gatas.

Para além disso, a Luana é uma gata que, apesar de sempre ter vivido nos quintais e na varanda da sua antiga dona, se assemelha mais a uma gata de casa (nunca se aventurara a sair do terraço da sua antiga dona, até ter tido os filhotes e se ter visto sem comida); sendo, também, muito medrosa e um pouco arisca - pelo que será muito difícil a sua sobrevivência em quintais que não conhece e onde se possa ver isolada.
Torna-se muito urgente encontrá-la, pois encontra-se sem alimentação e água desde a data em que desapareceu (podendo ter perdido completamente o rumo, ou estar magoada).







terça-feira, 3 de março de 2009

Ponta D'Alfinete







A minha "prima" Joana é uma miúda muito prendada e com bastante originalidade!

Aquilo que começara, certamente, como um hobby, tornou-se numa brincadeira séria e a Joana, para além de trabalhar com flores verdadeiras, passou agora a confeccionar mais regularmente exemplares únicos de flores de tecido transformadas em belíssimas pregadeiras.





O trabalho da Joana está exposto num blog criado especialmente para o efeito, que vos convido vivamente a visitarem: "Ponta D'Alfinete".

Esta noite (de sushi, como já vem sendo hábito) tive oportunidade de ver bem de perto o seu trabalho e fiquei encantada... pois as fotografias não fazem jus às pregadeiras que a "priminha" produz (as quais são cosidas à mão)!





Para culminar a noite, fui presenteada com este exemplar único (e feito por medida) para uma verdadeira amante de felinos... tendo, ainda, adquirido esta espantosa flor.







domingo, 1 de março de 2009

"National Geographic" nos Quintais - 2







Da última vez que Mikado e Papalagui se envolveram numa luta atroz, apenas os consegui ouvir.

Deste vez, ao final da tarde, cruzaram-se ambos mesmo por debaixo da minha janela...

Cada um avançando sobre o outro, com o dorso arcado. Papalagui emitia uns ruídos ameaçadores, ao passo que Mikado continuava lentamente a andar em direcção ao outro, sem nunca o olhar de frente.

Quando abri a janela do quarto, ambos estancaram. Papalagui virou as costas e seguiu rumo em direcção aos quintais perto da clínica veterinária, ao passo que Mikado, sentindo-se mais protegido, veio comer por debaixo da minha janela.

Entretanto, há já algumas noites que Misha e Luana não têm dormido dentro da sua casota, provavelmente, por Papalagui por ali andar também a marcar território.









sábado, 28 de fevereiro de 2009

Pequenos Tesouros





Da última vez que lá tinha ido, descobrira este pequeno "tesouro", por ali esquecido há um bom par de anos (de acordo com as fotografias que, mais tarde, viria a descobrir neste - outro - mundo da internet).

Esta manhã, qual não foi a minha grande surpresa quando, ao casualmente olhar para uma estante, lá vi este magnífico artefacto de origem japonesa (o qual irá, brevemente, decorar uma das minhas estantes do escritório)...







A "Ulmeiro/Livrarte" é uma verdadeira caixinha de surpresas!...

De cada vez que lá entramos, descobrimos algo de novo, algo que se encontrava escondido e que as mãos da Lúcia colocaram em relevo, de uma forma muito bela, na montra ou numa estante.

Esta é uma daquelas lojas em que nos voltamos a sentir impregnados daquele espírito infantil de tudo ali querer descobrir e ver, de tudo procurar como se se tratassem de pequenos tesouros e mistérios ancestrais.

Mas os maiores tesouros da "Ulmeiro/Livrarte", talvez, sejam mesmo a Lúcia e o Zé Ribeiro... que nos recebem sempre com um sorriso no rosto e tantas (mas mesmo tantas) estórias importantes da nossa História, para nos contarem.
O tempo por ali não parece passar, quando nos pomos na conversa e esta flúi livremente, numa amena troca de ideias (e de ideais).

Ali sentimo-nos como que em casa, tamanha é a sensação de serenidade!...








E esta "família" (por afinidade) não estaria completa sem a querida "Salva", a gatinha que, com a sua singela presença, continua a fazer as delícias de muitos dos residentes e transeuntes da avenida.

A gatinha que continua cada vez mais fotogénica e ganhou duas novas imagens nos sacos de pano-cru.









quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

"Gente de Benfica"









Inserido no blog "Retalhos de Bem-Fica", comecei ontem um projecto de recolha de memórias de pessoas que vivam ou tenham vivido em Benfica, de modo a caracterizar a evolução desta freguesia ao longo dos tempos.

A acompanhar aqui.

Peço a vossa compreensão para o facto do "Gente de Benfica" não ser actualizado de uma forma tão regular como outro blog qualquer, dado que temos sempre que contabilizar o tempo que demora fazer uma entrevista e transcreve-la.









segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

"Cortes" - 28






Cena da dança no café em "La Bande à Part" de Jean-Luc Godard (1964)




Retomo aqui hoje esta rubrica, há algum tempo esquecida, para apresentar mais um "corte" (uma cena) de um filme que, por um qualquer motivo, me chamou a atenção, me tocou cá dentro ou, pura e simplesmente, gostei porque gostei e sem motivo aparente.