terça-feira, 9 de setembro de 2008
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Pronta para a Reforma
As segundas-feiras, por norma, já são um dia altamente crónico para mim...
Mas, começar a semana com uma valente "carraspana" (por causa do vento frio apanhado no domingo à tarde - sou mesmo uma florzinha de estufa!), que me deixa com o corpo todo moído e meio febril é mesmo de bradar aos céus!
Para piorar ainda mais a coisa, dado os últimos acontecimentos laborais, consegui que as minhas dores de estômago (resquícios de uma ancestral gastrite mal curada) voltassem à carga com força; complementadas por umas guinadas de dor nas costas.
Se continuo assim, estou mesmo prontinha para a reforma... por invalidez!
Fora a parte física, o cérebro (e a imaginação), como é hábito, continuam a funcionar perfeitamente a 1.000Km/hora.
No meu mais recente projecto, poderão encontrar a partir de hoje alguns postais e outros produtos interligados (como numa espécie de vaso comunicante) com fotografias ou textos publicados aqui neste cantinho.
Artigos sem gatos, mas cuja venda também serve para os ajudar.
Mas, começar a semana com uma valente "carraspana" (por causa do vento frio apanhado no domingo à tarde - sou mesmo uma florzinha de estufa!), que me deixa com o corpo todo moído e meio febril é mesmo de bradar aos céus!
Para piorar ainda mais a coisa, dado os últimos acontecimentos laborais, consegui que as minhas dores de estômago (resquícios de uma ancestral gastrite mal curada) voltassem à carga com força; complementadas por umas guinadas de dor nas costas.
Se continuo assim, estou mesmo prontinha para a reforma... por invalidez!
Fora a parte física, o cérebro (e a imaginação), como é hábito, continuam a funcionar perfeitamente a 1.000Km/hora.
No meu mais recente projecto, poderão encontrar a partir de hoje alguns postais e outros produtos interligados (como numa espécie de vaso comunicante) com fotografias ou textos publicados aqui neste cantinho.
Artigos sem gatos, mas cuja venda também serve para os ajudar.
domingo, 7 de setembro de 2008
Notas Soltas - 135
- Estamos a ficar velhos!... -
Sentimos que começamos a ficar velhos quando também passamos a ser, regularmente, convidados para as festas de aniversário dos filhos dos nossos amigos... e já lá vão dois anos!
- Hairport's Weblog -
O WIP já tem um blog (bem interessante, por sinal)!...
Um agradecimento muito especial ao H. pelo destaque dado ao "Palavras & Imagens" e ao "Bazar dos Ronrons".
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Notas Soltas
sábado, 6 de setembro de 2008
Sacos
Tenho a mania das malas e uma predilecção especial por sacos de pano (porque costumo andar com a tralha toda às costas)!...
No âmbito de um novo projecto, decidi criar um saco de pano cru com o logotipo aqui do "Palavras & Imagens".
À venda aqui.
No âmbito de um novo projecto, decidi criar um saco de pano cru com o logotipo aqui do "Palavras & Imagens".
À venda aqui.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
10 horas
Acordei já cansada...
Com o corpo todo moído e os olhos inchados e vermelhos. A cabeça ainda estava meia zonza e andei o dia todo agoniada, depois de 10 horas de trabalho em frente ao computador ontem.
Com o corpo todo moído e os olhos inchados e vermelhos. A cabeça ainda estava meia zonza e andei o dia todo agoniada, depois de 10 horas de trabalho em frente ao computador ontem.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
"Cortes" - XXVI
Cena final de "Punch-Drunk Love", de Paul Thomas Anderson (2002).
Uma inusitada história de amor entre duas almas perturbadas.
Excelentes interpretações!...
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Abertura do "Bazar dos Ronrons"
Tal como já aqui tinha pré-anunciado, abrimos hoje o "Bazar dos Ronrons"!...
Uma espécie de loja de solidariedade online com produtos home-made, feitos à base de uma das minhas paixões: a Fotografia.
No "Bazar dos Ronrons", através da venda de postais e outros produtos com fotografias (alusivas aos gatos que temos vindo ajudar e a outros temas muito diversificados), esperamos poder ir angariando algumas verbas que nos ajudem a fazer face aos gastos que temos tidos com os 2 casos que temos vindo a acompanhar.
Ao adquirirem os produtos que aqui passaremos a vender, as pessoas saberão que estão a contribuir para uma causa... para que possamos continuar a ajudar os "Gatos dos Quintais" deste bairro lisboeta em que resido.
Visitem o nosso "Bazar dos Ronrons" ainda em fase de construção e ajudem, pff., a divulgá-lo junto dos vossos contactos.
Muito obrigada!
domingo, 31 de agosto de 2008
Notas Soltas - 134
- Redescoberta -
O famoso Capri-Sonne da nossa infância!...
Ou, pelo menos, da infância de alguns de entre nós, que, quando lêem textos como este, ficam logo com a lágrimazita ao canto do olho!
Actualmente já não existe apenas na versão "laranja", mas numa infindável panóplia de paladares, cores, feitios e novos desenhos nas embalagens.
Ou, pelo menos, da infância de alguns de entre nós, que, quando lêem textos como este, ficam logo com a lágrimazita ao canto do olho!
Actualmente já não existe apenas na versão "laranja", mas numa infindável panóplia de paladares, cores, feitios e novos desenhos nas embalagens.
- "Corners of my Home" (Once a Week)" # 31 -
Depois de (quase) mais de um mês à sua espera, ei-lo, finalmente, no escritório: o meu novo sofá-cama.
Ainda teve que aguardar meio dia (numa ingrata posição) para ser montado e colocado no seu novo lugar...
Ainda teve que aguardar meio dia (numa ingrata posição) para ser montado e colocado no seu novo lugar...
As fotografias não fazem jus ao produto, porque ficaram péssimas, devido à luminosidade extrema que entrava esta manhã pela janela.
A colcha indiana já rematou o toque final cá de casa!
Os meus vizinhos de cima julgam-se os reis do karaoké (desde que receberam um desses aparelhos de convívio comunitário) ...
Mas, sinceramente, já não pachorra para os ouvir cantar sempre (mal) as mesmas músicas!!!
A colcha indiana já rematou o toque final cá de casa!
- Vizinhos -
Os meus vizinhos de cima julgam-se os reis do karaoké (desde que receberam um desses aparelhos de convívio comunitário) ...
Mas, sinceramente, já não pachorra para os ouvir cantar sempre (mal) as mesmas músicas!!!
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Corners of my Home,
Notas Soltas,
Vizinhança
sábado, 30 de agosto de 2008
Neko - o gatinho com sorte
Tinha acabado de chegar do supermercado e os sacos das compras ainda estavam espalhados pelo hall de entrada.
No escritório, o sofá novo, que tinha ido levantar depois de almoço, aguardava também que arrumasse tudo e aspirasse, para poder ser colocado no seu lugar.
Quando chego à cozinha, começo a ouvir os gritos de G., o miúdo de 8 anos que mora com a bisavó no 3º andar de um dos prédios das traseiras, que passou a cumprimentar-me de cada vez que me via dar comida à Misha e à Luana.
Aproximo-me da janela e G. diz-me que o gatinho bebé (o único que não conseguíramos apanhar há um mês atrás) acabara de cair naquele preciso instante no quintal vizinho (um quintal abandonado, pertença de uma clínica dentária).
Há já alguns dias que, ao final da tarde, o gatinho bebé, empoleirado no algeroz dos terraços, seguia atentamente com os olhos Misha (a avó) e Luana (a mãe), quando estas vinham comer por debaixo da minha janela, ou quando iam espraiar-se nesse mesmo quintal abandonado.
Pensei então para mim própria que, muito provavelmente, na ânsia de as querer seguir, acabara por tombar.
Comecei a ficar bastante preocupada quando ouvi os miados aflitivos do pobre animal. Sem o conseguir sequer vislumbrar, era G. quem me ia descrevendo o local exacto em que ele se encontrava e que se conseguia mexer, pelo que não deveria estar magoado.
A bisavó de G. apareceu também à janela, tentando acalmar a preocupação do bisneto, dizendo-lhe que o gatinho conseguiria sair dali.
Mas G., tal como eu, não acreditava no que a bisavó lhe dizia.
Depois de um telefonema para a Dª. H. (uma das vizinhas do prédio onde Dª. Luísa morava, que me tem ajudado a ir colocar comida aos gatos), que acabou por também ficar bastante preocupada e aparecer à janela; tentei convencer o G. a pedir avó para falar com os seus 2 vizinhos da cave, que possuem quintais e através dos quais, talvez, pudéssemos tentar passar para o quintal abandonado da clínica dentária e lá ir salvar o pobre bebé.
Infelizmente, a um final de sábado à tarde, nenhum deles por lá se encontrava... e a clínica também se encontra fechada para obras.
Do alto dos seus 8 anos (e de um 3º andar bem mais elevado, em termos de perspectiva visual, do que o meu 1º andar), G. começa então a tentar convencer-me a colocar um banco no telhado da minha vizinha do R/c e saltar para cima do mesmo através da minha janela do quarto, para depois ir buscar o gatinho bebé alguns metros mais à frente, descendo pelo muro bastante alto do quintal da clínica dentária.
A esta altura da estória, um pouco sem saber o que fazer, já eu começava a desconfiar que, certamente, iria sobrar para mim.

Depois de ir falar com a Dª. M., a minha vizinha do R/c Retaguarda, regresso a casa carregada com um escadote das pinturas do seu marido… e sem ter consciência plena daquilo que me preparava para fazer.
Lá desci pelos quase 2 metros que distam da minha janela do quarto ao telhado da vizinha de baixo, com o G. a gritar para a sua bisavó: - “Ela vai descer, ela vai descer!”…
E o meu pensamento (e vertigens) a dizerem a mim própria: - “É desta que te vais mesmo estatelar toda! Tu metes-te em cada uma!!”
Calcorreei os telhados e desci com uma escada mais alta do que o escadote (que, entretanto, a filha da Dª. M. me passou para cima do telhado) para o quintal da clínica dentária… com o G., a bisavó e a Dª. H., todos à janela, a darem palpites sobre qual a melhor forma de descer o muro.
Depois de quase 3 voltas dadas por entre aquele matagal repleto de lixo e de pombos mortos (fruto de uma vizinha do 3º andar daquele prédio, que alimenta os pombos locais e todos os restantes que a eles se juntaram), nem vivalma do pobre gatinho bebé.
Entretanto, R., a filha mais nova da minha vizinha Dª. M., já se juntara a mim no quintal abandonado, mau grado o seu receio de escadas e escadotes.
G. e a bisavó diziam-me do alto da sua janela que o gatinho já deveria ter conseguido fugir para outro quintal. Dª. H., no prédio ao lado, observava tudo silenciosamente.
Num misto de desespero e inconformidade com toda aquela situação, decido-me a fazer nova investida por entre aquelas ervas altas, desviando-as mais uma vez, tentando não reparar na imundice que empestava aquele local.
Subitamente, por entre umas ervas mais escuras, mesmo ao lado de um dos muros do quintal, deparo-me com o dorso do gatinho bebé, todo aninhado a esconder-se.
Chamo R. com a mão, sem fazer barulho, e peço-lhe em voz baixa que me traga a transportadora (nesse exacto momento, agradeci a hora em que R. se decidiu a ir ter comigo ao quintal, já que a transportadora se encontrava mesmo no extremo oposto àquele onde o gatinho estava escondido).
Com uma toalha turca lá o consegui apanhar (como sucedera aos seus 5 irmãos). Esperneou um pouco, miou bastante e, já dentro da transportadora, ainda se tentou debater para fugir.
Persistia, agora, a dúvida sobre o que fazer ao pobre animal!...
Se, por um lado, não podia concordar mais com G., quando este dizia que o bebé já aprendera a lição e seria melhor ficar com a mãe com a avó nos terraços (já que Misha é velhota e quando falecesse, Luana ficaria com a companhia do seu filho); por outro lado, não me conseguia imaginar a mim própria em novas façanhas de ginástica, caso o gatinho bebé caísse novamente para aquele quintal (havendo, também, o perigo de poder cair para os dois quintais, do meu lado da rua, onde há 5 meses atrás fizeram queixa e chamaram o Canil/Gatil Municipal de Lisboa para vir apanhar 7 gatos).
Neko, o 6º bebé de Luana, está bem, apesar do valente susto que apanhou ao cair do terraço onde habitava… e já se juntou aos seus irmãos (tal como eles, também se encontra para adopção - caso esteja interessado/a, pff., contacte palavraseimagens@gmail.com).
Quanto a mim, como dizia o marido da minha vizinha Dª. M., enquanto eu subia o escadote para voltar a entrar em minha casa pela janela do quarto, já posso alistar-me nos Bombeiros.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Às "Quintas" na Bobadela - 20
Há momentos em que, pura e simplesmente, parecemos perder todo e qualquer encantamento...

A paixão pelas coisas que gostamos de fazer é (sempre) demasiado intensa...
Como se vivêssemos cada instante pela última vez e soubéssemos previamente que as tínhamos que fazer (e repetir até à exaustão) como se não houvesse outro amanhã.

E depois, de um momento para o outro, parece que tudo se esvai, como se a magia nunca tivesse sequer chegado a existir.
E é, precisamente nessas alturas, que parecemos sentir-nos cada vez mais vazios e apáticos, sem conseguirmos sequer tocar nas coisas que gostamos de fazer!...

Hoje apercebi-me que há 4 meses que não tiro fotografias a este local, pelo qual me sentia tão "apaixonada".
Será que perdi o encantamento pelo mesmo? Ou é apenas fruto da falta de tempo (por ter que gerir tantos outros assuntos em simultâneo)?
A fotografia valoriza aquilo de que gostamos... mas, por vezes, parecemos perder o encantamento. Ou será, apenas, mais uma fase?
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