domingo, 7 de setembro de 2008

Notas Soltas - 135





- Estamos a ficar velhos!... -


Sentimos que começamos a ficar velhos quando também passamos a ser, regularmente, convidados para as festas de aniversário dos filhos dos nossos amigos... e já lá vão dois anos!






- Hairport's Weblog -





O WIP já tem um blog (bem interessante, por sinal)!...

Um agradecimento muito especial ao H. pelo destaque dado ao "Palavras & Imagens" e ao "Bazar dos Ronrons".




sábado, 6 de setembro de 2008

Sacos










Tenho a mania das malas e uma predilecção especial por sacos de pano (porque costumo andar com a tralha toda às costas)!...

No âmbito de um novo projecto, decidi criar um saco de pano cru com o logotipo aqui do "Palavras & Imagens".

À venda aqui.






sexta-feira, 5 de setembro de 2008

10 horas





Acordei já cansada...
Com o corpo todo moído e os olhos inchados e vermelhos. A cabeça ainda estava meia zonza e andei o dia todo agoniada, depois de 10 horas de trabalho em frente ao computador ontem.








terça-feira, 2 de setembro de 2008

"Cortes" - XXVI





Cena final de "Punch-Drunk Love", de Paul Thomas Anderson (2002).




Uma inusitada história de amor entre duas almas perturbadas.
Excelentes interpretações!...







segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Abertura do "Bazar dos Ronrons"









Tal como já aqui tinha pré-anunciado, abrimos hoje o "Bazar dos Ronrons"!...

Uma espécie de loja de solidariedade online com produtos home-made, feitos à base de uma das minhas paixões: a Fotografia.


No "Bazar dos Ronrons", através da venda de postais e outros produtos com fotografias (alusivas aos gatos que temos vindo ajudar e a outros temas muito diversificados), esperamos poder ir angariando algumas verbas que nos ajudem a
fazer face aos gastos que temos tidos com os 2 casos que temos vindo a acompanhar.

Ao adquirirem os produtos que aqui passaremos a vender, as pessoas saberão que estão a contribuir para uma causa... para que possamos continuar a ajudar os "Gatos dos Quintais" deste bairro lisboeta em que resido.

Visitem o nosso
"Bazar dos Ronrons" ainda em fase de construção e ajudem, pff., a divulgá-lo junto dos vossos contactos.

Muito obrigada!







domingo, 31 de agosto de 2008

Notas Soltas - 134





- Redescoberta -





O famoso Capri-Sonne da nossa infância!...
Ou, pelo menos, da infância de alguns de entre nós, que, quando lêem textos como este, ficam logo com a lágrimazita ao canto do olho!

Actualmente já não existe apenas na versão "laranja", mas numa infindável panóplia de paladares, cores, feitios e novos desenhos nas embalagens.






- "Corners of my Home" (Once a Week)" # 31 -



Depois de (quase) mais de um mês à sua espera, ei-lo, finalmente, no escritório: o meu novo sofá-cama.

Ainda teve que aguardar meio dia (numa ingrata posição) para ser montado e colocado no seu novo lugar...





As fotografias não fazem jus ao produto, porque ficaram péssimas, devido à luminosidade extrema que entrava esta manhã pela janela.

A colcha indiana já rematou o toque final cá de casa!






- Vizinhos -



Os meus vizinhos de cima julgam-se os reis do karaoké (desde que receberam um desses aparelhos de convívio comunitário) ...
Mas, sinceramente, já não pachorra para os ouvir cantar sempre (mal) as mesmas músicas!!!







sábado, 30 de agosto de 2008

Neko - o gatinho com sorte








Tinha acabado de chegar do supermercado e os sacos das compras ainda estavam espalhados pelo hall de entrada.
No escritório, o sofá novo, que tinha ido levantar depois de almoço, aguardava também que arrumasse tudo e aspirasse, para poder ser colocado no seu lugar.

Quando chego à cozinha, começo a ouvir os gritos de G., o miúdo de 8 anos que mora com a bisavó no 3º andar de um dos prédios das traseiras, que passou a cumprimentar-me de cada vez que me via dar comida à Misha e à Luana.
Aproximo-me da janela e G. diz-me que o gatinho bebé (o único que não conseguíramos apanhar há um mês atrás) acabara de cair naquele preciso instante no quintal vizinho (um quintal abandonado, pertença de uma clínica dentária).

Há já alguns dias que, ao final da tarde, o gatinho bebé, empoleirado no algeroz dos terraços, seguia atentamente com os olhos Misha (a avó) e Luana (a mãe), quando estas vinham comer por debaixo da minha janela, ou quando iam espraiar-se nesse mesmo quintal abandonado.
Pensei então para mim própria que, muito provavelmente, na ânsia de as querer seguir, acabara por tombar.

Comecei a ficar bastante preocupada quando ouvi os miados aflitivos do pobre animal. Sem o conseguir sequer vislumbrar, era G. quem me ia descrevendo o local exacto em que ele se encontrava e que se conseguia mexer, pelo que não deveria estar magoado.
A bisavó de G. apareceu também à janela, tentando acalmar a preocupação do bisneto, dizendo-lhe que o gatinho conseguiria sair dali.
Mas G., tal como eu, não acreditava no que a bisavó lhe dizia.

Depois de um telefonema para a Dª. H. (uma das vizinhas do prédio onde Dª. Luísa morava, que me tem ajudado a ir colocar comida aos gatos), que acabou por também ficar bastante preocupada e aparecer à janela; tentei convencer o G. a pedir avó para falar com os seus 2 vizinhos da cave, que possuem quintais e através dos quais, talvez, pudéssemos tentar passar para o quintal abandonado da clínica dentária e lá ir salvar o pobre bebé.
Infelizmente, a um final de sábado à tarde, nenhum deles por lá se encontrava... e a clínica também se encontra fechada para obras.

Do alto dos seus 8 anos (e de um 3º andar bem mais elevado, em termos de perspectiva visual, do que o meu 1º andar), G. começa então a tentar convencer-me a colocar um banco no telhado da minha vizinha do R/c e saltar para cima do mesmo através da minha janela do quarto, para depois ir buscar o gatinho bebé alguns metros mais à frente, descendo pelo muro bastante alto do quintal da clínica dentária.
A esta altura da estória, um pouco sem saber o que fazer, já eu começava a desconfiar que, certamente, iria sobrar para mim.






Depois de ir falar com a Dª. M., a minha vizinha do R/c Retaguarda, regresso a casa carregada com um escadote das pinturas do seu marido… e sem ter consciência plena daquilo que me preparava para fazer.

Lá desci pelos quase 2 metros que distam da minha janela do quarto ao telhado da vizinha de baixo, com o G. a gritar para a sua bisavó: - “Ela vai descer, ela vai descer!”
E o meu pensamento (e vertigens) a dizerem a mim própria: - “É desta que te vais mesmo estatelar toda! Tu metes-te em cada uma!!”

Calcorreei os telhados e desci com uma escada mais alta do que o escadote (que, entretanto, a filha da Dª. M. me passou para cima do telhado) para o quintal da clínica dentária… com o G., a bisavó e a Dª. H., todos à janela, a darem palpites sobre qual a melhor forma de descer o muro.

Depois de quase 3 voltas dadas por entre aquele matagal repleto de lixo e de pombos mortos (fruto de uma vizinha do 3º andar daquele prédio, que alimenta os pombos locais e todos os restantes que a eles se juntaram), nem vivalma do pobre gatinho bebé.

Entretanto, R., a filha mais nova da minha vizinha Dª. M., já se juntara a mim no quintal abandonado, mau grado o seu receio de escadas e escadotes.

G. e a bisavó diziam-me do alto da sua janela que o gatinho já deveria ter conseguido fugir para outro quintal. Dª. H., no prédio ao lado, observava tudo silenciosamente.

Num misto de desespero e inconformidade com toda aquela situação, decido-me a fazer nova investida por entre aquelas ervas altas, desviando-as mais uma vez, tentando não reparar na imundice que empestava aquele local.

Subitamente, por entre umas ervas mais escuras, mesmo ao lado de um dos muros do quintal, deparo-me com o dorso do gatinho bebé, todo aninhado a esconder-se.
Chamo R. com a mão, sem fazer barulho, e peço-lhe em voz baixa que me traga a transportadora (nesse exacto momento, agradeci a hora em que R. se decidiu a ir ter comigo ao quintal, já que a transportadora se encontrava mesmo no extremo oposto àquele onde o gatinho estava escondido).
Com uma toalha turca lá o consegui apanhar (como sucedera aos seus 5 irmãos). Esperneou um pouco, miou bastante e, já dentro da transportadora, ainda se tentou debater para fugir.

Persistia, agora, a dúvida sobre o que fazer ao pobre animal!...

Se, por um lado, não podia concordar mais com G., quando este dizia que o bebé já aprendera a lição e seria melhor ficar com a mãe com a avó nos terraços (já que Misha é velhota e quando falecesse, Luana ficaria com a companhia do seu filho); por outro lado, não me conseguia imaginar a mim própria em novas façanhas de ginástica, caso o gatinho bebé caísse novamente para aquele quintal (havendo, também, o perigo de poder cair para os dois quintais, do meu lado da rua, onde há 5 meses atrás fizeram queixa e chamaram o Canil/Gatil Municipal de Lisboa para vir apanhar 7 gatos).

Neko, o 6º bebé de Luana, está bem, apesar do valente susto que apanhou ao cair do terraço onde habitava… e já se juntou aos seus irmãos (tal como eles, também se encontra para adopção - caso esteja interessado/a, pff., contacte palavraseimagens@gmail.com).

Quanto a mim, como dizia o marido da minha vizinha Dª. M., enquanto eu subia o escadote para voltar a entrar em minha casa pela janela do quarto, já posso alistar-me nos Bombeiros.





quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Às "Quintas" na Bobadela - 20









Há momentos em que, pura e simplesmente, parecemos perder todo e qualquer encantamento...







A paixão pelas coisas que gostamos de fazer é (sempre) demasiado intensa...
Como se vivêssemos cada instante pela última vez e soubéssemos previamente que as tínhamos que fazer (e repetir até à exaustão) como se não houvesse outro amanhã.







E depois, de um momento para o outro, parece que tudo se esvai, como se a magia nunca tivesse sequer chegado a existir.
E é, precisamente nessas alturas, que parecemos sentir-nos cada vez mais vazios e apáticos, sem conseguirmos sequer tocar nas coisas que gostamos de fazer!...







Hoje apercebi-me que há 4 meses que não tiro fotografias a este local, pelo qual me sentia tão "apaixonada".

Será que perdi o encantamento pelo mesmo? Ou é apenas fruto da falta de tempo (por ter que gerir tantos outros assuntos em simultâneo)?

A fotografia valoriza aquilo de que gostamos... mas, por vezes, parecemos perder o encantamento. Ou será, apenas, mais uma fase?





* Fotos remasterizadas com Wanokoto Labs.







terça-feira, 26 de agosto de 2008

O Quarto Perdido








Gosto daquela sensação de quando começamos a ver filmes já a meio e temos que ir descobrindo por nós próprios tudo o que se passa na sua trama.

Gosto de séries que me façam pensar...

Recentemente, descobri "The Lost Room", a partir do seu 2º episódio, na FOX.

"The Lost Room" é ficção-científica pura...
Girando a série em torno do quarto nº 10 de um motel (quarto esse que, na realidade, nem sequer existe, tendo desaparecido do seu local primordial) onde um "evento" (que ninguém parece saber exactamente do que se tratou) alterou a estabilidade de uma série de objectos do quotidiano, os quais passaram a ter poderes especiais.
O personagem principal (um dos meus actores preferidos de "Sete Palmos de Terra"), vê-se confrontado com o facto de ter que partir em busca de cada um desses objectos (e, consequentemente, de descobrir os poderes de cada um deles), com o intuito de salvar a sua filha, a qual ficou aprisionada algures numa realidade paralela depois de ter entrado no quarto nº 10.

Estranha-se, mas depois entranha-se!...
Parece complicado de início... mas, ao assistirmos apenas a alguns episódios, ficamos como que enleados na teia da própria história (quase desesperando quando o episódio de 3ª feira chega ao fim, e nos deixam em suspense mais uma semana!).

A não perder!...
Ou, pelo menos, a descobrir.



segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Efémero



"Efémero"

do Grego ephémeros

adj.,
que dura um só dia;
que dura pouco;
passageiro;
transitório.

In "
Dicionário Online de Língua Portuguesa"







Stencil

Graffiti




A explorar... Museu do Efémero.