quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

A Saga das Estantes continua…



Desde esta altura, ainda não tinha conseguido comprar estantes para o escritório cá de casa, porque o parco orçamento familiar, infelizmente, não dá para tudo e há sempre que ter prioridades!
Por isso, metade dos livros que possuo continuava em casa da mãe e os outros guardados na tal caixa de papelão (que tem vindo, nestes últimos tempos, a ser alvo do ataque das unhas das minhas gatas).

Quando, finalmente, encontrei, as estantes ideais em termos de relação preço/qualidade/estética, juntou-se o útil ao agradável e acabei por, mais ou menos na mesma altura, receber o muitíssimo adiado pagamento por um trabalho de investigação que fizera para um centro de estudos em França.

Nessa altura, passei a sentir-me nas nuvens, só de imaginar que iria por fim ter tudo arrumadinho cá em casa!
Até fiz meticulosamente o desenho do modelo de estantes que queria, tudo concebido com o maior detalhe, para conseguir, não só guardar os livros, como também os inúmeros CD’s e DVD’s que fui acumulando ao longo dos anos.

O que eu não contava é que hoje, quando, finalmente, consegui ter tempo para me dirigir à loja IKEA e formalizar a compra das ditas cujas estantes (com entrega em casa e montagem incluída)… me deparasse com mais um obstáculo!

Depois de um atendimento agradável, prestável e simpático, em que me foi fornecido o orçamento das várias composições para as minhas estantes, bem como a indicação dos corredores onde estava localizada cada uma das embalagens… a empregada acaba por me dizer que, apesar de eu ter solicitado entrega e montagem das estantes, teria, de qualquer das maneiras, de ir recolher as 47 embalagens (que compõem os vários módulos das estantes que concebera), passar pela caixa para pagar e levar tudo para um outro guichet para tratar da entrega/montagem.

Até compreendo que, sendo a IKEA uma loja de preços mais acessíveis, os clientes não possam ter as mesmas mordomias que têm, por exemplo na Bo Concept ou na Cerne.
No entanto, no meio desta salganhada pegada, o que eu não compreendo mesmo, de modo algum, é porque é que quando comprei esta escrivaninha (um item bem mais pequeno e que vinha numa única embalagem), apenas tive que me dirigir à caixa para pagar com a nota de reserva passada pelo empregado e posteriormente me entregaram o dito pacote num outro guichet… não tendo eu sequer pedido entrega nem montagem.

Será que não faria muito mais sentido que me entregassem 47 embalagens num guichet à parte (em vez de as ir eu recolher – que nem sequer deverão existir carros que comportem uma tal carga!)?
Ou será que o espírito perfeccionista sueco da IKEA já estará a assimilar o sistema das burocracias locais do nosso país?!

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Notas Soltas - XVII


- Novo Ano... -


Folhas novas...


"Roupa" velha!...



- Sugestão do Sítio do Costume -

Primeiro dia do ano (a sério! Já que ontem era feriado), primeiro filme do ano...



Já tinha lido sobre este filme, aqui e aqui... uma vez que continuo a seguir o meu bom velho lema de não ler as críticas dos filmes nos jornais (especialmente as do "Público"!) antes de os ir ver ao cinema.
Ainda para mais, agora que já vi o filme em questão, acabo de ler esta crítica e sinto-me profundamente ofendida com a forma como este senhor - a quem pagam para escrever sobre cinema - consegue descaracterizar e tornar vazio um filme.

Não conhecia a obra cinematográfica de Alejandro González Iñárritu, mas fiquei agradavelmente surpreendida com este "Babel"!

Partindo de uma história, aparentemente, simples sobre uma espingarda, o filme transporta-nos para uma deambulação sobre a vida (e o drama emocional e existencial) de diversos personagens - todos eles com algum ponto de ligação entre si - em pontos díspares do globo: Norte de África, México, Japão e E.U.A.

Numa época de globalização em que, apesar das culturas e mentalidades continuarem a ser muito diferentes entre si, os meios de comunicação se desenvolveram a um tal ponto em que, aparentemente, todos se deveriam compreender entre si... todas as personagens deste filme (mesmo que falando uma mesma língua entre si) parecem vaguear no vazio e na solidão de uma aparente incompreensão ou malentendidos.

Porque, para que possamos ser compreendidos pelos outros, temos, antecipadamente, que os saber ouvir!
E é, essencialmente, sobre isso que este filme fala. De uma forma, por vezes, demasiado pungente e angustiante (como no caso da história da adolescente japonesa surda-muda); outras vezes, expondo o terrível egoísmo do ser humano dos países ditos "mais desenvolvidos", por contraposição à entreajuda ainda existente em pequenas comunidades; noutras, ainda, de uma forma claustrofóbica e enervante (tal como no drama da ama mexicana e do seu sobrinho, "barricados" e provocados, apenas, por serem estangeiros).

Curiosamente (ou, talvez, não), a cena deste filme em que nos apercebemos de uma verdadeira comunicação/compreensão entre personagens é aquela em que a ama mexicana fala em espanhol com as duas crianças americanas de quem trata... e estas, percebendo o que lhes fora dito, lhe respondem em inglês.
Porque, na verdade, não precisamos de falar uma mesma língua, para sermos compreendidos... basta-nos sabermos escutar!

Um filme a não perder... e as 2h30 de duração do mesmo, passam num instantinho!

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

domingo, 31 de dezembro de 2006

Revisão & Resoluções


Mais um ano que chega ao fim (este, então, parece ter terminado ainda mais depressa do que os anteriores)!...
E a habitual revisão que se impõe, à semelhança do ano passado!

Há, exactamente, um ano e um dia atrás, as primeiras impressões que aqui deixei sobre 2006 revelavam que, aparentemente, este iria ser um ano fantástico, a julgar pelo estado de espírito animado com que regressava a casa da passagem de ano em casa de uns amigos.

E sim, de certa forma, acabou por ser um ano fantástico e bastante recheado a diversos níveis!...

Um ano em que o trabalho se impôs bastante, em detrimento de outros aspectos importantes (apesar da minha vida social também ter sido bastante agitada e, algumas vezes, de difícil gestão). Trazendo-me, no entanto, grande valorização e aprendizagem em termos pessoais.
Um ano em que o cansaço mental se começou a acentuar cada vez mais, sobretudo, devido a 2 projectos extra-laborais que tive de concluir e, também, à administração do condomínio do meu prédio em parceria com uma vizinha.

Um ano em que nasceram 6 bebés, filhos de amigos meus, tivemos que mandar eutanasiar uma das gatas de casa da minha mãe, adoptei mais duas gatas para minha casa e me tornei madrinha dum belo bichano.

Um ano em que retomei algumas amizades que, fruto da distância geográfica, tinham ficado meio pendentes; e consolidei aquelas que permanecem no meu grupo de amigos mais íntimo.

O acontecimento que, na minha vida pessoal, marcou este ano de 2006 foi, sem dúvida alguma, a história que principiou com o “desaparecimento” de uma cadela, e na qual acabei por me embrenhar completamente, contactando, pela primeira vez, mais de perto com um toxicodependente (a quem, apesar de tudo, pude chamar “amigo”) e ganhando uma nova amiga.
Uma história que gerou muitos sentimentos controversos e intensos, bem como uma catadupa de situações que se foram desenvolvendo em apenas 4 meses, culminando com a morte do Mário.
Uma história que me marcará para o resto da vida (e, sobre a qual, gostava ainda, um dia, de escrever mais detalhadamente).
Depois de 30 anos, aprendi que, nesta vida, nada acontece por acaso… e todos os acontecimentos, mesmo aqueles que nos parecem mais insólitos, têm um significado intrínseco, algo com o qual deveremos sempre aprender.
E, talvez, esta história não tenha sido fortuita, na medida em que me ensinou a ser menos preconceituosa na forma como olhava para determinadas pessoas.

No final de 2005, tinha aqui deixado algumas resoluções que decidira empreender em 2006. Apesar de as ter deixado por escrito, a verdade é que parece que, ao longo do ano, me fui esquecendo delas!...
E, fazendo agora um levantamento, o resultado é este:




Por isso mesmo, decidi que algumas das resoluções não alcançadas este ano, vão transitar para as minhas “7 resoluções para 2007”:




Como já aqui disse uma vez, não gosto mesmo nada de números ímpares (cada um tem as suas paranóias!) e só espero que este meu a priori não vá, de algum modo, manchar o novo ano!...

De resto, só posso desejar a todos os que me continuam a ler, bem como à minha família e amigos, um 2007 (ainda) melhor do que 2006, repleto de felicidade e da concretização de muitos novos sonhos!...

Até para o ano!

sábado, 30 de dezembro de 2006

Notas Soltas - XVI


- Espaços-Metáfora -


Benfica, 30/12/06


“A exaltação do mínimo,
e o magnífico relâmpago
do acontecimento mestre
restituem-me a forma
o meu resplendor.

Um diminuto berço me recolhe
onde a palavra se elide
na matéria – na metáfora –
necessária, e leve, a cada um
onde se ecoa e resvala.
(…)”

- Luíza Neto Jorge, in “A Magnólia”



- Mais um!... -

(texto, fotografias e concepção do ritual por TiagoMMS)


"Deixou-nos hoje, enforcado de madrugada como o criminoso que era, o nosso caríssimo amigo Saddam Hussein Abd al-Majid al-Tikriti (de sua graça completa):




Deixa saudosos e enlutados, para além de viúva, filhas e netos, alguns valentes milhares de curdos, iranianos, koweitianos, norte-americanos e, antes de mais, iraquianos.
Cá por casa, depois de adiarmos a abertura de um belo Tinto Bruto da Aliança (que está guardado para o Ano Novo e que só foi possível devido ao alto patrocínio do meu sogro!) e do, já costumeiro, momento de perseguição/trituração pelo Tarek...



sua excelência o ex-Presidente da República do Iraque seguiu directamente para o frasco, para fazer companhia a outros rapazes com que a divina providência achou por bem castigar a humanidade. Tal como os seus antecessores, este também deixa por cá umas saudades como a Peste!

Que a terra lhe pese..."


A repensar!


sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Está confirmado!...



Depois de 3 meses na incógnita, os "pais" descobriram ontem que o Tarek é mesmo um macho!

Até eu, enquanto madrinha babada (e experiente dona de felinos), já pensava que, devido ao formato da sua cabeça, este gato seria uma fémea e que, brevemente, os meus amigos teriam que mudar o seu nome para Olímpia (a outra opção nomística em calha)...
E, afinal, surpresa das surpresas, é mesmo um macho!
E está cada vez mais matulão, o raio do bicho (com 3 meses, já parece ter 6 meses)... e com um olhar super esperto!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Notas Soltas - XV


O “Notas Soltas” de hoje vai ser um pouco mais longo do que o habitual, pois tinha alguns posts em atraso, que aqui tenho que deixar.



- Faz tudo como se alguém te contemplasse -


Mafra, 28/12/06

As sombras da árvore e do edifício não fazem parte do anúncio. Surgiram um pouco por imprevisto, quando tentava apenas enquadrar na fotografia o anúncio (que continuo sem saber de que produto se trata – o que me deixou bem intrigada!).

Gostei da frase. A imagem não achei nada de especial… mas acabou por se tornar muito mais interessante com estas sombras.
Como se, quando "fazemos tudo como se alguém nos contemplasse", não nos transformássemos logo em meras sombras daquilo que na verdade somos: tentando esconder as nossas imperfeições, valorizando qualidades que não chegamos sequer a ter… em suma, tentando melhorar a imagem daquilo que realmente somos, para que os outros nos considerem mais interessantes.



- Regresso a Vila Pouca



Ajudar nas limpezas e aproveitar este maravilhoso sol de Inverno, que nos enche a alma de tranquilidade e calor.

E a frase escolhida para hoje é: “Ai, que bem que se está (por vezes) no campo!”



- Coisas Antigas
27/12/06

Chegar a casa dos avós em busca de um objecto muito específico que, já há algum tempo, desejo fotografar para ilustrar um post que aqui quero deixar.

Depois de mil e uma reviravoltas pela casa toda, não encontramos o objecto em questão… mas descobrimos alguns outros dignos de fazer parte dum daqueles museus de relíquias de família:


A caixinha de latão de pastilhas para a garganta, da minha tia-avó…


O “Álbum de Artistas” com fotografias autografadas de cantores e actores dos anos 60 e 70, compiladas pela minha mãe…


O rádio “Goteborg” que data de tempos ancestrais e ainda hoje funciona.

Há alguns longos anos atrás, ao terminar a licenciatura, redigi uma tese sobre alfarrabistas.
Hoje, apetecia-me abrir uma loja de antiguidades!... Porque gosto de vasculhar, assim, as coisas antigas e pensar no significado que terão tido para outras pessoas.



- Os Gatos Friorentos –

Como é bem sabido de todos os donos de felinos, os gatos são animais extremamente friorentos.

Apesar disso, a “minha” Ninushka (gata adoptiva, que vive nos quintais das traseiras do meu prédio) continua a vir todas as manhãs ter debaixo da minha janela, para comer. Não se trata, apenas, de um “hábito interesseiro”, como diria o veterinário das minhas gatas, uma vez que, mesmo depois de ter comido, a pobre da Ninushka, fica longos minutos, ao frio, mesmo por debaixo da minha janela, como se a estivesse a guardar.





Já cá em casa, o hábito mais estranho que surgiu com este Inverno foi mesmo o facto de a Mary Poppins (a minha gata mais territorial e mimada), ter aceite de bom grado a presença da Zazie (a gata mais nova e doidivanas) a seu lado, juntinha a dormir.





- O Frasco Infernal –

aqui tinha falado do ritual efectuado, cada vez que morre um ditador, por um casal de amigos meus.
Desta vez e com os devidos créditos ao seu autor, aqui deixo o texto (e fotos) que o Tiago enviou aos seus amigos, aquando do falecimento de Pinochet:

“Morreu essa ínclita figura que foi o nosso amigo Augusto Pinochet Ugarte, bastião indefectível frente às forças vermelhas do apocalipse.

Cá em casa, para lhe chorar o passamento, para além de uma bela garrafa de verde Muralhas (muito melhor do que qualquer espumante), aberta logo que a Euronews nos informou, também a nossa colecção de rolhas foi imediatamente acrescida com esta esfinge:




que depois de uns momentos a ser torturado (triturado, diria a minha avó Adília...) pelo Tarek (que demonstra cada vez maiores tendências anarco-sindicalistas):




se juntou aos seus companheiros no frasco infernal (este ano acabou por não ser nada mau, com o Augusto, o Stroessner e Milosevic, já foram três que faziam cá tanta falta como a fome, e ainda o ano não acabou!)





Eu ia rematar com o tradicional “que a terra lhe pese”, mas o Augusto era tão especial que nem a terra o quis... foi cremado!

(TiagoMMS - 13/12/06)




quarta-feira, 27 de dezembro de 2006

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Para que serve um blog?


Seguindo o mote dado pela Sushi Lover, escrevo hoje sobre algo que, há bastante tempo, me tenho vindo a interrogar… Para que serve um blog? Porque continuo a postar, quase diariamente? Posto para mim ou para os outros que me lêem?

O meu irmão, que é informático e percebe muito destas coisas, considera os blogs apenas uma moda passageira, de gente que não sabe fazer melhor do que olhar para o seu próprio umbigo.

Existem inúmeras razões para se ter um blog, havendo por aí excelentes blogs, em estilos consideravelmente diferentes, como este ou este outro, que leio diariamente. Normalmente, as pessoas falam sobre um assunto de que gostam ou sobre o qual sabem bastante, outras há que falam apenas sobre si próprias e as suas vidas. No entanto, o que se torna interessante, neste mundo em constante mudança é o facto de, como alguém dizia, os blogs se terem transformado em “diários virtuais”, registos da mentes de homens e mulheres de hoje, que constituirão a História de amanhã.

No que me diz respeito, poderia discorrer aqui, quase diariamente, sobre uma centena de assuntos nos quais me fui especializando na minha actividade profissional… mas para isso já tenho o meu emprego, funcionando este blog, sobretudo, como um tubo de escape à própria rotina do quotidiano.

Por isso mesmo, decidi juntar duas coisas de que gosto muito…




As imagens que, cada vez mais, fazem parte do meu imaginário.
E as palavras, as quais (verdade seja dita) nem sempre profiro da melhor forma.
Juntando muitas imagens, algumas palavras e toda a minha imaginação exacerbada, foi nascendo este blog

De início era algo muito diferente do que se foi, posteriormente, desenvolvendo. Ou então, simplesmente, fui eu que fui mudando, crescendo, sentindo as coisas de forma diferente do que sentia.
Se fosse hoje, por exemplo, talvez, este texto ou este outro fossem redigidos de um forma completamente diferente. Mas o que interessa é a própria cristalização do momento que deu origem a esses dois textos e à forma (e sentimento) com que os escrevi.

Penso que os intuitos originais deste blog se mantêm até hoje: - ir exorcizando de uma forma, por vezes, humorística, outras vezes, mais circunspecta, todas estas coisas e situações sem graça e irreais que nos vão sucedendo no dia-a-dia; - e “deitar cá para fora” uma série de ideias, pensamentos e ilusões que se vão criando na minha cabeça (as quais, normalmente, deixava escritas em pequenos cadernos… e agora, me passaram, também, a acompanhar neste blog).

E, ao longo deste ano e tal, é engraçado verificar que o pensamento acaba por já estar quase pré-formatado para o facto de ter um blog!
E, por vezes, na minha vida diária, acaba por ser demasiado viciante, pois dou comigo a pensar que determinada imagem ou pensamento eram óptimos para colocar no blog.
Por outro lado, a obsessão adquire dimensões tão grandes que, também, já pus a minha própria família e amigos a pensarem no mesmo que eu (tendo, até, alguns amigos contribuído com as suas próprias imagens para o meu blog ou deixado dicas para posts futuros a conceber).

Para que serve um blog, afinal de contas?
Por vezes, correndo mesmo o risco de parecermos demasiado pessoais ou expostos, no fundo, um blog serve apenas e tão somente para registar as nossas próprias ideias e para as partilhar com outrém.


segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Vestígios de Natal

Nota: - Muito obrigada a todos os amigos que contribuíram com os seus postalinhos para a minha árvore de Natal deste ano!



Naquele ano não houvera árvore de Natal, porque a Senhora da Casa, enleada em mil e um afazeres e dores, não tinha tido tempo para a conceber, apesar de antecipadamente ter comprado todos os apetrechos necessários.

Por isso, naquela noite, os 5 tiveram que partir (mais) juntos em busca dos verdadeiros vestígios de Natal
E a noite de consoada tornou-se ainda mais bela e rica do que em anos já passados.





No dia seguinte...



... outro tipo de restos do Natal de muita gente jaziam decrépitos pela cidade adormecida.



Mais um ano, mais um Natal... como manda a tradição!