segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

Vestígios de Natal

Nota: - Muito obrigada a todos os amigos que contribuíram com os seus postalinhos para a minha árvore de Natal deste ano!



Naquele ano não houvera árvore de Natal, porque a Senhora da Casa, enleada em mil e um afazeres e dores, não tinha tido tempo para a conceber, apesar de antecipadamente ter comprado todos os apetrechos necessários.

Por isso, naquela noite, os 5 tiveram que partir (mais) juntos em busca dos verdadeiros vestígios de Natal
E a noite de consoada tornou-se ainda mais bela e rica do que em anos já passados.





No dia seguinte...



... outro tipo de restos do Natal de muita gente jaziam decrépitos pela cidade adormecida.



Mais um ano, mais um Natal... como manda a tradição!


domingo, 24 de dezembro de 2006

sábado, 23 de dezembro de 2006

Notas Soltas - XIV


- Férias adiadas, Natal adiado… -

Depois de ter tido que adiar as (tão merecidas) férias que tinha marcado para a semana passada, devido a um trabalho urgente e inadiável, que tinha que ser entregue antes do fim do ano; e de, juntamente com alguns colegas, ter trabalhado ontem de manhã, quando nos tinham dado o dia…
Encontro-me, FINALMENTE, de férias!!!

O tempo parece ter passado a correr (todos os anos dizemos o mesmo!). E este ano parece ter passado, ainda, mais depressa do que os anos anteriores. De uma forma tão veloz que quase nem me apercebi da chegada do Natal! Provavelmente, também, devido à sobrecarga de trabalho que tivemos durante o resto do ano.
Mas, quando olho à minha volta, parece-me ter sucedido o mesmo com toda a gente.
O tempo passa cada vez mais veloz… ou, simplesmente, as nossas vidas se tornaram mais apressadas e pouco tempo temos para fazer aquilo de que realmente gostamos!


- Paleta de Cores de Inverno






Esta manhã, decidi juntar o útil ao agradável…
E ir ver a dança ululante das árvores que deixam cair as suas folhas, para dar lugar à paisagem da nova estação que chegou esta semana.


- Flores Artificiais –

Como ainda tinha 2 prendas de Natal em falta (depois do insucesso de ontem à tarde no Colombo, onde se encontrava mais de metade da população da cidade de Lisboa e arredores), tive a maravilhosa ideia de às 10h ir até ao novo Centro Comercial do Campo Pequeno.

A cidade estava completamente vazia (ao contrário do meu bairro, onde reinava o caos nas habituais compras no mercado), acordando a ritmo lento, nas principais avenidas.
É uma sensação muita agradável podermos passear-nos, assim, por Lisboa, como se fôssemos os únicos habitantes da cidade.




Depois das cores de Inverno dos jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, iniciei-me então noutras flores artificiais, enquanto concluía as minhas compras de Natal.









sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

A Máquina de "fazer" Natal...



... do café do meu bairro!

aqui tinha falado dela.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Chegou o Inverno!



Através de um espelho mágico distorcido, a natureza vai mudando as suas cores...


quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

Anatomia da Cura para uma Neura


neura s. f. adj. 2 gén.
s. f.,
vd. neurastenia;

neurastenia
do Gr. neûron, nervo + asthéneía, fraqueza
s. f.,
Espécie de neurose em que o principal sintoma é um estado de cansaço que não é provocado por anemia, infecção, subnutrição ou qualquer outra doença identificada;
Estado de esgotamento nervoso;
Nervosismo.


Há dias em que uma mínima coisinha de nada nos pode colocar neste estado terrível de aborrecimento com tudo e com todos; invadidos, simultaneamente, por uma imensa tristeza.
No fim da tarde, sem mais nem menos, fiquei assim!...

Curiosamente, acabei por descobrir a cura para o meu mal, ao aplicar ao mesmo as leis da homeopatia: similia similibus curantur ("os semelhantes curam-se pelos semelhantes").




Falaram-me sobre Requiem for a Dream (“A Vida não é um Sonho”, na tradução em Português) pela primeira vez, em 2001, quando fui ao País Basco francês ao casamento de uns amigos. Como o noivo é cineasta, colocou em cada uma das mesas do jantar de casamento o nome de cada um dos seus filmes predilectos. E a nós, calhou-nos este filme!
Na altura ainda não o tinha visto, mas disseram-me maravilhas sobre o mesmo.

Agora, acabadinha de o ver em DVD, estou sem palavras!...
A única coisa que me ocorre dizer é que se trata de um verdadeiro murro no estômago, para quem está com uma neura descomunal como eu estava... e que ficou curada rapidamente!

Discorrendo sobre vários tipos de adições a que podemos estar sujeitos na vida, este filme fala-nos, em termos mais gerais, do escape à realidade quotidiana através da sua própria negação e da sobrevalorização que cada um dos personagens faz de memórias passadas mais felizes… o que, indubitavelmente, os acaba por conduzir à sua própria ruína.

Este filme é de um brilhantismo e duma mise en scéne incríveis… só mesmo vendo!


segunda-feira, 18 de dezembro de 2006

Notas Soltas - XIII


- Canecas –


Nova aquisição, para juntar à colecção.
A Tuchinha também gostou muito (e, sem querer, acabou por ficar uma fotografia muito original).



- Associação de Ideias… -



Falando em canecas, lembro-me de café… café bem quente em casa, logo pela manhãzinha, com a possibilidade de fazer, também, um cremoso cappucino…
E a minha máquina de café de sonho, da Krups (vista sábado à noite, numa loja na Rua da Trindade).
Esteticamente é do mais belo que há!...



- Emília, que estava para adopção –



Há algumas semanas atrás, falei-vos aqui da gatinha Emília, que aparecera abandonada e grávida na minha rua.
Ficou em regime de FAT em casa da minha mãe. Já foi esterilizada e encontra-se em rápida recuperação.
E, maravilha das maravilhas, consegui convencer a minha mãe a ficar com ela (porque, às vezes, há coisas do destino muito estranhas!).

Muito obrigada ao Escorpião Tinhoso e a todos os que ajudaram a divulgar este caso!



- Construção da Árvore de Natal (2º) –

Depois de colocada na parede a árvore de Natal (como é minimalista, deu-me mesmo um trabalhão, como devem calcular!), há que aguardar pela chegada dos seus pequenos “enfeites”.

O primeiro a chegar, via CTT, veio directamente de Londres, da minha amiga grega Vasso (thank you so much, my dear friend!).



Agora há que esperar pelos restantes, para a árvore ficar completa!...
E construir, assim, uma árvore de Natal dá muito mais gozo (e sai bem mais barato!) do que os tradicionais enfeites da época.

Quanto aos meus postais, tal como tudo este ano, foram submersos pelo excesso de trabalho que tenho tido (e pelo imprevisto de última hora que me obrigou a adiar as férias desta semana) e a sua saída aqui de casa está bem atrasada!
Mas como há tradições que não gosto de deixar morrer, hoje vou ter serão!...


domingo, 17 de dezembro de 2006

"Festa de Fim de Ano"









Todas as outras empresas e locais de trabalho, nesta altura do ano, têm uma série de almoços e jantares para os seus colaboradores.
Nós, também, já tivemos isso, noutros tempos... Mas, como o dinheiro vai escasseando e a nossa associação subsiste apenas devido ao financiamento de projectos, este é o 2º ano consecutivo em que apenas temos a “Festa de Fim de Ano”.

A Festa de Fim de Ano é idealizada muito mais para os nossos utentes do que para nós próprios. E, este ano, com a quantidade de actividades e de trabalho que tivemos, ao longo do ano, chegámos todos estafados e com muito pouca vontade para mais uma festa!...
No entanto, à semelhança do que aconteceu o ano passado, correu tudo às mil maravilhas, as pessoas divertiram-se e o Festival Multicultural de Sabores foi um sucesso (tendo tudo isto acontecido já no nosso novo espaço, que, finalmente, se encheu de vida).

sábado, 16 de dezembro de 2006

As Verdadeiras Iluminações de Natal


Depois de por duas noites seguidas ter passado na Baixa de carro para “ver” as iluminações (1º na 5ª feira, depois de um jantar de Natal do grupo de trabalho da construção; 2º na 6ª feira com uma amiga e a sua mãe), hoje, finalmente, aproveitei o final de tarde para tirar a barriguinha de misérias e ver verdadeiramente todas as iluminações… o que, para mim, equivale a dizer, fotografá-las!


Como num conto de fadas, as velas passaram a envolver os candeeiros da Praça da Figueira.


Não é só na superfície que existem iluminações.
As melhores fotos são aquelas que fazemos quando nos pomos a olhar para o céu - Rua Augusta.


5 cães brancos que aguardam zelosamente a chegada do seu dono. Vislumbrei-os pela primeira vez há um ano, num dos pátios do Chiado. O homem anda com os cães e um cristal branco ao peito para todo o lado. E, curiosamente (ou não), hoje assentou arraiais precisamente junto à loja "Jivago", como que relembrando as origens dos canídeos que o acompanham.
A Baixa está repleta de personagens assim, que nos deixam a imaginar 1001 histórias (pelo menos a mim!).
Visto aqui também. – Rua Augusta


Subindo para o Chiado quase acreditaríamos existir uma estranha associação entre a época natalícia e os Santos Populares… Lisboa em toda a sua graça!


Mais um personagem da Baixa: o nouveau-anarca, que vive nas ruas pedindo esmola, acompanhado do seu enorme cão (o qual, antes desta fotografia ser tirada, lambia a cara toda do seu dono, dando-lhe mimos como a uma criança).


E, tal como as ruas da cidade, as lojas também se embelezam, para atrair os clientes.


A Baixa, com a sua vida muito própria, este ano ficou ainda mais bonita!!!
Mais fotografias, aqui.