sexta-feira, 10 de novembro de 2006

À quoi ça sert l'amour?




Esta manhã, ao ir ao bloglines, deparei-me com este vídeo, num blog que leio diariamente.
Porque adoro a música de Edith Piaf... porque o vídeo me lembra tanta coisa (recalcada nos últimos tempos)... porque a música tem uma grande mensagem...
Decidi partilhá-lo!...


quarta-feira, 8 de novembro de 2006

A primeira vez...



... que a Dulcineia se sentou no sofá da sala.
Um acontecimento digno de ser relembrado!

terça-feira, 7 de novembro de 2006

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Estalou a Guerra!...


Depois de se chegar a casa numa 6ª feira ao fim da tarde, deparando-nos com a luz da escada do nosso prédio desligada, apesar de não faltar a electricidade na zona (resta dizer que, como o meu prédio é daqueles antigos, andamos há uma catrefada de anos, para fazer obras e retirar o contador da luz da escada de dentro de casa dos antigos porteiros)...

Recebemos hoje, enquanto administração do condomínio, uma carta a raiar o tom de ameaça em que os ditos cujos senhores nos dizem que se sentem no direito de desligar a luz da escada do prédio quando bem lhes entender, pura e simplesmente, porque as obras ainda não começaram.
O civismo neste nosso país é, realmente, do melhor que há!...

Resta dizer que estão abertas as hostilidades aqui no prédio... e, a partir de agora, acabou-se a Sra. Simpática!

domingo, 5 de novembro de 2006

Tucha


Esta é a Tucha, a minha 3ª gata.
Fez ontem um ano que ela veio cá para casa, em regime de FAT (Família de Acolhimento Temporário)... tendo, duas semanas depois, acabado por me decidir a ficar com ela.

Quando cá chegou, era uma gatinha muito traumatizada, que dava miados estridentes (num misto de receio e de ameaça) cada vez que ouvia alguém falar um pouco mais alto.
Desde então, tem vindo a fazer imensos progressos (e a última vez que me recordo de a ter ouvido dar um desses miados foi há 6 meses, quando teve que ir ao Vet. e lhe puseram o termómetro) e tornou-se na grande amiga da Zazie.

Adora enfiar-se em tudo quanto é armário e no cesto da roupa suja, e está sempre a tentar escapulir-se cá de casa, quando abro a porta da rua, para uma voltinha pela escada.
Também gosta muito de dar dentadinhas (sem medir muito o grau de intensidade das mesmas), mas, fora isso, é muito sociável e adora por completo pessoas, sendo logo a primeira a vir, destemidamente, sentar-se ao colo dos amigos que cá vêm a casa.

sábado, 4 de novembro de 2006

Notas Soltas - III


- A Música -

Há músicas que ficam para todo o sempre associadas a determinados momentos ou situações das nossas vidas. Pelo menos comigo, sempre foi assim que funcionou (desde o jingle dos "Parodiantes de Lisboa" quando em pequena almoçava em casa dos meus avós, até ao Bolero de Ravel associado a alguns momentos mais tristes, passando por todas as músicas dos Abba como expoente máximo de delíciosas brincadeiras)!
Quer queiramos, quer não, há músicas que nos perseguem!

Esta tarde, finalmente, depois de um ano e meio, consegui voltar a ouvir do princípio ao fim este CD...


... sem qualquer mágoa ou recordação sequer. Simplesmente pelo puro prazer de escutar a música.


- Sofrer por Osmose -

Determinadas palavras do T., proferidas ontem ao jantar, deixaram-me a pensar bastante durante o dia de hoje.
Segundo parece, serei daquele tipo de pessoas que sofre por osmose, pois, quando vejo ou sinto alguém sofrer - mesmo que seja, apenas, o Zé da esquina, que nem sequer conheço -, capto um bocado essa dor e sofro também... como que por solidariedade.
Segundo parece, nos últimos tempos, já estarei um pouco melhor deste sintoma... mas, ainda assim, não mudei muito.
Para mim este é mesmo um daqueles terríveis defeitos ou exagero (na forma como vivencio determinadas situações), que me continua a perseguir.
Às vezes, gostava de conseguir ser mais desligada de determinadas coisas... ou, pelo menos, de não ficar sempre a pensar tanto nelas (se calhar por isso é que ando sempre cheia de dores de cabeça!).

H. e T., estes nossos jantares são mesmo muito bons, pois quase funcionam um bocado como psicoterapia... e ficam muito mais baratos a cada um de nós do que se tivéssemos mesmo que ir a uma consulta! :)

2º jantar do Trio Maravilha...

... Aka: Alegre Confraria, Irmandade dos Cabeçudos


Depois de, no mês passado, termos iniciado os jantares regulares do Trio Maravilha, esta noite foi a vez do Hugo escolher o programa para a soirée: jantar exótico q.b., no restaurante Banthai, para degustar as iguarias da culinária tailandesa e ainda ficarmos a chorar por mais.




Após o jantar de 2 horas, breve passagem pelo Bairro Alto, onde já não íamos todos juntos há uma catrefada de tempo.
Terminando a noite num dos novos bares da Bica, rodeados de posters cinéfilos e conversa interessantíssima.
Para o mês que vem há mais... com o Tiago a servir de anfitrião para o programa de Natal do Trio.


quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Apresentação Pública


Depois de um mês e tal em que tive que guardar segredo (o que, para quem me conhece, sabe que é uma tarefa bem difícil!) sobre o novo membro da família que os meus amigos S&T iriam ter; ontem, finalmente, foi dia de apresentação pública ao grupo do pequeno Tarek (ou Tareka, porque apenas com 1 mesinho e meio, ainda não dá para destrinçar bem… nem mesmo seguindo as indicações do manual, como alguém tentou fazer!).

Durante a tarde, tive o privilégio (fruto, também, de alguma chantagem da minha parte, diga-se de passagem), como madrinha do pequerrucho, de o ir conhecer em primeiríssima mão e de lhe levar algumas prendinhas, que as 'nininhas cá de casa ajudaram a embrulhar.

À noite, foi o desatino total para o pequeno Tarek (até deve ter ficado com os sonos meio trocados, pobre bicho!), que parecia ter caído nas mãos das bruxas e bruxos, pois todos lhe queriam pegar, dar mimos e brincar com ele.

Adorei ver os meus amigos S&T tão zelosos e ternurentos, no seu papel de donos de gato bebé… quiçá a treinarem-se para algo mais, brevemente! :)

Hoje, fiquei por casa, a molengar, porque a boss decidiu dar-me o dia, para compensar das últimas semanas de árduo trabalho. Mas a verdade é que, depois da velocidade a que andei nos últimos dias, ainda me sinto um pouco alheada de toda a vida social normal e sem conseguir estar parada por completo.
Ainda por cima, apanhei uma grandessíssima constipação na 3ª feira à noite (para quem não está habituada a andar sempre de vestidinho, é assim!), que, lamentavelmente, tem vindo a deitar-me cada vez mais abaixo.

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

O meu Afilhado

2ª dia de Inauguração

Bobadela, 31/10/06
Fotografia de João Sousa



1 hora e pouco da manhã e o único pensamento (ainda) consciente que me ocorre, neste regresso a casa, é um alívio imenso por, finalmente, terem terminado as comemorações da inauguração do nosso equipamento social.

O dia de hoje foi bem mais calmo do que ontem: alguns workshops de manhã, visitas guiadas aos 3 edifícios e muitas actividades desportivas para animar a população local.
A noite terminou com um sarau cultural em que participaram alguns músicos portugueses e o RefugiActo (grupo de teatro constituído por requerentes de asilo e refugiados).
Toda a gente parecia feliz e entusiasmada com o espectáculo e o facto de tudo ter corrido pelo melhor.

Mas, quando penso nisso, parece-me quase estranho que, depois de 3 longos anos a trabalharmos neste projecto, finalmente o tenhamos conseguido ver erguido e celebrado por todos!...
Para mim, pessoalmente, foi quase como um filho que veio ao mundo e se autonomizou. Por isso, relembro, ainda, com orgulho, as palavras simples de Nancy Vieira, ao terminar a sua actuação desta noite, dizendo que: "(...) um Centro que vai receber condignamente todos aqueles que ainda precisam, por serem perseguidos".

Agora, as dores nos rins e nas pernas, acrescidas de dores de cabeça, quase que me fazem desmaiar de cansaço... mas continuo sem conseguir pregar olho.
Tenho que ver se descanso!...