domingo, 29 de outubro de 2006
sábado, 28 de outubro de 2006
A precisar de muito azul…

… para ver se consigo tranquilizar um pouco o meu cérebro, que não tem parado de pensar nas 1001 coisas que ainda falta fazer ou acertar, antes do grande dia de 2ª feira.
Esta semana, para mim, tem 8 dias intensos de trabalho: hoje em casa ao computador, amanhã lá no local.
Se eu vejo chegar o dia 1 de Novembro até me parece mentira!
Teodora - Gatinha jovem para Adopção

Esta é a TEODORA (Téo para os amigos), filha da Dulcineia (que se encontra em minha casa, em regime de FAT).
É uma gata jovem adulta (ainda não tem 2 anos), esterilizada, que necessita de um pouco mais de sorte na vida.
Foi salva da rua ainda bébé por uma senhora que lhe deu um lar e carinho mas que foi alvo de uma acção que a obrigou a desfazer-se da Téo.
Foi adoptada mas as coisas não correram bem: a nova dona tinha alergia e receio de gatos, e para infelicidade do dono tiveram que a devolver.
A TEODORA procura novamente família, um lar onde seja apreciada por todos e onde lhe seja possível ter uma vida Feliz e Longa. É uma gata muito dócil e delicada. Pede festas e adora brincar. Retribui a minima atenção com muitas turrinhas. Promete dar muitas alegrias a quem a adoptar.
Neste momento a Téo está numa fat (família de acolhimento temporário) na zona de Lisboa porque o Gatil da União Zoófila já tem demasiados gatos.
Contacto para adopção:
Cristina 96 716 06 40 * cristinabslt@netcabo.pt
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Aspectos Psicossomáticos do Stress
Ter que preparar a cerimónia de inauguração de um novo equipamento social, paralelamente a gerir a chegada de mobiliário e sua montagem, acrescentando ainda conseguir que tenham uma série de arranjos concluídos na obra, é mesmo uma daquelas tarefas que gera uma verdadeira “guerra de nervos” em qualquer um (por mais santo ou paciente que seja - o que até nem é o meu caso!).
Até à data, tenho conseguido, gerir as situações de uma forma, mais ou menos, calma e controlada (o que, para quem me conhece, não achará nada normal!)… tudo graças à Passiflora, para me dar uma noite descansada, e ao Ginseng, para ganhar forças para cada novo dia para o qual tenho que me arrastar (tudo produtos naturais - não vão cá pensar que me ando a "enfrascar" em qualquer coisa esquisita).
No entanto, apesar da aparente calma e auto-controle, o meu corpo começa já a ressentir-se e a demonstrar alguns sinais de acumulação de stress.
Depois de uma primeira cena algo dramática, que nunca me tinha acontecido (e nem sequer vale a pena comentar - por me ter passado um bocado ao lado, dado andar meio anestesiada para a realidade envolvente e passar 24 horas por dia a pensar apenas em trabalho); ontem de manhã, depois de um ensaio geral da cerimónia, começo a sentir algumas dores atrás da orelha direita… e, de repente, aparece-me um grande inchaço, mesmo atrás do lóbulo da orelha.
Segundo algumas colegas de trabalho, tudo não passará de um gânglio inflamado, provocado pelo cansaço, stress, nervos ou o que quer que seja.
A verdade é que, uma destas, também, nunca me tinha acontecido!
E, apesar de para a minha rica mãezinha eu ser considerada meio hipocondríaca, quanto a mim, parece-me que estou a somatizar e todos os nervos e pressão em que tenho andado se acumularam ali atrás da orelha, tendo o inchaço vindo a aumentar cada vez mais (boa hora em que, há 5 meses atrás, deixei crescer o cabelo!).
Só espero é que lá para a próxima 4ª feira isto já tenha desaparecido e eu regresse ao meu estado normal!
Entretanto, para ajudar à festa (e porque não há mesmo nada que não me aconteça), hoje era suposto ter recebido o ordenado, como os restantes colegas… E não é que na Contabilidade se esqueceram de imprimir o meu nome nas listagens das transferências dos ordenados?!
Se a situação não fosse tão caricata (uma vez que há já 4 semanas que ando a trabalhar que nem uma moura, para que na próxima semana tudo corra em condições) até dava para começar num pranto enorme a chorar, mas como estou a modos que a entrar naquele estado de cansaço acentuado em que tudo nos dá vontade de rir e já nem sequer temos forças para nos chatear com o que quer que seja... nem sequer valia a pena!...
terça-feira, 24 de outubro de 2006
Grau de Resistência
Depois de uma noite muito mal dormida (há semanas que dormia que nem uma bébé, graças às gotinhas da homeopata, e ontem, finalmente, as preocupações com o trabalho surgiram todas em catadupa simultânea) e de um dia inteirinho de movimento/agitação/trabalho até às tantas da noite, hoje estou, literalmente, de rastos... e prestes a superar o meu próprio grau de resistência ao cansaço (daqui a nada, ainda entro para o Guiness)!
Final Feliz

Este era o Dolpho, um jovem gatinho recolhido pela associação GV, que foi, posteriormente, adoptado por alguém que, inescrupulosamente (ou não), o deixou fugir da transportadora no próprio dia da sua adopção.
Andou perdido ali para os lados da Av. António Augusto Aguiar, Bairro Azul e El Corte Inglês. E os supostos novos donos, também, pouco se interessaram em o ir procurar... sendo, mais uma vez, as voluntárias da associação GV a entrar em acção.
Esta história deixou-me completamente de rastos, só de imaginar um gato hiper meigo e habituado a estar em casa andar a deambular por aquela zona cheia de carros a alta velocidade.
Na altura, lembro-me de ainda ter comentado num fórum que o tentassem procurar nos jardins da Gulbenkian, pois costumam lá andar muitos gatos abandonados.
Durante meses a fio, cada vez que passava por aquela zona, lembrava-me deste gatinho (a minha família e amigos sabem bem como eu sou paranóica com os animais - mesmo os que não são meus - e como fico doente quando sei de alguma história mais triste).

Recentemente, através do ET, tive acesso a um apelo da Rodrigues, sobre este "outro" gato, o Calu, que deambularia pelos jardins da Gulbenkian, acompanhado de um gato preto.
Deixei comentário no blog do ET sobre a possibilidade de ser o mesmo gato, dadas as semelhanças físicas e, sobretudo, devido à mesma característica das manchas brancas no focinho (tenho duas gatas pretas/brancas, por isso sei bem como, apesar de parecerem diferentes, os PB's são tão distintos entre si). Alguém no fórum viu e passou mensagem às voluntárias do GV, que hoje, acompanhadas da Rodrigues foram resgatar o Dolpho (e o seu novo amiguinho), que por ali andaria perdido há já tantos meses.
Felizmente que tenho boa memória para focinhos de gatos! ;)
E que a blogosfera, também, serve para estas coisas boas!
É muito bom saber que ainda existem finais felizes!
Agora, ao Dolpho e ao seu novo amigo, só lhes falta arranjar uns donos em condições.
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
Para Venda

5 casas para venda, apenas na última ponta da minha estreita e comprida rua.
É o mal das ruas que existem em bairros antigos de Lisboa, como a minha, onde a taxa de idosos aumenta exponencialmente, comparativamente com os novos bairros que vão aparecendo por toda a cidade.
E a reconversão do bairro e da rua vai-se, naturalmente, efectuando: as ambulâncias a altas horas da noite vão parando cada vez mais aqui na rua... uns vão, outros vêm para os "substituir".
É, assim, a lei natural da vida!...
domingo, 22 de outubro de 2006
"Air"
Orchestral Suite nº 3 - Air, dos concertos para violino de Bach.
Porque a chuva continua a cair, cada vez em maior dilúvio. Porque o dia está triste. E, sobretudo, porque o cão de um dos prédios vizinhos, nas traseiras, continua há dois dias consecutivos a uivar de manhã à noite, num pranto de dor e tristeza que nos corta a alma... e me tem feito muito mal.
sábado, 21 de outubro de 2006
Notas Soltas - II
- Bordeaux -
A noite passada, sonhei com amplos corredores em tons de bordeaux, que eu tinha que ir percorrendo infindavelmente.
Até à data, tinha conseguido que o meu sub-consciente não se deixasse afectar pela sobrecarga de trabalho e stress em que tenho andado... mas agora, o cérebro ficou mesmo danificado e já não há melhoras possíveis!...

Há alguns meses atrás, a minha vizinha de baixo (que tem o cabelo cor de breu, quase parecendo uma bruxa ou ave de mau agoiro e se mete nos etílicos - quiçá para aperfeiçoar o seu dom de falar sobre a vida dos vizinhos da rua toda), cortou a enorme nespereira que tinha no seu quintal.
Há alguns dias, deparei-me com esta planta imponente em tons de bordeaux, bem por detrás do pouco que sobrou da nespereira.
Não sei de que planta se tratará (talvez a priminha me possa ajudar, nesta pertinente questão)... mas esta manhã, quando abri a janela do quarto, e, mais uma vez, olhei para ela, só me fez lembrar aquelas plantas surrealistas que apareciam nos desenhos animados da Alice no País das Maravilhas.
- Frase do dia -
"(...) o cozinheiro até era preto, mas era uma boa pessoa."
E pergunto eu, o que é que uma coisa tem a ver com a outra?
Quando somos obrigados a ouvir este tipo de comentários, no restaurante a que, habitualmente, temos que ir todos os sábados em família, dá-me náuseas.
- Desanuviar -
Tarde passada no CCB com dois amigos, para ver se conseguia desanuviar um bocado a cabeça.
Mas esta estranha melancolia continua cá dentro... parece que o simples facto de ter parado e dever descansar me causa estranheza e me deixa neste estado. Provavelmente, o melhor seria continuar, também, no fim-de-semana, agitada a 1000km/hora, para ver se não perdia o ritmo e se, pelo menos, não me sentia melancólica!
E a chuva que não pára.
A (muito anseada) visita a esta exposição ficará para a sua edição do próximo ano, pois as infindáveis filas para comprar bilhete continuam a não ajudar muito. E amanhã já é o último dia da exposição, em Portugal.
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