quinta-feira, 31 de agosto de 2006

Alvalade:


Nova estação de metropolitano.



Adoro a forma como no decorrer dos trabalhos de melhoramento/renovação das estações, estas ficam sempre a pairar entre dois mundos: o novo e o decadente.
Até parece que entrámos num filme surrealista!

quarta-feira, 30 de agosto de 2006

terça-feira, 29 de agosto de 2006

"Non Stop"


2º dia de trabalho e já parece que trabalhei durante 2 semanas "non-stop"!...
A continuar assim, não chego ao fim de Setembro.

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

Suécia


Mais dois para a colecção... a fazer lembrar esta viagem.
Muito obrigada, Cathy!

domingo, 27 de agosto de 2006

Redes Mosquiteiras


Depois de 1 mês à espera (o país pára mesmo em Agosto!), colocaram-me, finalmente, esta manhã, as 3 redes mosquiteiras que tinha encomendado cá para casa.



A Tucha, sem medos, foi logo a primeira a experimentá-las, deitando-se no parapeito, no pequeno espaço que sobra entre as laterais das redes mosquiteiras e as laterais dos estores.



A Mary Poppins, também, lá foi um pouco a medo, tentar verificar o que se passava e porque é que, de repente, entrava tanto ar fresco pela casa dentro. Mas veio-se logo embora, com algum receio.



A Zazie, vendo a sua grande amiga Tucha durante horas a fio para ali deitada, resolveu também ir investigar o que se passava. Mas acabou por achar mais piada ao pequeno fio que puxa as redes para baixo, com o qual se pôs a brincar.



No final, acabaram por se deitar todas (à excepção da MaryPoppins, que só lá apareceria mais tarde) à beira da janela do escritório, enquanto eu teclava no portátil, tentando terminar um relatório.

Deixar crescer o cabelo - Dia 93



3 meses já passados.

sábado, 26 de agosto de 2006

"Encontros Perfeitos"


Já alguém reparou na nova publicidade dos pacotes de açúcar dos Cafés Nicola?

sexta-feira, 25 de agosto de 2006

(Terrível) Mês de Agosto


A escassa percentagem de pessoas que, tal como eu, costuma ficar a trabalhar em Lisboa durante o mês de Agosto sabe, de cor e salteado, que este é, por excelência, o mês mais calmo do ano em termos profissionais: mais de metade dos serviços estão fechados ou funcionam com pessoal a meio gás, os telefones não costumam tocar muito, e, normalmente, não há grande coisa para fazer. Por isso é que eu adoro trabalhar em Agosto! Os transportes públicos vão praticamente vazios e as pessoas exibem no rosto uma aparente serenidade, conseguimos chegar ao emprego a horas decentes e, como o país se encontra praticamente parado (já que mais de metade da população foi toda a banhos para o Algarve) não há muitos assuntos urgentes a tratar, pelo que dá sempre para irmos adiantando aqueles outros trabalhos menos importantes, aos quais temos que ir dando vazão durante todo o ano... e, no final, ficamos sempre com tudo em dia. Mas o que me agrada ainda mais no facto de trabalhar durante o mês de Agosto é o ambiente de calma e tranquilidade que reina sempre no escritório: apenas com 2 ou 3 funcionários por dia, o barulho e o constante matraquear de palavras extingue-se completamente, e, para mim, que me concentro melhor com o silêncio, é mesmo uma benção dos céus!




No entanto, curiosamente, este ano, o mês de Agosto está a ser um dos meses mais difíceis em termos de trabalho (pelo menos para mim e para os meus colegas que restam)!...
Alterações de orçamentos de projectos, ultimar a conclusão de uma obra e todos os 1001 pequeninos sub-trabalhos que daí advêm, prazos para tudo e mais alguma coisa apenas até ao final do mês... e, como se já não me bastasse tudo isso, ainda tenho um relatório paralelo (extra ao meu emprego fixo) para concluir e entregar até 31/08.
Quiçá esta estranha alteração ao percurso habitual dos meses sazonais apenas tenha sido motivada pela despromoção de Plutão enquanto planeta (os astros devem ter ficado loucos e baralhado todo o nosso sistema terrestre)... A verdade é que já começo a considerar seriamente a hipótese de marcar férias para Agosto, no ano que vem!

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Cliques


Devido ao meu espírito demasiado racionalista (e, consequentemente, a outros factores daí derivados), há já muito tempo que não sentia um daqueles cliques inesperados, em que nos transformamos em seres meio aparvalhados e começamos a ver o mundo em tonalidades de rosa.
Ontem à tarde isso voltou a acontecer-me, quando menos esperava!...
E depois, andei o resto do dia meio "acelerada", apesar do cansaço e dores de cabeça.

quarta-feira, 23 de agosto de 2006

80 anos



O meu avô fez hoje 80 anos.
Uma vida e tanto, e sempre muitas histórias para contar. Uma das pessoas que mais admiro nesta vida, apesar de termos feitios tão diferentes.

Este ano, já tínhamos tido que lidar mais de perto com a dor do desaparecimento de alguém que todos nós conhecíamos, aquando do aniversário da minha mãe. E hoje, também, este aniversário teve um leve trago amargo para nós e para o meu próprio avô...
Porque é sempre muito triste quando temos consciência que o tempo se esvai por entre os nossos dedos e os momentos que (ainda) temos para estar com aqueles de quem mais gostamos passam a ser vividos intensamente, como se fossem os últimos dias das nossas vidas.