
Esta manhã, bem cedinho, fui para Mafra com a minha mãe e irmão, para que este último fosse visitar uma casa em que ficou interessado (colocando-se, eventualmente, a questão de a comprar).
Mafra, a
cidade dos casamentos, continua igual a si própria. Sendo, no entanto, de destacar a excelente
oferta cultural para este Verão.
É agradável poder sair assim, de vez em quando, de Lisboa e sentir que ainda temos qualidade de vida aqui tão perto!...

Depois, passei o resto do dia num
retorno à infância, assistindo a um DVD da "
Pipi das Meias Altas" (
muito obrigada, Rita, pelo empréstimo!).
É engraçado voltar a assistir a séries e filmes da nossa infância, com este olhar distanciado que os 30 anos nos começam a trazer!...
E este filme da "Pipi" é, na verdade, uma exaltação à imaginação sem limites que temos quando somos crianças!
Tal como todas as crianças, também, a Pipi tem o seu quê de delírio/devaneio infantil: como é possível uma criança viver sozinha, com um saco de moedas de ouro (deixado pelo seu pai, marinheiro em viagem), um macaquinho e um cavalo? Andar sempre a comprar bonecos e doces para os seus amigos e fazer trinta por uma linha na sua casa (sobretudo no que diz respeito à limpeza da casa)?
Logicamente, que tudo não passa aqui da exacerbação dos sonhos e anseios que todos temos quando somos pequenos. E, por isso mesmo, continuo a achar que, antigamente, a animação infantil que se fazia era bem mais interessante do que actualmente.