Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Bratislava em 2 dias







Depois de 9 horas de viagem, fazendo 3 países numa só tarde (para poupar no preço do bilhete de avião), cheguei finalmente a Bratislava no domingo passado (para uma reunião de trabalho).

23h30... a cidade completamente vazia... e nevava (tal como em Zurique e Viena, por onde já passara).
Uma paisagem mágica, que me enche de uma profunda tranquilidade.





O frio seco era cortante e as temperaturas negativas, para quem vem de um país mediterrânico, fizeram-me andar com os pés sempre enregelados, apesar de estar bem agasalhada.

No dia seguinte, antes da reunião, aproveito para visitar o pequeno centro histórico de Bratislava com uma colega lituana.

O mercado de Natal, onde todos os habitantes aproveitam para se reunir entre amigos... as estátuas humorísticas espalhadas pelas ruas... E o que mais me encanta, os edifícios e as janelas, a arquitectura moderna em contraste com a mais ancestral.

Bratislava é uma cidade única. Mais pequena do que Praga, ainda assim, onde os habitantes são bem mais simpáticos do que na República Checa.





No final do primeiro dia de reunião, no jantar de grupo com os colegas de diversos outros países, num pub eslovaco, aproveitamos para saborear a famosa Fukola, a bebida nacional da Eslováquia e da República Checa (uma espécie de coca-cola, mas muito menos doce e mais saborosa).


Mais fotos aqui.






sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Roma... by night







Passei os últimos 4 dias longe do rebuliço de Lisboa... na imensa confusão caótica que consegue ser a cidade de Roma!

Depois dos últimos acontecimentos do início deste mês, andava mesmo a precisar de relaxar a cabeça, de ficar fechada no meu cantinho, tranquila e em sossego. Mas tal acabou por não se verificar, dado que fui "escalada" para ir a uma reunião de trabalho em Roma.





Os dias foram passados das 9h às 18h, fechados em reuniões non-stop no Hotel Quirinale, onde também estávamos alojados (um 4 estrelas, com direito a candelabro no quarto e um magnífico jardim interior).

Sendo assim, da belíssima Roma pouco (ou quase nada) vimos durante o dia; ficando, no entanto, a conhece-la bastante bem durante a noite (sobretudo porque, logo na 2ª noite, conseguimos perder-nos, quando regressávamos a pé ao hotel, vindos do jantar de grupo... e demorámos cerca de 2h30 a encontrar o hotel).





De resto, fartámo-nos de comer (muito bem por sinal!)... e fiquei fã dos mini-croissants com mel, que nos serviam ao almoço no hotel.

Fiquei bastante surpreendida com a falta de respeito dos automobilistas para com os peões (chegando a avançarem sobre as passadeiras, mesmo com o sinal verde). Só assim se compreendendo o motivo pelo qual me pareceu que os italianos são tão agitados!






Acabei por não atirar nenhuma moeda para dentro da Fonte de Trevi (tal era a imensidão de turistas, que desencorajava qualquer um!), mas espero que, apesar de não ter cumprido a tradição consiga um dia regressar a Roma, para visitar esta cidade com mais tempo.


Ver mais fotos aqui.







sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A Internet é um mundo...




À distância de um simples "clic" via pesquisa no Blogger, em Junho passado, fui contactada por e-mail por uma pessoa que trabalha na "Yeahbaby", a revista de bordo da Bmibaby airline (uma ramificação low-budget da BMI - British Midland) - revista bimensal com mais de 750.000 leitores.

O motivo deste contacto prendia-se com o facto dessa pessoa se encontrar a compilar um mini-guia de destinos com sugestões e dicas sobre o que fazer em cada uma das cidades que iriam ser mencionadas nessa edição. Tendo-se, assim, sido pedido que desse algumas sugestões sobre a cidade de Lisboa... as pérolas escondidas fora do rotineiro percurso turístico da cidade.

A edição de Outubro/Novembro'09 já saiu e, como prometido, recebi hoje o meu exemplar em papel da "Yeahbaby"...





Imagens da autoria da "Yeahbaby"


[clicar na imagem para ampliar e ler o artigo indicado a contorno azul]







quarta-feira, 17 de junho de 2009

42º à sombra... e um dia repleto de História








42º à sombra em Barrancos, onde nos deslocámos bem cedo esta manhã, juntamente com mais de 50 requerentes de asilo e refugiados, para participar na conferência "Refugiados de Ontem, Refugiados de Hoje".



"Em Setembro de 1936 são ocupadas, pelas forças do General Franco, as ultimas povoações republicanas que confinam com a fronteira portuguesa de Barrancos. Tal como na Andaluzia, a violência e o terror invade a Estremadura espanhola. Em Portugal, o apoio de Salazar ao golpe militar marcou desde o primeiro momento a sua política, fundamental à consolidação do regime. As ordens emitidas sobre o destino dos refugiados republicanos são dúbias, por isso compete aos homens no terreno interpretá-las e cumpri-las segundo os seus princípios, profissionais e humanos.

Encurralados entre o fogo das forças nacionalistas e a fronteira portuguesa de Barrancos centenas de republicanos decidem passar linha de fronteira, sem a garantia de serem recebidos como refugiados políticos. Para o efeito foi improvisado um “campo de concentração” na herdade da Coitadinha, com conhecimento de Salazar. Quando até então o procedimento das autoridades portuguesas tinha sido a entrega aos golpistas, marcando para sempre a memória colectiva sobre os fuzilamentos sumários.

A intervenção dos militares portugueses em Barrancos marcou a diferença entre a vida e a morte de 1.020 refugiados, repatriados pelo Governo português para a zona republicana de Tarragona. Resultando num acontecimento singular, que assinala a acção humanitária de homens como o tenente Seixas, posteriormente penalizado por ter ocultado a existência do campo da herdade das Russianas, onde concentrou três centenas de refugiados à revelia do poder central.

Por outro lado, a guerra civil de Espanha também reactivou as relações entre os barranquenhos e os vizinhos espanhóis, escondendo e protegendo refugiados até ao final do conflito. Hoje, ainda aqui permanecem os descendentes e as memórias desse tempo silenciado."


In "Noudar: Los Refugiados de Barrancos".




Mais informações sobre o excelente documentário "Los Refugiados de Barrancos", a ler aqui.




Palavras escritas de vários pontos do mundo, deixadas no Livro de Visitas do Posto de Turismo de Barrancos.




Os "refugiados de hoje", que continuam a chegar a Portugal, não são muito diferentes desses refugiados do Passado. Também eles, ao lutarem pela sua sobrevivência, se viram obrigados a abandonar o seu país, os seus bens e, em muitos casos, as suas famílias.

Aqui chegam, na maioria das vezes, sem saberem sequer o destino para onde iam. Não falam a nossa língua, os seus hábitos e cultura são muito diferentes dos nossos. E sentem-se completamente perdidos, como se fizessem parte de uma terra de ninguém!
Mas o que os move é um desejo imenso de segurança, num país ao qual possam voltar a chamar a sua Casa.

Os refugiados experimentaram a dor física e psicológica e, durante a fuga, perderam as suas raízes e a própria identidade.

É nessa reestruturação e reafirmação da sua identidade no novo país de acolhimento, através de um constante processo de troca e aprendizagem comum, num local onde as fronteiras físicas deixaram de fazer sentido, que se encontra, precisamente, a riqueza dos dias do nosso trabalho!







Na viagem de regresso, já ao final do dia, houve canções multi-étnicas de saudade e de esperança, à semelhança do que costumamos fazer.

E não foram as minhas persistentes arritmias e quebras de tensão (provocadas por este meu mau-estar com o calor - no Alentejo profundo e interior este clima pode tornar-se um verdadeiro inferno, para quem a ele não está habituado!), assim como a questão dos "touros de morte" (com a qual não posso, de modo algum, concordar sequer!), esta viagem foi um sucesso!





quarta-feira, 29 de abril de 2009

Praga - Dia 4 (Fim)





3 horas e meia de viagem de regresso a Lisboa, ainda com muitas imagens de Praga na cabeça.

Sem dúvida alguma, uma cidade à qual terei um dia que regressar com mais calma e tempo, para aproveitar bem todo o seu esplendor!



terça-feira, 28 de abril de 2009

Praga - Dia 3





Depois de um dia inteiro fechados dentro da sala de reuniões do hotel, nada melhor do que dividirmo-nos em grupos e terminarmos a noite no centro de Praga, para jantar.







No nosso pequeno grupo de 6 mulheres (Finlândia, Portugal, Noruega, Irlanda, Holanda e Itália), a conversa fluiu bem animada durante todo o jantar.







E terminamos a noite um pouco perdidas pelas ruas de Praga, em busca de paragem de eléctrico. Aproveitando, sobretudo, para uma nova perspectiva sobre a magnífica cidade.

Amanhã, partirei para Portugal.












segunda-feira, 27 de abril de 2009

Praga - Dia 2






Ontem não consegui mesmo evitar permanecer num estranho misto de estranheza/irritação pelo facto de me sentir quase como que uma refugiada num país estrangeiro (agora, finalmente, consegui compreender na pele, o público-alvo com quem trabalho diariamente!), onde, para além de ninguém falar a minha língua, tão pouco falam o Inglês.

A visita à cidade também não foi a ideal, pelo tempo acinzentado e triste, assim como devido à presença claustrofóbica de centenas e centenas de turistas no centro de Praga.
Consequentemente, nem a vontade de fotografar (que, para quem me conhece, sabe que me está entranhada nos dedos e na alma!) era muita e temo, sinceramente, que o resultado final tenha sido catastrófico.

Por isso mesmo, ontem à noite, enquanto bebia um balde de uma espécie de café (não há como o nosso em Portugal!) no MacDonald's por debaixo da janela do meu quarto de hotel (servido por um teenager checo, que, curiosamente, também, não falava inglês), prometera a mim própria partir numa nova investida pela descoberta dos encantos daquela que me parecera uma belissíma cidade.

Depois de um bom pequeno-almoço, tomado na companhia dos turistas idosos italianos que, entretanto, inundaram o hotel; às 8h30 já estava na rua, à espera do eléctrico para o centro da cidade (nem o facto da diferença horária ser de uma hora a mais, comparativamente com Lisboa, me deixou minimamente afectada).

Enquanto aguardo pelo eléctrico, apercebo-me que, de facto, Praga é mesmo a cidade dos cães, tal é a profusão destes animais que abundam pelas ruas, acompanhados pelos seus zelosos donos (por breves momentos, começo a lembrar-me da situação divergente que existe em Portugal... e acabo por preferir não pensar em coisas tristes!).







Chegada ao centro de Praga, inicio a minha caminhada pelo lado esquerdo do rio, no bairro de Malá Strana, no sopé da colina do Castelo de Praga.

Malostranské Náměstí, a pequena praça em obras; a rua Nerudova e as magníficas fachadas dos seus restaurantes, cafés e galerias de arte; os edifícios antigos perto da entrada para a Charles Bridge.








Depois de passar bem perto pelo Museu de Franz Kafka (onde acabo por já não ter tempo de ir!), dirijo-me para a Ilha de Kampa, o meu destino primordial nesta manhã.

Esta pequena Veneza de Leste, à entrada de Charles Bridge, deixa-me completamente estonteada com a sua beleza.







Nova investida pela Charles Bridge (onde, na véspera, me sentira bem apertada!)...

Por ser tão cedo, ainda apanho os "seguranças" da ponte, que colocam os stands de cada vendedor de souvenirs no seu local pré-estabelecido e, paralelamente, "desimpedem"-na de todos os mendigos que por ali dormiram.







Atravessada a ponte, dirigo-me a Josefov, o bairro judaico de Praga, repleto de antigas sinagogas, mercados temáticos dirigidos a turistas e as suas pequenas lojas e comércios tradicionais.

Em Staromestske Namesti (uma das mais bonitas praças que já vi!), aproveito para me sentar e descansar durante um bom bocado desta longa caminhada matinal.
Vou, também, observando os turistas que passam, os infindáveis guias que "oferecem" os seus serviços, o famoso relógio astronómico (onde, ao bater de cada hora, ali assomam milhares de pessoas, para verem as suas figuras rodarem)...

Curiosamente, o que acaba por mais me surpreender, nesta manhã solarenga, numa cidade onde tudo parece girar em torno do negócio turístico, é, sem dúvida alguma, aquele rapaz que trabalha bem de perto com os animais que servem os turistas.
À primeira vista, pela forma como se movimenta e age, dir-se-ia possuir algum atraso cognitivo; mas o carinho que sente pelos cavalos que alimenta é notório, quando o vejo debruçar-se sobre uma das parelhas e colocar a sua cabeça junto às dos animais, como se com eles estivesse a conversar, afagando-as de uma forma tão inocente e despudorada.







Concluído o passeio matinal, regresso ao hotel, onde a reunião de trabalho se iniciou no período da tarde.

À noite, juntamente com os colegas de mais de 20 nacionalidades, jantamos neste restaurante, deliciosos pratos de carne.












domingo, 26 de abril de 2009

Praga - Dia 1





Acordar bem cedinho, para consegui estar no aeroporto às 7h da manhã (para um voo às 9h10) a um domingo tem muito que se lhe diga (em particular para quem, tal como eu, tem o síndrome dos aeroportos e fica logo com stress e nervoso miudinho face aos preliminares que antecedem as viagens)!...

Mas, como a última vez que viajara para fora de Portugal, fora há dois anos atrás, os stresses até correram melhor do que esperava (em parte pelo aliciante de ir a uma reunião de trabalho deste programa na famosa capital checa).








3 horas e 20 minutos depois aterro no Aeroporto de Ruzyně, onde fico estonteada com a pontualidade dos transportes públicos para o centro da cidade (já para não falar do módico preço dos bilhetes... apenas 1€ por um bilhete de 1 hora de viagem, que dá para metro, autocarro ou eléctrico).

Com o guia da cidade nas mãos (onde prendera, também, as guidelines e indicações geográficas sobre como me dirigir para o hotel - fornecidas previamente pela responsável da reunião), consigo apanhar o metro, mais um eléctrico e dirigir-me até à estação indicada.

Aí, começa então o busílis da questão, dado que não me consigo orientar de modo algum com o mapa fornecido, as indicações dadas e as ruas onde me encontro!...

Pergunto a uma rapariga na paragem de eléctrico, e ela não fala inglês. Atravesso a rua, pergunto a um jovem e nada, também, não fala inglês. Mais à frente, uma senhora de idade, responde-me em checo quando lhe mostro a morada do hotel... e fico na mesma. Tento a sorte com um casal jovem, aparentemente, de origem estrangeira, que me tentam ajudar articulando uma linguagem gestual, já que também não falavam inglês.

Por fim, lá consigo chegar ao hotel, construído dentro de um complexo desportivo, a 30 minutos do centro de Praga, numa zona residencial algo cinzenta e triste (a fazer lembrar em muito os tempos do Comunismo que ali se viveram).
Instalo-me num quarto por cima do MacDonald's, com vista para um grande centro comercial e para o supermercado inglês Tesco. E, depois de um breve repouso, parto para o centro da cidade (já que os dias de reunião deixam-nos muito pouco tempo livre para visitas turísticas, pelo que há que aproveitar todos os pequenos momentos).







Praga é uma cidade relativamente pequena, cujo centro histórico e principais atracções se visitam muito bem caminhando, uma vez que ficam todas muito perto.

O Rio Vltava divide a cidade em duas partes, ligadas pela famosa Charles Bridge (uma ponte cheia de animação onde, esta tarde, mal se conseguia calcorrear, devido ao excesso de turistas sobre a mesma).







Uma tarde muito bem passada no centro histórico de Praga, considerado pela UNESCO como património da humanidade, a apreciar os maravilhosos murais destes edifícios antigos tão bem preservados.









Apesar do tempo estar meio cinzento e a cidade estar apilhada de turistas nesta tarde de domingo, o primeiro embate com esta cidade deixou-me mesmo boquiaberta.

Amanhã há mais (se as bolhas que hoje ganhei nos pés me permitirem), porque a reunião só começa às 14h00!...










domingo, 30 de novembro de 2008

Pintura (em tons cinza) sob o Mar








A última vez que lá tínhamos ido, o tempo também não estava nada convidativo. Mas sabe bem ir desanuviar a cabeça para longe, quando nos sentimos cansados.

A nostalgia de um passado longínquo invade-me sempre quando ali regresso.

As pessoas e os lugares deixaram de ser os mesmos, permanecendo apenas as casas apalaçadas com que noutros tempos fantasiávamos (e os gatos, que me continuam a perseguir sempre, para onde quer que vá)... e o Penedo do Guincho, imutável, mesmo quando o mar conseguiu já consumir grande fasquia da terra.

O "Mar Lindo" (pensão residencial), caído em ruína e abandono, da última vez que ali estivéramos, parece estar agora a ganhar uma nova vida.
O que, lamentavelmente, já não se pode dizer da antiga estação dos correios ali bem perto, com vista para o mar.

O que me entristeceu consideravelmente foi ver que na Casa do Pinheiro, este foi violentamente cortado e retirado do seu jardim... Uma árvore centenária, que abrigava os mais diversos animais, e conferia toda uma beleza de final de século àquela casa... Faz pena, muita pena!

As ruas da pequena vila de Santa Cruz encontravam-se inundadas de uns tão estranhos quão horrendos candeeiros, aprisionados aos candeeiros comuns de rua, quiçá preparando-se já para a festa natalícia. Quase acreditaríamos ter sido invadidos por estranhos seres intergalácticos.

Ao final do dia, antes de regressarmos, sinto que a minha Santa Cruz já não é esta... Este local espartilhado no tempo, onde se cruzam ainda résteas de um passado que teimam em violentamente delapidar e toda uma modernidade sem sentido, feita de exagero.

Estranha sensação esta, a de se tentar conciliar o local presente desfigurado com as memórias do passado que lá se viveu!...







domingo, 24 de agosto de 2008

"Histoire de Pieds" - 7







Os "Jikatabi" da M. fizeram sucesso ontem à noite, no seu regresso do Japão!

Esta espécie de ténis, outrora utilizados pelos operários da construção civil em modelos de cor escura, foi recentemente re-actualizada (bem ao jeito japonês!) num conceito muito mais fashion pela loja Sou-Sou.
Pena que online o website desta loja não possua nenhuma versão em língua inglesa ou francesa, porque comprava já estes!!

Um serão bem animado, com tempo ainda para experimentarmos Saké em pacote e "sugos" de manga.
O cházinho ficaria para mais tarde, depois de colocar a nova adição na colecção cá de casa.


"Jikatabi's" around the world... here.





segunda-feira, 7 de abril de 2008

Notas Soltas - 117



Nova cortina para a banheira, para substituir esta aqui.

Através do Flickr, convidaram-me para integrar este outro site sobre casas (dizendo que as fotos da minha casa eram muito bonitas - imaginam como fiquei babada!!).
Por isso, aqui deixo também o convite às meninas de outros blogs (que têm seguido esta desafio semanal), para se juntarem a esta outra "tribo".






- Acer Japonês -





Sempre quis ter um...
E o Homem que transportava ao peito uma constelação de estrelas, ontem, realizou o meu desejo.
A priminha ajudou com as dicas sobre o cultivo.
Muito obrigada a ambos!

Agora vamos lá ver como ele se comporta!...






- Na Feira... -






de Azeitão, ontem.

Muito obrigada pelo convite e pela simpatia da hospitalidade!







sexta-feira, 21 de março de 2008

A Primavera chegou...



... ontem.
Mas ninguém o diria, com tanto frio à mistura!




E não há nada melhor como programa (para celebrar esta estação que me enebria sempre) do que passar a manhã no Horto da priminha... por entre flores, a fazer uma das coisas de que mais gosto: fotografar.



Mais fotos primaveris, aqui.





A agradável manhã prolonga-se por um convite para almoçar, em animada companhia, no restaurante "O Fardo" nas instalações do Centro Hípico do Casal do Penedo.



Como boa menina-da-cidade (e, ainda por cima, alfacinha de gema), o mais perto que já tinha estado de um cavalho tinha sido aqui. Por isso, esta tarde, deu para tirar a barriguinha de misérias e visualizar um pouco melhor esse animal tão simpático.




Muito obrigada, priminha (e família), por um 1º dia de Primavera tão bem passado (neste caso, de "Prima-Joana" :)


P.S. - O mano há de te explicar melhor a obsessão que ele tinha em criança, quando dizia que tinha a "Pima-vera" no candeeiro do tecto do quarto! ;)




sábado, 29 de setembro de 2007

Retorno a Marvão





Depois das férias em Agosto, regresso a Marvão para uma "repetição" do nosso primeiro fim-de-semana com o Tarek.




Desta vez o cansaço não permitiu rodadas de Trivial Pursuit até altas horas da madrugada...




... mas os passeios e convívio (com os Amigos e a natureza) foram bem agradáveis e retemperantes!





Mais fotografias aqui.







sexta-feira, 28 de setembro de 2007

"A Tranquilidade da Alma não se Alcança em Viagens"



Pensas que só a ti isso sucedeu; admiras-te, como se fosse um caso raro, de após uma tão grande viagem e uma tão grande variedade de locais visitados não teres conseguido dissipar essa tristeza que te pesa na alma!? Deves é mudar de alma, não de clima.
Ainda que atravesses a vastidão do mar, ainda que, como diz o nosso Vergílio, as costas, as cidades desapareçam no horizonte, os teus vícios seguir-te-ão onde quer que tu vás.
Do mesmo se queixou um dia alguém a Sócrates: "Porquê admirar-te da inutilidade das tuas viagens," - foi a resposta, - "se para todo o lado levas a mesma disposição? A causa que te aflige é exactamente a mesma que te leva a partir!".
De facto, em que pode ajudar a mudança de local, ou o conhecimento de novas paisagens e cidades? Toda essa agitação carece de sentido. Andares de um lado para o outro não te ajuda em nada, porque andas sempre na tua própria companhia. Tens de alijar o peso que tens na alma; antes disso não há terra alguma que te possa dar prazer!

Temos de viver com essa convicção: não nascemos destinados a nenhum lugar particular, a nossa pátria é o mundo inteiro! Quando te tiveres convencido desta verdade, deixará de espantar-te a inutilidade de andares de terra em terra, levando para cada uma o tédio que tinhas à partida. Se te persuadires de que toda a terra te pertence, o primeiro ponto em que parares agradar-te-á de imediato. O que tu fazes agora não é viajar, mas sim andar à deriva, a saltar de um lado para o outro, quando na realidade o que tu pretendes - viver segundo a virtude - podes consegui-lo em qualquer sítio.


Séneca, in "Cartas a Lucílio".

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Retorno ao Campo...





... num fim-de-semana passado em Marvão, para retemperar a alma e descansar o corpo das muitas fadigas de um ano de trabalho.




Desta vez estivémos acompanhados por duas cadelas, que se degladiavam constantemente entre si pela atenção daquele que mais mimos e brincadeiras lhes dava.



Muitas sestas e alguns passeios depois...



... é tempo de ter que "abandonar" a serenidade e regressar à agitação da civilização.

Mais fotografias aqui.





sexta-feira, 17 de agosto de 2007

De viagem...





Imagem fornecida através do Google Earth