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sábado, 23 de agosto de 2008

Notas Soltas - 133




- Foto-Passado -


E se uma fotografia do Presente se pudesse converter em algo vindo do Passado?





Foto original aqui. Feito com esta ferramenta.

Visto aqui.






- Coisas que me irritam consideravelmente -


- Pessoas que não conseguem assumir aquilo que fazem, dizem ou pensam (invocando o facto de quererem estar bem com toda a gente, para não arranjarem problemas).

- Pessoas que preferem ficar de braços cruzados a verem os outros tentar resolver os problemas, enquanto vão falando sobre os 1001 problemas para resolver esses mesmos problemas... mas continuam sem nada fazer.






terça-feira, 19 de agosto de 2008

Foto-Pensamento



"Fotografar é colocar na mesma linha de mira a cabeça, o olho e o coração."

(
Henri Cartier-Bresson)







A Samsung apresentou recentemente uma máquina fotográfica para cegos (a Touch Sight), que permite aos invisuais sentirem, através de uma superfície flexível de Braille, as fotografias que forem tirando representadas em 3D. A máquina também permite associar à “imagem” um extracto do som envolvente.

Verdadeiramente impressionantes os avanços das novas tecnologias e do engenho humano!...

O que me deixa a pensar no quão espantoso seria poder ter uma máquina fotográfica que capturasse em imagem a integralidade de um simples momento: os cheiros, as cores, os sons e o nosso próprio estado de espírito na altura em que tirámos determinada fotografia… para mais tarde recordarmos.

Porque a memória vincula o Passado ao Presente, ajudando-nos a representar (e a relembrar) o que sucedeu ao longo do tempo.

E a fotografia captura apenas instantes, colocando em evidência momentos, que, ao serem visualizados, nos relembram as próprias memórias e estados de espírito relacionados com esse instante.
Confiamos, por isso mesmo, na aptidão da máquina fotográfica para guardar os instantes que consideramos valiosos. Fotografamos para recordar, porque os acontecimentos terminam e as fotografias permanecem.






quinta-feira, 8 de maio de 2008

Relativizar



verbo transitivo

tratar (alguma coisa) retirando-lhe o seu
carácter absoluto ou independente, considerando-a em relação a outras coisas; tornar relativo;
(De relativo+-izar)

In "Dicionário Online" da Porto Editora





Em determinados momentos das nossas vidas, aprendemos a relativizar a importância que concedemos a uma série de situações que, diariamente, nos moêm a cabeça e atormentam as ideias...

E sentimo-nos muito mais leves.






sábado, 5 de abril de 2008

Notas Soltas - 116



Mal vão os tempos, quando o Homem perdeu todo o respeito para com o meio ambiente e os restantes seres vivos...

E, mais cedo ou mais tarde, todos nós teremos que pagar por esses danos.





- Ninushka: 4 meses e 16 dias depois -


Desde 4ª feira passada, encontrou novo poiso... e passou a comer junto das outras 'nininhas.
Ainda tem algum receio, quando faço inadvertidamente um gesto mais repentino... mas caminhamos no bom sentido!



Breve nota higiénica (para os mais susceptíveis com estas coisas): - a almofada não assenta directamente em cima do microondas, encontrando-se este protegido com uma cobertura plástica, que todas as noites é devidamente limpa.





- À espera de vez... -



Misha (a comer) e Mikado (atrás)... este final de tarde.




quinta-feira, 6 de março de 2008

“Conte a história (…) com uma Kodak”





Imagem de publicidade antiga, oferecida pela T. do "Dias que Voam", em homenagem (muito simpática, por sinal!) a um outro blog que escrevo em parceria com a J.

A imagem é extraordinária e os dizeres publicitários mais ainda!...

Extraordinário pensar que há mais de 30 anos atrás, quando esta publicidade foi feita, ainda não existiam as máquinas fotográficas digitais, nem as pessoas andavam sempre com as ditas cujas dentro da mala, prontas a disparar para o que quer que fosse.

Na verdade, como diz o anúncio, uma fotografia conta sempre uma história.

E foi, também, um pouco assim que este blog foi nascendo, crescendo e se transformou naquilo que é hoje… com os seus defeitos, feitios e manias (tal como a sua autora), com os seus leitores habituais e detractores anónimos.

As imagens continuam a fazer, cada vez mais, parte do meu imaginário e da minha própria personalidade.
E as palavras têm mudado, algumas vezes escasseado (consoante os meus próprios estados de alma), mas acompanhado sempre (com algum sentido) essas mesmas imagens que vou captando no mais ínfimo e irrisório pormenor do meu dia-a-dia.

Com a criação do blog "Mercado de Bem-Fica", curiosamente, a conjugação entre imagens-palavras-memórias tem sido ainda mais intensa e profunda!..
Ao escrever sobre Benfica, tenho vindo a relembrar uma série de memórias dos meus 3 aos 6 anos, que pensava esquecidas e das quais não tinha qualquer tipo de recordação sequer.

Ao escrevermos sobre os nossos espaços-de-vida, também, conseguimos contar uma história individual.
Através dessa conjugação de imagens do Presente, que nos incitam a escrever sobre o Passado, acabamos sempre por contar uma história (seja a nossa ou a de outrém)... ainda que embuída de uma certa nostalgia por aquilo que fomos e vivemos em lugares já desaparecidos (no fundo, como as nossas próprias memórias se vão esbatendo, até permanecerem sem qualquer contorno no nosso cérebro).



terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

O outro caminho



Já alguma vez pensaste em como seria a tua vida, se tivesses escolhido seguir o outro caminho?

Face à encruzilhada, a dúvida permanecerá sempre...



segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Eu, fumadora, me confesso…







Profundamente irritada e revoltada, a cada dia que passa, desde que a nova Lei do Tabaco entrou em vigor!

Sou uma fumadora (muito) moderada (5 a 6 cigarritos por dia, apenas para combater o stress… e um pouco mais, quando saio com os amigos), que sempre respeitou o seu semelhante não-fumador.
Quando falo em respeito pelo Outro refiro-me a um dos valores pelos quais tento pautar a minha vida. Neste caso concreto, e mais explicitamente, refiro-me ao facto de nunca ter fumado em balcões de cafés ou pastelarias, de me desviar sempre das filas de pessoas nas paragens de autocarros quando me apetece fumar (para tentar que ninguém leve com o fumo), de não fumar em restaurantes quando via que nas mesas circundantes alguém tomava a sua refeição…

E é, precisamente, esse respeito que sempre tive que, actualmente, me dá o pleno direito de me sentir profundamente revoltada com a segregação a que os fumadores deste país foram votados com a entrada em vigor desta nova Lei.
Porque, desde o dia 01/01/08, os governantes deste país perderam todo o respeito por pessoas como eu e tantos outros!!

Quando em 2003 visitei em trabalho Gotemburgo, na Suécia - um país bem mais civilizado do que o nosso -, já não se podia fumar em ambientes fechados (neste caso, centros comerciais); no entanto, no que toca a bares e discotecas, os seus proprietários deveriam dispor de espaços para fumadores e outros para não-fumadores, para que nenhum dos seus clientes se sentisse discriminado.
Também em Abril de 2004, fui “apanhada” em plena entrada em vigor da nova lei do tabaco, quando visitei a Irlanda em trabalho. Nesse país bastante conhecido pelos seus pubs, havia quem, na véspera da entrada em vigor da lei, dissesse que no dia seguinte haveria motins em Dublin e que nenhum irlandês que se prezasse aceitaria tal lei… Curiosamente (ou talvez não), o facto é que não houve motins nem quaisquer outros problemas na noite de Dublin, e numa alegre confraternização, não-fumadores juntavam-se aos fumadores, no exterior dos pubs, nas mesas altas com cinzeiros e candeeiros de aquecimento (alterações essas efectuadas pelos próprios estabelecimentos, de modo a não perderem clientes).

Como bons (e pacóvios) portugueses que são, os nossos governantes quiseram ir mais além, fazer mais e melhor do que um país tão civilizado como a Suécia ou do que um país caridoso como a Irlanda.
E então, toca de redigir uma lei (mais que) restritiva, que conduza rapidamente à perseguição, guetização e extinção de todo e qualquer fumador.
Como se já não tivéssemos neste belo país à beira-mar plantado suficientes guetos e discriminações, faltava-nos agora mais esta!

Os não-fumadores que me perdoem, mas não me venham com a desculpa do terem sido durante anos a fio discriminados, ao terem que levar com o meu fumo e o de muitos outros indivíduos…
Porque esta lei, para evitar a vossa discriminação, parece que, afinal, veio discriminar (e perseguir) outros!!!

Senão, porque é que a dita cuja lei não estabelece, à semelhança de nuestros hermanos, que cada estabelecimento comercial é livre de decidir se vai banir os fumadores ou mantê-los (sem falarmos na questão da criação das zonas “especiais” para os mesmos, já que muita tinta rolaria por essas discrepâncias estabelecidas pela lei)?

E acham que esta lei foi mesmo feita para vos proteger, caros leitores não-fumadores?

Então porque é que o dióxido de carbono dos automóveis de tantos de vocês (sim, que eu nem sequer carta de condução tenho, por isso aí não me podem acusar de conspurcar o ar!) continua diariamente a empestar o ar que deveria ser de todos?
Porque é que a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica continua à caça da bola de Berlim, da ginginha e das castanhas embrulhadas em folhas das páginas amarelas, enquanto as cadeias de fast food continuam livre e desapiedadamente a engordar e criar problemas coronários a tantas crianças e adolescentes?
Os nossos próprios governantes e fiscalizadores parecem constantemente dizer-nos: “faz como eu digo, mas não faças como eu faço”
E, sobretudo, porque é que o mesmo governo que proíbe e vê no tabaco a encarnação do mal de todos os males ao cimo da Terra, continua a arrecadar lucros da Tabaqueira nacional?

Desde que a fruta e os legumes produzidos nos Estados-Membros passaram a ser concebidos à luz de centímetros específicos (sendo que se extravasam o ideal normalizado passam a tratar-se de lixo… com tanta gente por aí a morrer de fome, senhores!!!!) e os agricultores se revoltaram sem que lhes tivesse sido dado cavaco, desde essa altura que deveríamos ter parado um pouco para pensar no que nos estava prestes a acontecer!

Leis deste género passaram a emanar da Comissão, para promover o “bem” de todos os cidadãos europeus… cabendo aos Estados-Membros fazer o melhor possível por a elas se adaptarem, com todas as 27 especificidades culturais e linguísticas existentes.
E isto é só o princípio... de uma outra forma de governar!

Preparem-se, porque a seguir virão os gordos, depois os enfermos crónicos… e, assim, a Comissão criará, num futuro não muito longínquo, um mundo onde todos (os que cá ficarem) serão felizes, sem defeitos nem doenças, sem vícios nem manias, alimentando-se de pequenos comprimidos normalizados que lhes relembrarão o gosto de uma maçã ou de uma beterraba, consoante os dias da semana.






E se alguma ditadura tivesse ido mais longe? Modificar completamente a nossa forma de viver, pensar, falar...

Pessoalmente, tudo isto (e muito mais, que por aí se passa) me leva a crer que nunca estivemos tão próximos do "1984" de George Orwell!...
Vivemos, cada vez mais, numa sociedade em que os direitos individuais e a legalidade estão definitivamente ameaçados.
E o que me mete mesmo muito medo é o facto de ninguém se insurgir e fazer mesmo algo contra todas estas leis restritivas e normalizadoras encapuçadas de benesses. Porque o sinistro já não é tanto a coerção externa, mas muito mais a interiorização dessa coerção, que aparece afinal como imperativo do próprio Eu.

Voltando ao tabaco, só para concluir…
Sempre soube que mata e que nos provoca doenças hediondas. Mas lamento informar-vos que não vou deixar de fumar os meus 5 ou 6 cigarritos diários…
Também não vou fazer como o meu amigo ZA, que, como forma de luta, anda a tentar deixar de fumar (para não encher os bolsos ao Estado com os lucros que vêm da Tabaqueira).
Só que me continuo a sentir profundamente irritada e revoltada por estar a ser discriminada!
E, muito provavelmente, se a coisa continua assim, compro uma máquina baratucha e deixo de frequentar o café aqui do bairro.





Fontes das imagens utilizadas:
aqui e 2ª aqui.



quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Regresso






Regresso de mansinho...
Com o ano a iniciar-se em tons de vermelho e muita chuva.



terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Notas Soltas - XCIX




- "Cortes" - XVIII -



Cena do Espelho in "Angel-A" de Luc Besson (2005).



O que acontece quando um anjo muito sui generis desce à Terra, supostamente, para nos "salvar"?

Uma pequena pérola (entre a comédia e o drama), com o fabuloso Jamel Debbouze... e uma lindíssima fotografia PB.






- Começar bem o ano... -


... é chegarmos a casa às 4h e sermos despertados (daquele ténue sono de quem está prestes a adormecer) pelo barulho da nova vizinha de cima a aspirar a casa às 5h da manhã!...



segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Boas "entradas"!




Em Casa de S&T - Desenho da autoria de TiagoMMS





Mais um ano que se finda...
Com tantas expectativas e resoluções iniciais, umas superadas outras nem por isso.
Um ano que, apesar da minha mal-a-pata com números ímpares, até correu muitíssimo bem... mas a uma velocidade descomunal.

Agora é tempo de dizer adeus ao que se viveu e aguardar sempre por novas situações e emoções no novo ano que se avizinha.

A todos os que continuam a ler este blog, aqui deixo os meus votos de que entrem em 2008 com ambos os pés e que tenham um excelente ano!




quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

"NeverEnding Project"



Depois de ter passado os últimos 4 anos e 9 meses da minha vida a trabalhar num projecto que, por 8 vezes, esteve prestes a terminar, mas se voltava infinitamente a re-iniciar (como na NeverEnding Story)...
Não podia existir nada de mais propício (e extenuante) do que, para agora o terminar de vez (a ver vamos, se é desta!), ter que produzir um relatório crítico de balanço global dos seus 5 anos de existência!...

Quando, em 2003, me vi metida nestas andanças, que (aparentemente) nada tinham a ver com a minha área de especialização, fiquei mesmo muito triste e chateada.
Depois, o tempo foi passando, e aprendi a retirar algum gosto daquilo que tinha de fazer: de uma reunião técnica de acompanhamento de obra, apreendi fortes ensinamentos antropológicos a propósito das formas de relacionamento de arquitectos com engenheiros; ao lidar com fornecedores de mobiliário e equipamentos dinamizei o jogo de cintura de falar ao telefone (tarefa que sempre detestei profundamente); para resolver as "super-mega-crises" que surgiam a todo o momento com empreiteiros e problemas na obra passei a falar com voz forte de quem impõe sempre os seus objectivos (quando, antes, e de acordo com o meu irmão, falava sempre com vozinha de "desculpe lá qualquer coisinha!")...
Em suma, durante este longo período de trabalho no projecto, aprendi imensas coisas novas, tendo eu própria, de certa forma, sofrido alguma transformação... o que é sempre bom!

Em todo o caso, de momento o meu pensamento vai noutro sentido...
E, se consigo terminar este relatório e fechar de vez o projecto, até me parece mentira!
Já jurei a mim própria que, se tudo correr como planeado, na 6ª feira, compro uma garrafa de champagne para celebrar!

Porque já há algum tempo que me anda a apetecer fazer coisas novas...
Mas, antes disso, só quero é ir de férias e desanuviar a cabeça, que bem anda necessitada!



sexta-feira, 28 de setembro de 2007

"A Tranquilidade da Alma não se Alcança em Viagens"



Pensas que só a ti isso sucedeu; admiras-te, como se fosse um caso raro, de após uma tão grande viagem e uma tão grande variedade de locais visitados não teres conseguido dissipar essa tristeza que te pesa na alma!? Deves é mudar de alma, não de clima.
Ainda que atravesses a vastidão do mar, ainda que, como diz o nosso Vergílio, as costas, as cidades desapareçam no horizonte, os teus vícios seguir-te-ão onde quer que tu vás.
Do mesmo se queixou um dia alguém a Sócrates: "Porquê admirar-te da inutilidade das tuas viagens," - foi a resposta, - "se para todo o lado levas a mesma disposição? A causa que te aflige é exactamente a mesma que te leva a partir!".
De facto, em que pode ajudar a mudança de local, ou o conhecimento de novas paisagens e cidades? Toda essa agitação carece de sentido. Andares de um lado para o outro não te ajuda em nada, porque andas sempre na tua própria companhia. Tens de alijar o peso que tens na alma; antes disso não há terra alguma que te possa dar prazer!

Temos de viver com essa convicção: não nascemos destinados a nenhum lugar particular, a nossa pátria é o mundo inteiro! Quando te tiveres convencido desta verdade, deixará de espantar-te a inutilidade de andares de terra em terra, levando para cada uma o tédio que tinhas à partida. Se te persuadires de que toda a terra te pertence, o primeiro ponto em que parares agradar-te-á de imediato. O que tu fazes agora não é viajar, mas sim andar à deriva, a saltar de um lado para o outro, quando na realidade o que tu pretendes - viver segundo a virtude - podes consegui-lo em qualquer sítio.


Séneca, in "Cartas a Lucílio".

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Cansaço



Há dias consecutivos que os meus dias parecem eternas segundas-feiras, que se prolongam lenta e dolorosamente por entre infindáveis trabalhos, aborrecimentos e stresses...

Um projecto que acompanho há 4 longos anos, à espera de ser, finalmente, terminado.
Será desta?
Tudo se parece inexoravelmente repetir e continuar a prolongar no tempo e no espaço.

O cansaço é mais que muito!...
E hoje não foi mesmo um dia bom...





terça-feira, 4 de setembro de 2007

Pós-Férias



Talvez seja do excesso de trabalho no regresso de férias (que nos faz aterrar de uma forma muito mais brutal do que a que seria desejável), deste calor que nos atrofia o cérebro e condiciona fisicamente, ou, talvez, desta síndrome...
Mas a verdade é que nem tenho tido forças ou imaginação para aqui voltar a escrever (ou, até mesmo, fotografar).
O que me deixa bastante triste, diga-se de passagem!... Como se tivesse ficado mais vazia por dentro, o que não é nada habitual em mim (que ando sempre com a cabeça em órbita de ideias).

Talvez, afinal de contas, eu própria não valha sequer os $1.249.300 (918.265.452,50€) deste teste, que tem estado a dar brado nos EUA e Europa!...

Mas a vida continua!...

E férias de Verão terminadas, já aí temos em todas as montras as novas colecções de roupa para o próximo Outono/Inverno (note-se que estas começaram a aparecer em pleno mês de Agosto, ainda em plena estação estival!) e quase a baterem-nos à porta o Natal e o Ano Novo (pelo menos à minha porta já bateram, com a chegada hoje do catálogo de postais da UNICEF)...
Como se as nossas vidas não se resumissem a mais do que um intrincado sucedâneo - cada vez mais veloz - de acontecimentos/festividades a serem ultrapassados à velocidade da luz.
O que, também, cansa muito!...



domingo, 2 de setembro de 2007

Tudo o que é bom, acaba depressa!...



Tudo o que é bom acaba, normalmente, depressa!...

E hoje, para além de ser domingo, a neura atacou ainda mais forte, por ser o término destas.




Só a surpresa de, a meio da tarde, receber estes fabulosos pastéis de nata com doce de gila (fabricados aqui... e que, afinal, sempre existiam!), me trouxe algum contentamento... sobretudo, ao estômago.
Mas, como tudo o que é bom acaba depressa... :)


Muito obrigada ao Homem que transportava ao peito uma constelação de Estrelas pelo agradável (e doce) fim de férias!... ;)






terça-feira, 14 de agosto de 2007

FÉRIAS...





Pink Martini - "Sympathique"



... Finalmente! ;)


quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Notas Soltas - LXXX



- Vergonhoso! -


O caso de Madeleine McCann, desaparecida há 3 meses, tem sido um bom exemplo do poder que os mass media exercem no mundo actual: ou de como os indivíduos conseguem utilizá-los em seu "proveito próprio" e, mais tarde, quando algo já não é do seu agrado e pretendem colocar um ponto final na exposição pública, já se encontram demasiado enleados nas teias dos mass media, para que tal seja possível!

Por ouro lado, e a um nível bem distinto, tem, também, sido um sinónimo explícito da "luta" pelos elementos que distinguem e caracterizam diferentes povos, daí degenerando nos esterótipos e "preconceitos" evidentes (sobretudo quando lemos a maioria das notícias do lado de lá e algumas do lado de cá).

Vergonhoso, no mínimo, todo o aproveitamento que está a ser feito deste caso!
E, enquanto isso, o país e o mundo aguardam insaciáveis (tal como numa telenovela) pelo desfecho deste caso!...





- Férias... -


Nunca como agora senti uma vontade (e, sobretudo, necessidade) tão grande de ir de férias... desligar de vez o telemóvel e cortar completamente com o trabalho!
O cansaço físico e mental é tanto que, nos últimos dias, pareço arrastar-me literalmente de casa para o trabalho e vice versa.

Resta dizer que tudo isto se ficou a dever não só ao excesso de trabalho que tivémos este ano, como, sobretudo, devido a estar habituada a tirar "férias grandes" em Julho e este ano ter tido que as adiar por causa do término de um projecto.

Mas já só faltam 3 diazinhos!...





- A vida, por vezes... -


... dá-nos com cada estalada logo pela manhã, que até ficamos meio atordoados!





- O "meu" hit deste Verão -





Fantásticos!

Visto aqui.








terça-feira, 7 de agosto de 2007

Impulsividade



Deverias pensar sempre 20 vezes (e mais 10 ainda, só para ajudar) nos prós e nos contras, antes de tomares uma decisão!

Talvez assim não fizesses determinadas coisas, sentindo-te extremamente mal contigo própria, apenas para não desiludires ninguém.





quinta-feira, 7 de junho de 2007

Finalmente!...







3 diazinhos de férias, que, a juntar a 2 feriados e um fim-de-semana, dão 1 semaninha de paz e descanso… em que me tenciono afastar completamente do stress e chatices dos últimos dias.






quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

O Amor



José Jorge Letria, in "O que é o Amor?"



Não costumo comemorar este dia.
Mas, como 4 dias após o grande 31, ainda continuo a receber sms's e e-mails de felicitações (obrigada a todos!)... cheguei à sábia conclusão que o Natal, os aniversários e o Dia dos Namorados (ou melhor, a celebração do Amor), são quando o Homem quiser!...
E, por isso, aqui fica uma breve nuance sobre a temática...
Para alguém que se está a tornar muito especial! :)