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sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Contextualizar (melhor) as nossas vidas





Vídeo do UNHCR



Passei os últimos dois dias em formação sobre refugiados.

O que nos ajuda sempre a contextualizar melhor as nossas vidas (sobretudo quando o formador trabalha diariamente num campo de refugiados no Chade)... e a compreender como não nos deveríamos queixar tanto de problemas tão inócuos (quando os de outros são mil vezes mais duros e violentos do que os nossos).




sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Roma... by night







Passei os últimos 4 dias longe do rebuliço de Lisboa... na imensa confusão caótica que consegue ser a cidade de Roma!

Depois dos últimos acontecimentos do início deste mês, andava mesmo a precisar de relaxar a cabeça, de ficar fechada no meu cantinho, tranquila e em sossego. Mas tal acabou por não se verificar, dado que fui "escalada" para ir a uma reunião de trabalho em Roma.





Os dias foram passados das 9h às 18h, fechados em reuniões non-stop no Hotel Quirinale, onde também estávamos alojados (um 4 estrelas, com direito a candelabro no quarto e um magnífico jardim interior).

Sendo assim, da belíssima Roma pouco (ou quase nada) vimos durante o dia; ficando, no entanto, a conhece-la bastante bem durante a noite (sobretudo porque, logo na 2ª noite, conseguimos perder-nos, quando regressávamos a pé ao hotel, vindos do jantar de grupo... e demorámos cerca de 2h30 a encontrar o hotel).





De resto, fartámo-nos de comer (muito bem por sinal!)... e fiquei fã dos mini-croissants com mel, que nos serviam ao almoço no hotel.

Fiquei bastante surpreendida com a falta de respeito dos automobilistas para com os peões (chegando a avançarem sobre as passadeiras, mesmo com o sinal verde). Só assim se compreendendo o motivo pelo qual me pareceu que os italianos são tão agitados!






Acabei por não atirar nenhuma moeda para dentro da Fonte de Trevi (tal era a imensidão de turistas, que desencorajava qualquer um!), mas espero que, apesar de não ter cumprido a tradição consiga um dia regressar a Roma, para visitar esta cidade com mais tempo.


Ver mais fotos aqui.







quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A Casa - III







Fotografias de Miopia Design




A Casa foi, finalmente, lançada hoje!...

Daqui para a frente, muito trabalho nos espera.







terça-feira, 22 de setembro de 2009

A Casa - II



"Era uma casa
Muito engraçada

Não tinha tecto

Não tinha nada (...)"


"A Casa"
, de Vinicius de Moraes







A Casa ardeu e ficou sem tecto... e (cada vez mais) sem nada.

Estranha metáfora para este início de projecto... agora a iniciar-se de uma forma cada vez mais palpável!





sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Como pássaros num ténue fio




Não sei se foi por causa do 09/09/09, ou dos 8 anos passados sobre o 9/11, mas a verdade é que esta semana foi propícia a umas quantas desgraças (pessoais) com colegas do emprego e a andarmos todos num estado de rastilho puro.

Para culminar a semana, a falta de electricidade depois do almoço, manda-nos para casa de fim-de-semana antecipado... como que para evitar que o rastilho se acenda.

Um fim-de-semana a precisar de muita serenidade e pensamentos positivos, como o do som da música produzida pela posição de pássaros num fio eléctrico...




segunda-feira, 31 de agosto de 2009

60 minutos




Depois de 6 anos em que, diariamente, demorava quase 1 hora para me deslocar para o emprego, do outro lado da cidade de Lisboa, hoje a minha vida mudou!...






Para ir para o emprego, todos os dias, de manhã, apanhava em Benfica o autocarro 767 até ao metropolitano de Telheiras onde, entrando na linha verde seguia até à estação da Alameda, mudava para a linha vermelha e saía na Belavista.

À tarde, o trajecto era ainda mais espinhoso em termos de mudanças de linha de metro (e cansaço físico, depois de um dia de trabalho), uma vez que, existindo muito trânsito se tentasse regressar a casa via Telheiras no autocarro 767, o que fazia era apanhar o metro na Belavista, linha vermelha, seguir até à Alameda, mudar para a linha verde e seguir até à Baixa-Chiado, mudar para a linha azul e sair no Jardim Zoológico onde, finalmente, apanhava o autocarro 746 ou 758 para casa.
Isto já para não falar dos dias em que tinha que trabalhar na Bobadela!...

Tudo somado, entre ida e regresso a casa, despendia cerca de 2 horas diárias a deslocar-me em transportes públicos... O que é considerável, se pensarmos que tudo isto se passa dentro da cidade de Lisboa, que até nem é assim tão grande quanto isso e não tem um sistema de metro assim tão antigo como o de outras capitais europeias (onde, por sinal, a rede é muito melhor em termos de mobilidade do que a nossa!).






Com a inauguração da nova ligação da linha vermelha até à linha azul, tudo isso mudou!...
E há anos que ansiava por esta alteração...

“Mais metro. Mais tempo para si.”, era o mote que esta manhã passava nos painéis electrónicos de informação de todas as estações.

Uma viagem que, até à data, me levava cerca de 1 hora a ser feita, ficou agora reduzida para qualquer coisa como meia hora.
Entre ida e volta, ganhei mais 60 minutos na minha vida… o que é tão importante nestes dias que correm velozes e sem tempo para fazermos tudo aquilo que queremos (ou precisamos)!

A meio da tarde, quando tive que sair para uma reunião na Av. Sidónio Pais, na estação de metro da Belavista, a meu lado, uma senhora falava ao telemóvel: "Sim, já 'tive na inauguração no sábado. Mas agora, prontos' vou dar uma volta de metro, 'tou mais perto de tudo!"

E, à saída na estação de São Sebastião, perto do El Corte Inglês, os transeuntes que por ali passavam eram, de facto, bem diferentes do que os usuais.

Para além do tempo de vida útil que esta ligação nos proporcionou a todos, teve também esse efeito, em meu entender "libertador": o de alargar o espaço geográfico a que, até agora, as populações mais carenciadas que vivem em zonas como Chelas e as Olaias tinham acesso.






* Imagens disponíveis in Metropolitano de Lisboa




segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Regresso ao Trabalho




Depois de 3 semaninhas de férias, regressei hoje ao trabalho.

Gosto muito de trabalhar em Agosto em Lisboa: os telefones não tocam, menos colegas no escritório, nos transportes somos só nós e os turistas... E, tudo isto, numa lentidão dir-se-ia quase em modo slow motion.

Não fora o facto de estarem estas temperaturas demasiado elevadas, que quase me impedem de respirar em condições, e tudo seria perfeito neste regresso ao trabalho em pleno Agosto.

Para contrabalançar, aqui vos deixo a frescura de um vídeo-arte que descobri recentemente, via Isabel Gonçalves no Facebook.




let yourself feel. from Esteban Diácono on Vimeo.






No regresso a casa, depois deste primeiro dia de trabalho, Misha, Luana e Mikado (que já se haviam habituado a horários de refeições bem menos tardios), esperavam-me espraiados no telhado...





Enquanto Mailea (que ainda não faz propriamente parte do Trio), se encontrava dentro da casota a aguardar também a sua vez para comer.







sábado, 18 de julho de 2009

Há coisas que não mudam...





... Mais um ano, mais 2 (infindáveis) auditorias e a nossa presença nas Festas de Loures (felizmente, a inovação deste ano foi mesmo estarmos bem longe deste Festival!), a antecederem as tão ansiadas e merecidas férias (que começaram hoje a ser gozadas).






In "Mistério Juvenil", de Paulo Ferreira







sexta-feira, 3 de julho de 2009

A razão da minha ausência




Depois do sucedâneo de eventos do mês passado, quando esperávamos que o trabalho começasse a acalmar mais, somos brindados com uma auditoria (que nos deixa uma semana inteira - e mais alguns dias da semana que findou - a trabalhar sempre no mesmo e sem cabeça para mais nada).

Quando esperava que as coisas começassem a acalmar mais, com a proximidade das férias de Verão, acabo por passar uma das piores semanas, também, a nível pessoal (devido a alguns casos com animais): uma casa antiga onde habitava uma colónia de gatinhos foi demolida na zona onde moro e os animais acabaram por ser todos apanhados pelo Canil/Gatil Municipal de Lisboa; na véspera desse fatídico acontecimento, à noite, um cão (que tinha donos, mas o traziam à rua sem trela e muito poucas vezes) foi atropelado na minha rua... e foi horrível, porque o animal morreu logo ali e ainda estive a ajudar os donos, que não sabiam onde o deviam levar.

Tenho a perfeita noção que, com o passar dos tempos, me tenho vindo a tornar muito chatinha (para quem me rodeia) e um pouco obcecada com tudo isto a propósito dos animais...
A verdade é que também eu anseio por voltar a ter uma vida normal (como tinha dantes!), longe destas confusões, sem estar sempre a receber milhentos apelos de adopções ou pedidos de ajuda por dia, sem me estarem sempre a aparecer cães atropelados à frente ou gatos a precisarem de apoio...
Nas últimas semanas, começo a sentir-me muito esgotada (física e emocionalmente), como se estivesse sempre a lutar contra ventos e marés, pela promoção dos direitos do Homem (a nível profissional) e pelos Direitos dos Animais (fora do emprego)... e eu sou apenas uma, e não consigo mudar o mundo, se as próprias instituições não estiverem predispostas a mudar de mentalidade.
Mas o facto é que, desde que há 2 anos atrás entrei pela 1ª vez no Canil/Gatil, a minha vida mudou e sinto que não posso ficar de braços cruzados perante tudo isto!...
O que aconteceu na altura, há 2 anos atrás, persiste ainda...
E é por isso, que isto tem que acabar... ou estaremos condenados a viver num país de 3º mundo, em que perdemos completamente o respeito pelos outros seres vivos (já para não falar que o começamos também a perder, actualmente, pelos nossos semelhantes).






sábado, 20 de junho de 2009

Dia Mundial do Refugiado




"Où donc est ma patrie ?
Ma patrie est là où je suis,
où personne ne me dérange,
où personne ne me demande qui je suis,
d’où je viens et ce que je fais."

B. Traven, in "Le Vaisseau des morts"







Arraial Popular
para diversificar um pouco as comemorações deste ano do Dia Mundial do Refugiado.

Os agradecimentos aos amigos que estiveram presentes (e nos ajudaram) nunca são suficientes para exprimir toda a nossa gratidão *!...








* Incluindo a devida menção à Priminha, pela venda dos (imprescindíveis) manjericos!





quarta-feira, 17 de junho de 2009

42º à sombra... e um dia repleto de História








42º à sombra em Barrancos, onde nos deslocámos bem cedo esta manhã, juntamente com mais de 50 requerentes de asilo e refugiados, para participar na conferência "Refugiados de Ontem, Refugiados de Hoje".



"Em Setembro de 1936 são ocupadas, pelas forças do General Franco, as ultimas povoações republicanas que confinam com a fronteira portuguesa de Barrancos. Tal como na Andaluzia, a violência e o terror invade a Estremadura espanhola. Em Portugal, o apoio de Salazar ao golpe militar marcou desde o primeiro momento a sua política, fundamental à consolidação do regime. As ordens emitidas sobre o destino dos refugiados republicanos são dúbias, por isso compete aos homens no terreno interpretá-las e cumpri-las segundo os seus princípios, profissionais e humanos.

Encurralados entre o fogo das forças nacionalistas e a fronteira portuguesa de Barrancos centenas de republicanos decidem passar linha de fronteira, sem a garantia de serem recebidos como refugiados políticos. Para o efeito foi improvisado um “campo de concentração” na herdade da Coitadinha, com conhecimento de Salazar. Quando até então o procedimento das autoridades portuguesas tinha sido a entrega aos golpistas, marcando para sempre a memória colectiva sobre os fuzilamentos sumários.

A intervenção dos militares portugueses em Barrancos marcou a diferença entre a vida e a morte de 1.020 refugiados, repatriados pelo Governo português para a zona republicana de Tarragona. Resultando num acontecimento singular, que assinala a acção humanitária de homens como o tenente Seixas, posteriormente penalizado por ter ocultado a existência do campo da herdade das Russianas, onde concentrou três centenas de refugiados à revelia do poder central.

Por outro lado, a guerra civil de Espanha também reactivou as relações entre os barranquenhos e os vizinhos espanhóis, escondendo e protegendo refugiados até ao final do conflito. Hoje, ainda aqui permanecem os descendentes e as memórias desse tempo silenciado."


In "Noudar: Los Refugiados de Barrancos".




Mais informações sobre o excelente documentário "Los Refugiados de Barrancos", a ler aqui.




Palavras escritas de vários pontos do mundo, deixadas no Livro de Visitas do Posto de Turismo de Barrancos.




Os "refugiados de hoje", que continuam a chegar a Portugal, não são muito diferentes desses refugiados do Passado. Também eles, ao lutarem pela sua sobrevivência, se viram obrigados a abandonar o seu país, os seus bens e, em muitos casos, as suas famílias.

Aqui chegam, na maioria das vezes, sem saberem sequer o destino para onde iam. Não falam a nossa língua, os seus hábitos e cultura são muito diferentes dos nossos. E sentem-se completamente perdidos, como se fizessem parte de uma terra de ninguém!
Mas o que os move é um desejo imenso de segurança, num país ao qual possam voltar a chamar a sua Casa.

Os refugiados experimentaram a dor física e psicológica e, durante a fuga, perderam as suas raízes e a própria identidade.

É nessa reestruturação e reafirmação da sua identidade no novo país de acolhimento, através de um constante processo de troca e aprendizagem comum, num local onde as fronteiras físicas deixaram de fazer sentido, que se encontra, precisamente, a riqueza dos dias do nosso trabalho!







Na viagem de regresso, já ao final do dia, houve canções multi-étnicas de saudade e de esperança, à semelhança do que costumamos fazer.

E não foram as minhas persistentes arritmias e quebras de tensão (provocadas por este meu mau-estar com o calor - no Alentejo profundo e interior este clima pode tornar-se um verdadeiro inferno, para quem a ele não está habituado!), assim como a questão dos "touros de morte" (com a qual não posso, de modo algum, concordar sequer!), esta viagem foi um sucesso!





sábado, 21 de março de 2009

"Life's for Sharing"





Depois da semana hiper-activa que passou (novamente a trabalhar a 1000km/hora), só me apetecia mesmo era isto...










Numa estação de comboios de Londres, numa segunda-feira de manhã...
A música começa a tocar e cerca de 70 bailarinos, misturados com os passageiros, começam a dançar. A dança e a música são tão contagiantes que os passageiros começam a interagir com os bailarinos... não se percebendo, no final, quem são uns e quem são os outros.

Este show foi planeado e ensaiado durante 8 semanas, sem o conhecimento do público, para a gravação de um anúncio publicitário de uma marca de telemóveis.

Ora digam lá se não é mesmo contagiante?










sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Globalização Climatérica







Lisboa acordou com os telhados cobertos de um manto esbranquiçado e 1º C. em todos os termómetros.




À chegada a Telheiras, para apanhar o metropolitano, não resisti a fotografar as plantas cobertas destes minúsculos flocos...
E fico ansiosa, tal como uma criança, para que volte a nevar em Lisboa.



Fotografia de Dora Estoura (CPR)

Fotografia de Dora Estoura (CPR)



Chegada ao trabalho, sou surpreendida com a notícia, transmitida por e-mail a todos os colegas (e com fotos à mistura), de que um dos lagos no nosso Centro na Bobadela enregelou.

O clima é motivo para uma longa troca de e-mails entre todos os colegas... com notícias e fotos do colega que se encontra no Brasil sob um tórrido calor... e fotos da colega que está na Alemanha, onde a neve é bem mais densa do que os nossos pequenos flocos de gelo lisboetas.

E a internet, no espaço de um simples clique, a pôr-nos a todos em contacto... mesmo quando estamos longe (e em climas bem distintos).




Lá fora, o número de homens e animais a viverem nas ruas aumenta indiscriminadamente, também, devido à crise que se vive.
É bom não esquecê-los!...








sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Inovação Social








Chegou hoje ao fim o evento que marca o encerramento de um projecto financiado pela Comissão Europeia onde trabalhei durante 4 anos... com as apresentações finais.

Em tempos de crise, os discursos de abertura e encerramento deste evento, aludem à importância da inovação social (apreendida através destes mesmos projectos financiados, em que tantos de entre nós trabalhámos) como factor de mudança e de melhoria de vida.
A ver vamos!...







quinta-feira, 27 de novembro de 2008

De volta à realidade









Depois de 2 dias totalmente alheada da realidade, a trabalhar neste espaço tão zen (e com um jantar na magnífica Sala do Arquivo da Câmara Municipal de Lisboa), em mais um dos nossos congressos internacionais... retomo à realidade...

Exausta e ainda com tantos prazos simultâneos a cumprir para conseguir entregar projectos e outros afins.

No meu caso, este cansaço físico e mental, costuma ser acompanhado de uma profunda tristeza e quase depressão, o que me deixa verdadeiramente de rastos!...






quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Casa





Junto à Azinhaga, entramos por fim na casa...







As salas amplas e encontram-se repletas de detritos. E temos de ter cuidado por onde avançamos, já que o soalho de madeira se encontra completamente danificado.

O sol ilumina as divisões com a sua luz diáfana, entrando pelos escombros partidos dos tijolos.

Não consigo deixar de pensar nos que por aquela casa passaram, como teriam sido as suas vidas, o conforto que deveriam sentir, o que ali fariam...
A sua presença parece ainda inundar aquele imenso espaço agora ocupado por toxicodependentes (como que numa estranha metáfora com tudo o que é decrépito, são sempre estes os últimos habitantes das outrora casas senhoriais - nunca recuperadas pelos seus proprietários ou outros).

E saio dali com inúmeras ideias já a fervilharem-me na cabeça, imaginando como aquele magnífico espaço antigo será brevemente ocupado por uma nova utilização.
O projecto de que se falava há alguns meses atrás, vai, brevemente, iniciar-se aqui (mais um)!...






sábado, 8 de novembro de 2008

O mundo é uma aldeia!





Digam o que disserem, funcionamos sempre em rede, seja a nível profissional ou pessoal!...

Durante mais de 3 anos, andei a aprender novas formas de trabalho em redes nacionais e estrangeiras, graças a um programa da Comissão Europeia que nos ensinou muito e agora vai deixar bastantes saudades.
Depois disso, apercebi-me da real importância de todo o tipo de redes nas nossas vidas.

A internet é uma dessas redes... e o mundo, uma aldeia cada vez mais pequenina!

Hoje conheci uma pessoa de um blog que costumo ler diariamente (adorei o nosso cházinho, Rute! Muito obrigada!). Que, por acaso, foi colega de trabalho de uma outra pessoa que conhece uma grande amiga minha (da universidade).

Numa conversa que me revelou o incomensurável fosso etário e as suas diferenças contextuais, acabei por descobrir recentemente o famoso Facebook.
Através dele acabo por ser informada que uma amiga que eu sabia ir para os EUA, afinal, já por lá se encontra. Redescubro também um colega da Escola Primária... e alguém com o mesmo nome de uma ex-colega do Liceu (que, afinal, andou no mesmo Colégio que eu e é amiga de infância de alguém que escreve num outro blog que costumo ler)...

O mundo é, cada vez mais, uma aldeia... E eu acho que estou a ficar, seriamente, viciada no Facebook!...




Alexandra Carvalho's Facebook profile








sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Notas Soltas - 138



- PROCURA-SE: Charlie, gatinho cinzento muito meigo -







O gato Charlie foi encontrado a vaguear à noite na rua pela Rodrigues há 2 anos atrás. A Rodrigues não o conseguiu deixar sozinho na rua e arranjou-lhe um novo lar.

Acompanhei esta história bem de perto e sei como a minha amiga está a passar um mau bocado com toda esta situação. Por isso mesmo, lanço aqui o apelo , na esperança que ainda consigamos encontrar o Charlie.

Já se passou muito tempo desde o seu desaparecimento, mas existem casos extraordinários de gatos que são encontrados muito tempo depois de terem desaparecido... ver aqui.






O Charlie desapareceu em meados de Fevereiro de 2007, perto dos Capuchos (Caparica).

O seu dono sofreu um acidente de viação num cruzamento em Lazarim, perto do colégio Campo de Flores, e o Charlie fugiu assustado. Este cruzamento fica a cerca de 1,5 Km de casa (na Rua da Estrelinha, nos Capuchos). Na altura, procurou-se por todo o lado, sem êxito.

Continuamos à procura do Charlie, na esperança de que alguém saiba do seu paradeiro ou o tenha visto na estrada, nessa data.


Características do Charlie:

- gato adulto muito meigo e calmo;

- pêlo cinza (cor principal) e branco (cor secundária);

- mancha distintiva, de cor cinza, no lado esquerdo do nariz;

- olhos amarelos;

- porte médio (aspecto robusto);

- na altura do seu desaparecimento, não tinha coleira.


Contactos:


José Rendeiro - 91 811 19 08 / jrendeiroy@hotmail.com


Rosa Caldeira – 91 902 55 55 / rosacaldeira@gmail.com














Depois da "depressão" de ontem, nada melhor do que um miminho como este, terminando a tarde entre os colegas a ver fotografias de outros tempos.

Estamos mesmo a ficar velhos!...







- Brites -






A Brites (ex-Myrna) é uma das filhas da Aiko. Nascida dentro do Canil/Gatil Municipal de Lisboa, e daí retirada juntamente com a sua mãe e irmãos a 17/04/08.

Em Julho foi adoptada por um casal de amigos, ganhando também um novo "irmão" que, por acaso, é meu afilhado.




Esta noite fomos fazer companhia ao "pai" das crianças, por a "mãe" estar longe e ele estar quase a enlouquecer por apenas falar com os "filhos" nestes últimos dias.

Até deu gosto ver as duas crianças em cenas tão ternurentas!...






sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Às "Quintas" na Bobadela - 21



Post que deveria ter sido colocado ontem à noite (se não tivesse chegado a casa tão cansada).







2 anos depois, mais de 260 pessoas por aqui passaram... cerca de 39 nacionalidades distintas encontraram neste Centro um porto de abrigo.






Por vezes, na agitação do quotidiano, acabamos por "esquecer" os reais motivos pelos quais continuamos a trabalhar nesta área...

E é ao final da noite, ao conversar com uma pessoa que aqui chegou apenas há um mês, que veio de longe, trazendo espelhados no rosto toda a tristeza e sofrimento pelos quais teve que passar...
E ao vermos como o seu semblante se iluminou nesta noite tão especial, como não consegue mais esconder um sorriso e nos diz "Tout est beaux ici! Nous sommes tous ensemble, comme une famille!"...
Que, com um gesto simples e espontâneo, somos relembradas da importância do nosso trabalho.

Há dias felizes e em que tudo parece valer a pena!...






quarta-feira, 15 de outubro de 2008

BLOG ACTION DAY: Poverty





"Poverty = deprivation of common necessities that determine the quality of life, including food, clothing, shelter and safe drinking water, and may also include the deprivation of opportunities to learn, to obtain better employment, to escape poverty, and/or to enjoy the respect of fellow citizens."





UNHCR video




Daily I work with people that, in their great majority, arrive to Portugal with nothing but the clothes they wear in their bodies...

They were persecuted for some reason in their countries and obliged to leave their entire lives (and hopes) behind, searching for peace in a strange country.


Poverty is not only a matter of “deprivation of common necessities”…

It is mainly a matter of not turning your face the other side when you see someone less fortunate than you on the streets.


Each one of us can make the difference to "fight" poverty... if we don't cross our arms or close our eyes!








This post is part of Blog Action Day 08 - Poverty