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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Através do Espelho - 19










Passados quase dois meses, as técnicas responsáveis pelo projecto da Gebalis - "Os Guardiões do Jardim" - continuam a vir mensalmente verificar o estado de cada uma das floreiras instaladas no bairro, de modo a que os resultados da avaliação desta iniciativa possam vir a ser publicados no jornal local.










E, graças às mãos da Dª. L., não há margem para dúvidas que a "nossa" floreira é uma das mais bonitas aqui do bairro.
















quarta-feira, 15 de abril de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

"Os Guardiões do Jardim"







No seguimento da vandalização das floreiras, a Gebalis decidiu colocar-lhes cimento, de forma a prendê-las ao chão.
No caso da nossa só passados 2 dias tal aconteceu... Mas ninguém voltou a destruir a "nossa" floreira.

Entretanto, desde que, na 6ª feira ao fim da tarde, pedira à Dª. L. (vizinha e residente no prédio onde está localizado o nosso escritório) se nos podia regar a floreira durante o fim-de-semana, esta senhora passou a assumir a função de zeladora das plantas como sua. E, todos os dias, consegue antecipar-se-nos a regar a floreira.









quarta-feira, 25 de março de 2009

Através do Espelho - 16






"Através do Espelho" foi uma rubrica criada, há alguns anos atrás, neste blog, como forma de compensação (ou descompressão) pelo facto de trabalhar num local onde as janelas não abrem... e os seus vidros espelhados servirem como atracção da grande maioria dos transeuntes que por ali passam.

Durante meses a fio, temos assistido às mais engraçadas e, também, inusitadas situações, protagonizadas por quem imagina que, por detrás daquele espelho, não existe vivalma.

E esta tarde, vivemos um daqueles grandes momentos, dignos de homenagem nesta rubrica!...






Eles chegaram e foram-nas descarregando... grandes floreiras de pedra, em seguida, a terra. E, depois, desapareceram para a parte mais baixa do bairro.





Quando regressaram, passados alguns largos minutos, vinham carregados com plantas e acompanhados por utentes de uma associação de apoio a indivíduos com deficiências mentais. Todos trajando um avental verde ou uma t-shirt alusiva ao nome deste projecto.






Resolvemos sair e ir cumprimentá-los por tão interessante iniciativa. E aí, a abordagem passou a ser feita sem o espelho.





Alguns de entre nós, decidiram deitar mãos à obra e auxiliar na plantação nas floreiras do Projecto "Os Guardiões do Jardim".

Este projecto que visa a colocação de uma floreira e respectivas plantes junto a cada uma das instituições que trabalha em cada bairro municipal, é levado a cabo pela Gebalis. E pretende-se, essencialmente, com o mesmo:

- Fomentar valores de pertença e de estima pelos espaços verdes existentes no Bairro
- Envolver a Comunidade residente no Bairro;
- Diminuir os actos de vandalismo;
- Motivar a Competição saudável para atingir um mesmo fim (o da preservação de espaços verdes dentro de cada bairro).


A ver vamos, se a nossa floreira se desenvolverá (vindo a constituir o orgulho do bairro), ou se não a decidirão regar com o líquido amarelo com que nos costumam brindar todas as manhãs as grades da porta!...












quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Através do Espelho - 15




Em 5 anos, já tínhamos visto muito objecto inusitado a tombar das janelas de alguns dos prédios do Bairro do Armador, perto do Parque da Belavista em Chelas (e tantos outros acontecimentos surreais)...

Mas nada que se possa comparar ao que esta tarde veio em queda livre da janela de um dos primeiros andares, mesmo por cima do local onde trabalho...




Fotografia através da janela-espelho...






Fotografia ao ar livre, para verificarem que se trata mesmo daquilo que estão a pensar!








quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Através do Espelho - 14








Bairro do Armador, Chelas, 11h da manhã.

Ao sentar-se no banco improvisado de cimento, como fazia todas as manhãs quando dava o seu passeio, reparou num objecto preto no chão a seu lado.
Apanhou-o e deparou-se com uma mala de senhora. Abriu-o para ver o que tinha dentro, mexeu e re-mexeu.
Levantou-se. Colocou a mala ao ombro e voltou para casa.

No dia seguinte, à mesma hora, a mesma cena.
Desta vez a mala era mais pequena do que na véspera e de cor bege. Abriu-a, mexeu e remexeu. Olhou para todos os lados. Meteu-a debaixo do braço e levou-a para casa.

O que para alguns constitui apenas os despojos finais de um roubo, é para outros uma incomensurável riqueza para oferecer este Natal à mulher ou à filha.







sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Através do Espelho - 13





Quando já pensávamos ter visto de tudo e mais alguma coisa, e já nada nos conseguir surpreender por aí além...






Deparamo-nos com uma criança de cerca de 5 anos a defecar na via pública, ali mesmo junto ao prédio em frente.
E, desta vez, a surpresa foi tanta que não houve pudor que nos impedisse de fotografar através do espelho (dado que a criança também se encontrava a uma distância considerável de nós).

Palavras para quê?
Chelas, Bairro do Armador no seu pior!...

Mas nem tudo por ali é (assim tão) mau como, na maioria das vezes, ouvimos dizer.







terça-feira, 28 de outubro de 2008

Através do Espelho - XII










Retomo aqui esta rubrica, para falar do dia de ventania (quase) ciclónica... que nos acompanhou em sinfonia constante (e irritante) no escritório e até fez derrubar parte do tecto do supermercado Feira Nova na Belavista.







quarta-feira, 21 de maio de 2008

Notas Soltas - 125


Caído ontem à tarde dos céus de Chelas, enquanto falávamos sobre um problema complicado de trabalho.
"Olho gordo", como diria o meu colega ZA?
B. e eu ficamos a olhar para a janela e desmanchamo-nos a rir.








- No País dos Rodinhas -


Há 2 dias consecutivos que tem sido, ainda, mais difícil conseguir chegar ao emprego, com o trânsito caótico que se tem feito sentir.

Alguém se lembra da Bruxa da Chaleira?





Talvez nos pudesse transformar a todos em "rodinhas".
E assim, mesmo aqueles que têm que andar de transportes públicos, conseguiriam chegar a horas aos seus locais de trabalho!









segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Uma cena... Várias representações da mesma




Bairro do Armador, Chelas, 17h...

Enquanto arquivo uns documentos num dossier, deparo-me através do espelho (já encerrado para descanso, devido à escassa luz do anoitecer ter feito com que o efeito mágico do espelho desaparecesse, transformando-se em janela aberta aos olhares exteriores) com uma cena verdadeiramente bizarra: atrás do tripé corre a pitbull velhota (vizinha do mesmo prédio), perseguida por esta miúda, que lhe bate com uma esfregona.

A B., o ZA e eu saímos lançados para a rua, tentando perceber o que se passava.
Ao tripé já ninguém o via (tendo, talvez, contornado o prédio, para entrar pela porta principal), mas a miúda continuava a correr furiosamente atrás da pitbull velhota.
Olhamos uns para os outros, sem saber lá muito bem o que fazer...

E é quando vemos aparecer a avó da miúda (uma senhora, aparentemente, de ar rude e de poucas conversas, mas que me costuma sempre dar os "bons dias" e, de quando em vez, até nos limpa a calçada por debaixo do nosso gradeamento da janela)... que, provavelmente, deve ter percebido algo de estranho nos nossos rostos, ou então, não percebeu lá muito bem o motivo de tal ajuntamento à nossa porta, e nos pergunta logo num tom grave: - "A miúda fez alguma coisa?"

A B. e eu dirigimo-nos a ela, enquanto o ZA aproveita para voltar para o escritório...
Explicamos-lhe o que víramos...
E é nessa altura que me apercebo que a B. tinha ficado preocupada que a pitbull velhota se virasse à miúda, ao passo que eu temia apenas por mais uma das patinhas do caniche... e a avó apenas pensava que a causa de todo aquele alarido fora a sua neta reguila.

Diz-nos, então, a avó: - "Não se preocupem, porque ela não faz mal!"

E a B.: - "Isso nunca se sabe... ouvem-se tantas coisas sobre estes cães!"

Retorque a avó (que costuma passear a sua pitbull velhota, de vez em quando, acompanhada por cachorrinhos, qu desaparecem misteriosamente ao fim de algumas semanas): - "Mas isso depende da educação que os donos lhes dão."

E eu, a tentar deitar água na fervura: - "É porque a minha colega não sabia que a menina era sua neta e que a cadela já a conhecia."

E ficámo-nos por ali...





terça-feira, 11 de setembro de 2007

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

terça-feira, 31 de julho de 2007

Notas Soltas - LXXVII



Mais um mestre que ontem "partiu". Estranha coincidência!...

Quando desaparecem assim, tão em simultâneo, é que nos começamos, a aperceber da importância da preservação de um património cultural... e de como a sua transmissão ou génese de novos "mestres" é tão difícil de igualar, nos tempos que correm.






- Através do Espelho - VII -


Esta tarde tive um daqueles (raros) momentos de pudor fotográfico, o que me impediu de ter uma imagem nesta rubrica.




Bairro do Armador, Chelas. 16h e picos da tarde. Na sala encontrava-me eu e mais dois colegas.
Por detrás do vidro, vemos aproximar-se uma mulher de origem africana, gigantesca em termos de estrutura, que parecia mal conseguir movimentar-se.
Pára em frente ao vidro (espelho) do lado de fora. Olha a sua figura reflectida com olhos de quem a razão já não pertence a este mundo.
Continua a olhar-se e levanta a camisa, expondo uma barriga enorme e de contornos bem arredondados.
Puxa a camisa mais para cima e fica com os seios à mostra. Do outro lado do vidro (espelho), por detrás da mulher que expõe o seu corpo, continuam a passar transeuntes que, aparentemente, fingem nada vislumbrar.

E, do lado de dentro, um colega e eu assistimos incrédulos a toda a cena... sem sabermos se havemos de rir ou meditar naquele acto infantil de alguém que perdeu a razão.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Através do Espelho - VI





Chelas. Bairro do Armador.

Através do espelho... Um carro com o motor ligado desde as 11h até às 17h, em plena via pública.
Alguém se incomoda com tal situação e chama a Polícia. Enquanto três polícias olham para o carro, alguém grita da janela do prédio em frente: - "É meu! O carro é meu!"
Passados uns minutos, uma rapariga aproxima-se dos polícias e diz qualquer coisa. A conversa é curta e ninguém lhe pede os documentos da viatura.
Os polícias partem dentro do carro patrulha. E a outra viatura continua em plena via pública, com o motor ligado, a jorrar gases e gases de combustível para o ar.


terça-feira, 17 de julho de 2007

Notas Soltas - LXXI

No meu portfolio-projecto de fotos do bairro onde trabalho, faltava mesmo a deste cãozinho tripé que todas as manhãs e finais de tarde vem à rua passear.
Não se pode dizer que esteja lá muito estimado ou seja muito prendado pelos seus donos... mas, pelo menos, não passa os seus dias fechado num atrelado de automóvel, como um outro cão do mesmo bairro (do qual tive hoje conhecimento).





- Desfasamento -


É sempre com uma imensa sensação de desfasamento que recebo a meio do ano os catálogos das empresas de venda de roupa por correio.

Hoje a sensação ainda foi mais profunda, dado que, apesar de todos duvidarmos um pouco, nos encontramos em pleno Verão... e eu a folhear modelos de gorros, cachecóis, camisolões e outros afins.

O clima já não é o que era... como dizem os mais "antigos"!






segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Uma 2ª feira igual a tantas outras!...



Apesar de só me ter levantado passados 30 minutos depois do despertador ter tocado (por norma costumo ser muito certinha nisto, mas, ultimamente, têm sido uma constante estes atrasos), acordei com aquela boa sensação de estar um maravilhoso dia de sol e nada nem ninguém me conseguir chatear num dia assim (quase que nem parecia uma 2ª feira)!...


Benfica, 8h15


Estação de Metro "Jardim Zoológico", 9h00




- Através do Espelho - IV -

Bairro do Armador, Chelas


O Sr. "sem-nome que nos cumprimenta sempre" e mora num dos prédios da Cooperativa em frente, provavelmente, deve ter tido uma trombose ou um qualquer outro problema de saúde. Todas as manhãs, quando estou prestes a chegar à porta do escritório, vejo-o passar, todo sorridente, com a sua bengala, para a voltinha costumeira pelo bairro.
Quando o clima o proporciona, o Sr. "sem-nome que nos cumprimenta sempre" gosta de se sentar na soleira do prédio, por alguns minutos, a aproveitar, também ele, os raios de sol quente do final da tarde.




Todas as tardes, por volta das 16h30, uma das vizinhas do prédio onde se encontra instalado o nosso escritório, atira directamente da janela para a rua uma papa de pão "antigo" embebido em água.
Os pombos, que são aos magotes neste bairro e andam sempre acompanhados pela "Gaivota-que-acredita-ser-um-pombo", juntam-se logo todos em frente à nossa janela-espelho.





quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Notas Soltas - XXV



- Através do Espelho - III -

Bairro do Armador, 14/02/07









- Às "Quintas" na Bobadela!... - III -

Bobadela, 15/02/07


Projecções... de dentro para fora.



quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

Notas Soltas - XX


- Estudo sobre o Limão do ZA -


Este hoje veio, directamente, da quinta do meu colega ZA para o escritório... com a indicação expressa de ser uma "prenda" (logicamente, para bom entendedor... que teria de participar num post aqui do blog).


Veio acompanhado por este outro... a quem poderíamos, simplesmente, chamar "multi-limão"...


... porque, como se pode observar, apesar de ser um único limão, é composto por uma série de pequenas germinações de limão.


Fora a cor, tudo o resto varia nestes dois.


Decidimos cortar o "multi-limão", para ver como seria por dentro.
Mas, aparentemente, nada a concluir, apenas mais um limão... só que da quinta do ZA, que quase poderia fazer parte de uma realidade paralela, estilo Entroncamento.

Muito obrigada, ZA, pelo "modelo" fotográfico para o post de hoje! :))




- Através do Espelho II -



A ideia original começou a partir desta cena.
Deu-me vontade de iniciar uma série de fotografias tendo por base todos os gestos e expressões, que as pessoas fazem ao passar perto de um espelho, às quais vamos diariamente assistindo através dos vidros fumados das janelas do escritório onde trabalho.
Infelizmente, por falta de tempo (uma vez que tenho que trabalhar), não pude iniciar essa série.

Mas, pelo menos, vou aqui deixando alguns dos interessantes momentos vividos "através do espelho"... e quem sabe se assim não perderei algum pudor de fotografar as gentes desconhecidas na rua (um dos meus maiores receios, por enquanto).




- Amigos com sentido de humor -





Depois de uma viagem à Rússia...

S&T, como vos disse, sábado à noite levo comigo o postal... e só o agradeço quando estiver todo traduzidinho, tim tim por tim tim! :)))






sexta-feira, 15 de setembro de 2006

Moda "Floribella"



No emprego temos daqueles vidros meio fumados, que durante o dia impedem a visão para o interior e servem de espelho a mais de metade da população do bairro social onde estamos instalados.
Uma destas tardes, fomos presenteados com um espectáculo de dança e música da famosíssima "Floribella", interpretado pelas meninas ciganas que nos costumam bater à porta gritando insultos.