Na 6ª feira passada, a avó (paterna) do Bruno faleceu, aos 95 anos, depois de ter passado alguns dias no hospital em coma.
Apesar de ser algo pelo qual já todos aguardavam (sobretudo devido à idade da senhora), este acontecimento (natural) da vida humana deixou-me impregnada de uma estranha mistura de sentimentos (nada agradável)!...
Para além da compreensível compaixão (sentimento que, logicamente, gera sempre alguma tristeza) pelo Bruno e pela sua família... às tantas, dei comigo a pensar em algo que, por hábito, faço sempre por tentar esquecer: que, efectivamente, um dia, mais tarde ou mais cedo, todos nós (bem como aqueles que amamos) temos que morrer... porque a vida é mesmo assim e não há nada a fazer contra isso!
Coisa, no entanto, em que é sempre complicado pensarmos, uma vez que, pelo menos comigo o que sucede, é que acho que temos sempre mais qualquer coisinha a fazer por cá... por isso, o tempo da morte nunca é o ideal para chegar. Para além de que se torna sempre estranho pensar que após a morte, já está, acabou-se, deixamos de ser quem somos e passamos a fazer parte de um vazio, de um nada!...
Apesar de ser algo pelo qual já todos aguardavam (sobretudo devido à idade da senhora), este acontecimento (natural) da vida humana deixou-me impregnada de uma estranha mistura de sentimentos (nada agradável)!...
Para além da compreensível compaixão (sentimento que, logicamente, gera sempre alguma tristeza) pelo Bruno e pela sua família... às tantas, dei comigo a pensar em algo que, por hábito, faço sempre por tentar esquecer: que, efectivamente, um dia, mais tarde ou mais cedo, todos nós (bem como aqueles que amamos) temos que morrer... porque a vida é mesmo assim e não há nada a fazer contra isso!
Coisa, no entanto, em que é sempre complicado pensarmos, uma vez que, pelo menos comigo o que sucede, é que acho que temos sempre mais qualquer coisinha a fazer por cá... por isso, o tempo da morte nunca é o ideal para chegar. Para além de que se torna sempre estranho pensar que após a morte, já está, acabou-se, deixamos de ser quem somos e passamos a fazer parte de um vazio, de um nada!...
Por outro lado, é também nestas alturas, que, um pouco por compaixão de vivências com quem está a sofrer uma perda, começamos a pensar na própria perda daqueles que nos são queridos... o que também não é nada agradável de se pensar: como seria a vida a partir daquele momento, em que já não temos cá determinada pessoa.

2 comentários:
merci pour cette aimable pensée.
Há quem diga (saiba) que a nossa existência não acaba com a morte física; que continuamos a existir, sob a forma de uma outra energia, noutra dimensão, observando a vida daqueles que amamos e que continuam vivos. Nessa outra dimensão é suposto encontrarmo-nos com os nossos familiares/amigos tb eles falecidos... e até com os nossos animais de estimação!
Sabemos lá nós se com a morte acaba realmente tudo ou não...
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